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Leia o caso a seguir.
Um paciente transgênero em uma consulta na sua unidade de saúde da família lhe faz perguntas sobre os riscos do uso de binder (faixa compressiva sobre os seios), onde comprar packers (próteses penianas), com que idade pode iniciar terapia hormonal e se pode pedir para que a unidade de saúde use o seu nome social na emissão dos documentos e ao se referir a ele. Você lhe tira todas as dúvidas durante a consulta com tranquilidade.
Qual princípio da atenção primária foi bem utilizado nesse caso?
Um paciente transgênero em uma consulta na sua unidade de saúde da família lhe faz perguntas sobre os riscos do uso de binder (faixa compressiva sobre os seios), onde comprar packers (próteses penianas), com que idade pode iniciar terapia hormonal e se pode pedir para que a unidade de saúde use o seu nome social na emissão dos documentos e ao se referir a ele. Você lhe tira todas as dúvidas durante a consulta com tranquilidade.
Qual princípio da atenção primária foi bem utilizado nesse caso?
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O Movimento de Reforma Sanitária Brasileira (RSB)
consolidou-se na década de 1970 e 1980 como uma
resposta crítica ao modelo assistencialista e dicotômico
vigente durante a ditadura militar. Trata-se de uma conquista
histórica da RSB a criação
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A atenção domiciliar possui algumas ferramentas que
estruturam o seu trabalho, como a Escala de Riscos e
Vulnerabilidades de Coelho e Savassi que classifica a
família em risco familiar máximo, médio e menor. Um
paciente atendido na modalidade AD1, cuja família foi
classificada (pela Escala de Coelho e Savassi) como risco
familiar máximo, deve ser atendido pela
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Texto 2
A.M. é uma senhora de 52 anos que é levada para o
atendimento na Unidade de Saúde da Família do seu bairro
pela filha, S.M., de 32 anos, que está muito preocupada com a
saúde da sua mãe. Durante seu atendimento, A.M. lhe conta
que está com intensas dores nas pernas há cerca de 2 anos,
mas nos últimos meses têm se intensificado. Descreve as dores
como sendo em queimação, intensas, diárias, associadas a
parestesias, que duram boa parte do dia e lhe atrapalham a
exercer suas atividades laborais como massoterapeuta. Não há
edema ou eritema. Está muito preocupada com essas dores,
acha que pode estar tendo uma trombose.
S.M. relata que sua mãe está mais triste desde o falecimento
de J.M. (marido de A.M.) aos 55 anos por um AVEi há cerca de
5 anos, e que ela tem deixado de realizar passeios e hobbies.
Não tem se alimentado bem, está sedentária, aumentou o
consumo de carboidratos e gorduras, tem tido insônia e não tem
conseguido trabalhar como antes. A.M. se mostra cabisbaixa
durante a consulta, diz que só precisa de um remédio para
diminuir as dores, pois as pomadas que costumava usar não
estão sendo mais suficientes.
A pressão arterial de A.M. está 158x94mmHg no momento da
consulta e os exames laboratoriais de dois anos atrás que S.M.
lembrou de levar para a consulta evidenciam glicemia de jejum
de 451mg/dL e uma hemoglobina glicada de 14,8%. A.M. nega
comorbidades conhecidas além da diabetes, chegou a tomar
alguns comprimidos de metformina, mas com o tempo foi
abandonando o acompanhamento e o tratamento, apesar de
muitas brigas com a sua filha que lhe cobra a cuidar mais de si
mesma e tomar os remédios. S.M. tem enfrentado problemas
no seu casamento devido ao fato de ter que passar mais tempo
na casa da sua mãe para cuidar dela, do que estando em sua
própria casa junto ao seu marido.
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Texto 2
A.M. é uma senhora de 52 anos que é levada para o
atendimento na Unidade de Saúde da Família do seu bairro
pela filha, S.M., de 32 anos, que está muito preocupada com a
saúde da sua mãe. Durante seu atendimento, A.M. lhe conta
que está com intensas dores nas pernas há cerca de 2 anos,
mas nos últimos meses têm se intensificado. Descreve as dores
como sendo em queimação, intensas, diárias, associadas a
parestesias, que duram boa parte do dia e lhe atrapalham a
exercer suas atividades laborais como massoterapeuta. Não há
edema ou eritema. Está muito preocupada com essas dores,
acha que pode estar tendo uma trombose.
S.M. relata que sua mãe está mais triste desde o falecimento
de J.M. (marido de A.M.) aos 55 anos por um AVEi há cerca de
5 anos, e que ela tem deixado de realizar passeios e hobbies.
Não tem se alimentado bem, está sedentária, aumentou o
consumo de carboidratos e gorduras, tem tido insônia e não tem
conseguido trabalhar como antes. A.M. se mostra cabisbaixa
durante a consulta, diz que só precisa de um remédio para
diminuir as dores, pois as pomadas que costumava usar não
estão sendo mais suficientes.
