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O trabalho com os conceitos dos Estudos Sociais exige que o educador desenvolva, no aluno, a capacidade de observar, comparar e sistematizar diferenças e semelhanças que existem no conjunto dos elementos naturais e sociais. É preciso que ele explore a compreensão dos alunos para os múltiplos aspectos da realidade, de modo que proporcione a eles a formação de um autoconceito. Para tanto, deve ter como objetivos, dentre outros:
I. estabelecer o conhecimento e reconhecimento de si entre o grupo de pessoas com que convive.
II. perceber diferentes raças, classes sociais e profissões.
III. entender as formas de colaboração voluntária e assistencial como básicas no sistema capitalista.
IV. analisar quem produz e quem participa da produção no sistema econômico em que está inserido.
V. conhecer como a distribuição de riquezas produzidas é realizada de forma justa, no sistema econômico capitalista.
Estão CORRETOS
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia BrasileiraMovimentos sociais no Brasil
- Cidadania e movimentos sociais
( ) Em geral, o espaço contraditório entre a sociedade civil e o Estado é alvo dos estudos sobre movimentos sociais. Tal espaço pode ser tanto negado como colocado como arena de conflitos e possibilidades de conquistas democráticas ( ) Claus Offe, Jürgen Habbermas e Boaventura Sousa Santos são alguns dos autores utilizados por Ribeiro (1998) para discutir as contradições entre Estado e sociedade civil. Segundo ela, tais autores, considerando os “movimentos alternativos” ocorridos na Europa, desqualificam os espaços institucionais, particularmente o Estado social, como loci de manifestações dos movimentos reivindicatórios que emergiram nos anos de 1970, em função da adoção do Estado mínimo e de mecanismos burocráticos de intervenção e controle sobre a vida dos cidadãos. ( ) A análise dos protestos e manifestações de massa a partir da década de 1970 revela a redução do ideário e das práticas participativas, e o uso convencional de participação política e a exclusão das demandas ligadas a temas de conteúdo moral e econômico mais do que político.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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Disciplina: Sociologia
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Itapirapuã Paulista-SP
De acordo com Silva (2014) considere o fragmento: ...“Um conjunto de valores instituídos e vivenciados concernentes ao bem e ao mal, ao justo e ao injusto, ao permitido e ao proibido” ou ainda “é o estudo, análise e valoração da conduta humana, em consonância com os conceitos de bem e mal, numa determinada sociedade e num determinado momento”.
E verdadeiro afirmar que o fragmento refere-se:
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Sobre as idades dos alunos, na História Social da criança e da família, considere:
I - A repugnância pela precocidade marcou a diferenciação através do colégio de uma primeira camada: a da primeira infância, prolongada até cerca de 10 anos.
II - A mistura arcaica das idades persistiu nos séculos XVII e XVIII entre o resto da população escolar, em que crianças de 10 a 14 anos, adolescentes de 15 a 18 e rapazes de 19 a 25 frequentavam as mesmas classes.
III - Até fim do século XIX, não se teve a ideia de separá-los.
Está CORRETO o que se afirma em:
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O ensinar deve romper com a ideia de educação que seja só capacitação técnica. O aprendizado deve ser aberto ao contato com a diversidade sociocultural.
(...)
Há um medo generalizado entre os educadores ante o surgimento das novas tecnologias, pois elas ajudariam o indivíduo a organizar melhor o tempo para “o aprender” e, assim, resultariam na satisfação com um processo autoeducativo, graças aos poderes mágicos da tecnologia e do conhecimento na sociedade conectada pelos meios de comunicação. Medo de uns, desejo de outros.
BOLAÑO, César Ricardo Siqueira; LIMA, Maria de Fátima Monte. Mundo do trabalho e educação à distância. Comunicação & Educação. São Paulo, (20):
21 a 32, jan.-abr. 2001 (adaptado).
No que se refere às novas tecnologias e à sua relação com o aprender e o ensinar, o texto apresenta uma visão
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Imaginar que uma sociedade voltada explicitamente à satisfação das necessidades humanas vai alterar por si só os potenciais destrutivos embutidos inevitavelmente no avanço da ciência e da técnica é mais que ilusório: é expressão de prepotência.
ABRAMOVAY, Ricardo. A heurística do medo,
muito além da precaução. Estudos avançados. São Paulo, v. 30, n. 86, jan.-abr. 2018, p. 176.
Considerando-se o trecho anterior e o fato de que a vida social tem-se transformado continuamente a partir de mudanças da ciência, da técnica e da tecnologia, deduz-se que
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