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Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item que se segue, acerca de aspectos da redação oficial.
Em certas ocasiões, para se garantir a clareza do texto das comunicações oficiais, recomenda-se o uso da ordem inversa na organização dos constituintes de uma oração.
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Com base no Manual de Redação da Presidência da
República, julgue o item que se segue, acerca de aspectos da
redação oficial.
Devem ser evitados parágrafos de desenvolvimento no texto dos documentos oficiais que, seguindo o padrão ofício, são usados para o encaminhamento de documentos.
Devem ser evitados parágrafos de desenvolvimento no texto dos documentos oficiais que, seguindo o padrão ofício, são usados para o encaminhamento de documentos.
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O uso do e-mail para a comunicação tornou-se uma
prática comum, tanto nas empresas privadas como na
administração pública. Conforme o Manual de Redação
da Presidência da República, o termo e-mail, dependendo do contexto, pode significar gênero textual, endereço
eletrônico ou sistema de transmissão de mensagem eletrônica. Como gênero textual
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“A concisão é antes uma qualidade do que uma característica do texto oficial.” Considera-se conciso o texto que
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A redação oficial apresenta alguns atributos, como clareza, precisão, objetividade, coesão, entre outros. Uma das
características da precisão é
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do documento no Padrão Ofício
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioO Padrão Ofício
Assinale a alternativa correta referente às partes de um
documento no padrão ofício, de acordo com o Manual de
Redação da Presidência da República, no que tange à
redação oficial.
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Com relação aos tipos de redação oficial, é correto afirmar que o documento denominado
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As comunicações oficiais são sempre redigidas pela Administração Pública; sendo que os destinatários dessas informações
podem ser tanto o próprio poder público quanto os particulares que compõem a sociedade. A principal referência para as
comunicações oficiais no Brasil é o Manual de Redação da Presidência da República. De acordo com a estrutura do Padrão
Ofício constante do Manual de Redação da Presidência da República, assinale a afirmativa INCORRETA.
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A correspondência se refere à troca de mensagens escritas entre duas ou mais pessoas, que, para cada necessidade, objetivo
ou situação, há um veículo de comunicação adequado (PIMENTA, 2010). Considerando o tema, analise as afirmativas a seguir.
I. A circular é um documento utilizado na transmissão de mensagens internas em determinada entidade, tratando de interesse amplo e dirigida a todos os integrantes, pautada na rapidez e eficácia da comunicação.
II. A circular e o memorando são documentos técnicos utilizados na comunicação interna de uma entidade, cuja diferença consiste no direcionamento do comunicado; enquanto o memorando é direcionado para um setor específico, a circular é um comunicado destinado a todos os integrantes da organização.
III. O memorando é um documento utilizado para transmissão de uma mensagem de forma lenta para todos os setores e funcionários da empresa, tendo como principal característica a subjetividade e lentidão na comunicação.
Está correto o que se afirma em
I. A circular é um documento utilizado na transmissão de mensagens internas em determinada entidade, tratando de interesse amplo e dirigida a todos os integrantes, pautada na rapidez e eficácia da comunicação.
II. A circular e o memorando são documentos técnicos utilizados na comunicação interna de uma entidade, cuja diferença consiste no direcionamento do comunicado; enquanto o memorando é direcionado para um setor específico, a circular é um comunicado destinado a todos os integrantes da organização.
III. O memorando é um documento utilizado para transmissão de uma mensagem de forma lenta para todos os setores e funcionários da empresa, tendo como principal característica a subjetividade e lentidão na comunicação.
Está correto o que se afirma em
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É tempo de pós-amor
Cansei de amor! Quantos filmes, entrevistas, artigos, livros sobre amor cruzaram seu caminho ultimamente? Em uma
semana, assisti a um vídeo, vi um filme, li meio livro e participei de um debate na televisão. Tudo sobre amor. E ouvi as pessoas
– provavelmente também eu própria – dizerem coisas pertinentes e bem ditas que, de tão pertinentes e repetidas, já se
tornaram chavões comportamentais, e parecem fichas de computador dissecadas de qualquer verdade emocional. E de repente
está me dando uma urticária na alma, um desconforto interno que em tudo se assemelha à indigestão.