A pressão arterial de A.M. está 158x94mmHg no momento da
consulta e os exames laboratoriais de dois anos atrás que S.M.
lembrou de levar para a consulta evidenciam glicemia de jejum
de 451mg/dL e uma hemoglobina glicada de 14,8%. A.M. nega
comorbidades conhecidas além da diabetes, chegou a tomar
alguns comprimidos de metformina, mas com o tempo foi
abandonando o acompanhamento e o tratamento, apesar de
muitas brigas com a sua filha que lhe cobra a cuidar mais de si
mesma e tomar os remédios. S.M. tem enfrentado problemas
no seu casamento devido ao fato de ter que passar mais tempo
na casa da sua mãe para cuidar dela, do que estando em sua
própria casa junto ao seu marido.
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A.M. é uma senhora de 52 anos que é levada para o
atendimento na Unidade de Saúde da Família do seu bairro
pela filha, S.M., de 32 anos, que está muito preocupada com a
saúde da sua mãe. Durante seu atendimento, A.M. lhe conta
que está com intensas dores nas pernas há cerca de 2 anos,
mas nos últimos meses têm se intensificado. Descreve as dores
como sendo em queimação, intensas, diárias, associadas a
parestesias, que duram boa parte do dia e lhe atrapalham a
exercer suas atividades laborais como massoterapeuta. Não há
edema ou eritema. Está muito preocupada com essas dores,
acha que pode estar tendo uma trombose.
S.M. relata que sua mãe está mais triste desde o falecimento
de J.M. (marido de A.M.) aos 55 anos por um AVEi há cerca de
5 anos, e que ela tem deixado de realizar passeios e hobbies.
Não tem se alimentado bem, está sedentária, aumentou o
consumo de carboidratos e gorduras, tem tido insônia e não tem
conseguido trabalhar como antes. A.M. se mostra cabisbaixa
durante a consulta, diz que só precisa de um remédio para
diminuir as dores, pois as pomadas que costumava usar não
estão sendo mais suficientes.
A pressão arterial de A.M. está 158x94mmHg no momento da
consulta e os exames laboratoriais de dois anos atrás que S.M.
lembrou de levar para a consulta evidenciam glicemia de jejum
de 451mg/dL e uma hemoglobina glicada de 14,8%. A.M. nega
comorbidades conhecidas além da diabetes, chegou a tomar
alguns comprimidos de metformina, mas com o tempo foi
abandonando o acompanhamento e o tratamento, apesar de
muitas brigas com a sua filha que lhe cobra a cuidar mais de si
mesma e tomar os remédios. S.M. tem enfrentado problemas
no seu casamento devido ao fato de ter que passar mais tempo
na casa da sua mãe para cuidar dela, do que estando em sua
própria casa junto ao seu marido.
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Imagem 1

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Leia o caso a seguir.
A.F.C.C., homem, 62 anos, hígido e assintomático, chega à consulta para solicitar alguns exames de rastreio, inclusive o teste ergométrico. A médica de família e comunidade explica sobre o fato de não haver necessidade desse exame em seu caso, pois a colocaria em risco de sobrediagnósticos e de intervenções médicas desnecessárias.
A conduta da médica nesse caso é um exemplo de prevenção
A.F.C.C., homem, 62 anos, hígido e assintomático, chega à consulta para solicitar alguns exames de rastreio, inclusive o teste ergométrico. A médica de família e comunidade explica sobre o fato de não haver necessidade desse exame em seu caso, pois a colocaria em risco de sobrediagnósticos e de intervenções médicas desnecessárias.
A conduta da médica nesse caso é um exemplo de prevenção
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Leia o caso a seguir.
Um médico de família e comunidade deseja investigar a associação entre o hábito de fumar (exposição) e o desenvolvimento de câncer de pulmão (desfecho). Ele seleciona um grupo de fumantes e um grupo de não fumantes, todos sem a doença no início. Nesse estudo, o médico realiza o acompanhamento dos indivíduos por 10 anos.
Qual é o desenho de estudo descrito?
Um médico de família e comunidade deseja investigar a associação entre o hábito de fumar (exposição) e o desenvolvimento de câncer de pulmão (desfecho). Ele seleciona um grupo de fumantes e um grupo de não fumantes, todos sem a doença no início. Nesse estudo, o médico realiza o acompanhamento dos indivíduos por 10 anos.
Qual é o desenho de estudo descrito?
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Segundo a Carteira de Serviços da Atenção Primária à
Saúde (CaSAPS), para garantir a resolutividade, o manejo
clínico da sífilis, incluindo a administração de penicilina
benzatina e a gestão de parceiros sexuais, é considerado
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