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1521864 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
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_____________: instrumento de comunicação oficial entre os Chefes dos Poderes Públicos, notadamente as enviadas pelo Chefe do Poder Executivo ao Poder Legislativo para informar sobre fato da Administração Pública; expor o plano de governo por ocasião da abertura de sessão legislativa; submeter ao Congresso Nacional matérias que dependem de deliberação de suas Casas; apresentar veto; enfim, fazer e agradecer comunicações de tudo quanto seja de interesse dos poderes públicos e da Nação.

 

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1521863 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Remígio-PB
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De acordo com o Manual de Redação Oficial da Presidência da República, a redação oficial deve apresentar uma linguagem que obedeça a critérios específicos contidos nesse Manual. Todas as características a seguir devem compor a redação oficial, EXCETO:

 

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1511952 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IMA
Orgão: AHM-SP

Em relação à redação oficial, relacione as colunas da tabela abaixo.

Coluna I

Coluna II

1.

Correção. A.

Na redação oficial, deve-se evitar erros gramaticais e a linguagem complexa.

2.

Precisão. B.

Deve-se tomar cuidado com o uso de sinônimos. Na redação técnica, geralmente, as palavras têm um significado diferenciador.

3.

Objetividade e Impessoalidade. C.

Na redação técnica devese usar somente as palavras necessárias ao entendimento da mensagem.

4.

Clareza. D.

Usar períodos curtos e diretos, expressando as ideias de forma a não deixar dúvidas.

5.

Harmonia. E.

Evitar palavras com rimas ou a repetição sucessiva de palavras com finais idênticos.

6.

Polidez. F.

A redação oficial deve ser simples e respeitosa, sem intimidades ou ironia.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

 

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1466952 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FUMARC
Orgão: SAAE Guanhães
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Mudar o mundo
Lya Luft
Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei. Mas basta pensar nos antigos povos escravizados. Mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie. Os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, no entanto ainda é destrutiva demais.
Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é um velho ideal ultrapassado, e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais, também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor. Se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e, quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado ou mais harmonia, mudar o conceito do que é "moderno", que não é inconsequente e delirante. Recuperar a compostura perdida quando fazemos proselitismo com cartazes e material de televisão dizendo que alguém é uma prostituta feliz, ou "sou feliz porque sou prostituta". O material foi recolhido pela insanidade, mas alguém, num cargo importante em um dos muitos ministérios, teve essa genial ideia. Respeitar não significa elogiar, nem apresentar como modelo.
Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom- senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
Abrir o jornal e ver o noticiário, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados.
Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências, às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e, às vezes, de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis, obras públicas ruindo quando mal ficam prontas, falta de bons engenheiros, de seriedade no uso de material, de se levar em conta as vidas humanas que ali hão de correr riscos sérios. Isso tudo sem falar nas guerras fora de nosso alcance, mas dentro de nossa casa pelos meios de comunicação.
A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.
Disponível em: http://www.gilbertogodoy.com.br/ler- post/mudar-o-mundo--lya-luft Acesso em: 10 ago. 2017.

Para a padronização dos documentos, são indispensáveis, EXCETO:

 

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1466951 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FUMARC
Orgão: SAAE Guanhães
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Mudar o mundo
Lya Luft
Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei. Mas basta pensar nos antigos povos escravizados. Mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie. Os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, no entanto ainda é destrutiva demais.
Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é um velho ideal ultrapassado, e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais, também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor. Se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e, quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado ou mais harmonia, mudar o conceito do que é "moderno", que não é inconsequente e delirante. Recuperar a compostura perdida quando fazemos proselitismo com cartazes e material de televisão dizendo que alguém é uma prostituta feliz, ou "sou feliz porque sou prostituta". O material foi recolhido pela insanidade, mas alguém, num cargo importante em um dos muitos ministérios, teve essa genial ideia. Respeitar não significa elogiar, nem apresentar como modelo.
Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom- senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
Abrir o jornal e ver o noticiário, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados.
Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências, às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e, às vezes, de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis, obras públicas ruindo quando mal ficam prontas, falta de bons engenheiros, de seriedade no uso de material, de se levar em conta as vidas humanas que ali hão de correr riscos sérios. Isso tudo sem falar nas guerras fora de nosso alcance, mas dentro de nossa casa pelos meios de comunicação.
A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.
Disponível em: http://www.gilbertogodoy.com.br/ler- post/mudar-o-mundo--lya-luft Acesso em: 10 ago. 2017.

A redação oficial deve caracterizar-se, EXCETO:

 

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1453795 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Portalegre-RN
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A correção ortográfica é requisito elementar de qualquer texto, e ainda mais importante quando se trata de textos oficiais. Muitas vezes, uma simples troca de letras pode alterar não só o sentido da palavra, mas de todo um enunciado. O que na correspondência particular seria apenas um lapso pode ter repercussões indesejáveis quando ocorre no texto de uma comunicação oficial ou de um ato normativo. Nos enunciados a seguir, marque a alternativa que está em desacordo com a norma culta da língua.
 

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1453794 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Portalegre-RN
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O ______________ é expedido por autoridades do serviço público. Esse gênero tem por finalidade o tratamento de assuntos oficiais pelos órgãos da Administração Pública entre si e também entre os órgãos públicos e particulares, que podem ser pessoas físicas ou jurídicas.
A palavra que preenche a lacuna do texto é
 

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1453793 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Portalegre-RN
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O Manual de Redação da Presidência da República recomenda o emprego do padrão culto da linguagem nas correspondências oficiais. Assinale a alternativa cuja concordância está INADEQUADA conforme as orientações da norma culta.
 

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1453792 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Portalegre-RN
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Leia as proposições sobre o Correio Eletrônico (e-mail) e coloque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.

( ) O correio eletrônico (e-mail), por ser uma forma de comunicação, relativamente nova, é proibido nas correspondências oficiais.
( ) Para que possa ser aceito como documento original, é necessário existir certificação digital que ateste a identidade do remetente, na forma estabelecida em lei.
( ) Mesmo tendo uma estrutura flexível, deve-se evitar uma linguagem incompatível com a comunicação oficial.
( ) O campo assunto do formulário de correio eletrônico mensagem NÃO deve ser preenchido para garantir o sigilo que é exigido nos documentos oficiais.
Marque a sequência CORRETA:
 

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1453791 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Portalegre-RN
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De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, em caso de um aluno dirigir um requerimento ao reitor de uma universidade, o tratamento adequado é

 

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