Estamos fazendo com o amor o que já fizemos com o sexo. Na década passada parecia que tínhamos reinventado o sexo.
Não se pensava, não se falava, não se praticava outro assunto. Toda a nossa energia pensante, todo o nosso esforço vital
pareciam concentrados na imensa cama que erguíamos como única justificativa da existência humana. Transformamos o sexo
em verdade. Adoramos um novo bezerro de ouro.
Mas o ouro dos bezerros modernos é de liga baixa, que logo se consome na voracidade da mass media. O sexo não nos
deu tudo o que dele esperávamos, porque dele esperávamos tudo. E logo a sociedade começou a olhar em volta, à procura de
um outro objeto de adoração. Destronado o sexo, partiu-se para a grande festa de coroação do amor.
Agora, aqui estamos nós, falando pelos cotovelos, analisando, procurando, destrinchando. E desgastando. Antes, quando
eu pensava numa conversa séria, direita, com a pessoa que se ama, sabia a que me referia. Mas agora, quando ouço dizer que
“o diálogo é fundamental para a manutenção dos espaços”, não sei o que isso quer dizer, ou melhor, sei que isso não quer dizer
mais nada. Antes, quando eu pensava ou dizia que amor é fundamental, tinha a exata noção da diferença entre o fundamental
e o absoluto. Mas agora, quando eu ouço repetido de norte a sul, como num gigantesco eco, que “a vida sem amor não tem
sentido”, fico com a impressão de estar ouvindo um slogan publicitário e me retraio porque sei que estão querendo me impor
um produto.
A vida sem amor pode fazer sentido, e muito. É bom que a gente recomece a dizer isso. Mesmo porque há milhões de
pessoas sem amor, que viveriam bem mais felizes se de repente a voz geral não lhes buzinasse nos ouvidos que isso é impossível.
O mundo só andou geometricamente aos pares na Arca de Noé. Fora disso, anda emparelhado quem pode, quando pode. E o
resto espera uma chance, sem nem por isso viver na escuridão.
Antes que se frustrem as expectativas, como aconteceu com o sexo, seria prudente descarregar o amor, tirar-lhe dos
ombros a responsabilidade. Ele não pode nos dar tudo. Nada pode nos dar tudo. Porque o tudo não existe. O que existe são
parcelas, que, eternamente somadas e subtraídas, multiplicadas e divididas, nos aproximam e afastam do tudo. E a matemática
dessas parcelas pode ser surpreendente: quando, como está acontecendo agora, tentamos agrupá-las todas em cima de uma
única parcela – o amor –, elas não se somam, pelo contrário, se fracionam, causando o esfacelamento da parcela-suporte.
Amor criativo é ótimo, dizem todos. E é verdade. Mas melhor ainda é pegar uma parte da criatividade que está concentrada
no amor, e jogá-la na vida. Solta, ela terá possibilidades de contaminar o cotidiano, permear a vida toda e voltar a abastecer o
amor, sem deixar-se absorver e esgotar por ele. Dedicar-se à relação é importante, dizem todos. E é verdade. Mas qualquer um
de nós tem inúmeras relações, de amizade, vizinhança, sociais, e anda me parecendo que concentrar toda a dedicação na
relação amorosa pode custar o empobrecimento das outras.
Sim, o amor é ótimo. Porém acho que vai ficar muito melhor quando sair do foco dos refletores e passar a ser vivido com
mais naturalidade. Quando readquirirmos a noção de que não é mais vital do que comer e banhar o corpo em água fria nem
mais tranquilizador do que ter amigos e estar de bem com a própria cara. Quando aceitarmos que não é o sal da terra, simplesmente porque
a terra é seu próprio sal, e é ela que dá sabor ao amor.
(COLASANTI, Marina. 1937- Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996.)
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