Foram encontradas 40 questões.
O refrão da letra da música de Guilherme Arantes diz:
Terra! planeta água
Terra! planeta água
Terra! planeta água
Sobre os planetas do sistema solar onde existe água na forma líquida, analise as proposições a seguir:
I. Na Lua, há água; pesquisas confirmam essa possibilidade.
II. Pesquisas recentes apontam que há água também nos satélites de Júpiter.
III. A maior parte da água (cerca de 97% de toda a água) que existe no planeta Terra está nos oceanos e mares.
IV. A água dos oceanos é conhecida como água salgada, porque contém substâncias chamadas sais.
V. A água do planeta Terra também está presente em rios e lagos, em maior quantidade que nos oceanos.
Estão CORRETAS apenas
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Texto 1
Renata Meirelles: “Brincar não é só alegria”
A brincadeira é uma forma de entender as dores da vida e as crianças precisam de tempo e espaço para vivê-la livremente
Você já jogou bila ou batizou uma boneca feita de capim? Há 22 anos, Renata Meirelles viaja pelo Brasil em busca de brincadeiras como essas. Desde 2000, a educadora paulistana de 48 anos, formada em Educação Física, documenta os modos tradicionais de brincar com a ajuda do marido, o cineasta David Reeks, e, mais recentemente, também com a dos filhos. Assim nasceu o projeto Território do Brincar (bit.ly/brincarterritorio), que abarca produções como o documentário homônimo de 2015, além de livros, séries infantis e artigos.
NOVA ESCOLA: O que é o brincar?
Renata Meirelles: O brincar é o mecanismo que permite conectar-se com o que há de vivo dentro de si, dos outros e dos objetos. O brincar não pode ter um fim: ele é a própria vida se expressando. No entanto, vivemos em um mundo que valoriza o que é quantificável. E o brincar não se mede, não se avalia se aquela é ou não uma boa brincadeira. Qualquer brincar que não seja espontâneo deixa de ser brincadeira para se tornar atividade.
NE: Qual é a importância do brincar para a aprendizagem?
RM: O aprendizado que traz o conhecimento como um fim é exatamente o oposto do que as crianças fazem no brincar espontâneo. O brincar livre é quando a criança vai explorar, ver o mundo, criar conexões e aprender a se frustrar. A brincadeira é cheia de angústia, de dor, não é só idílica. Ela é dura, como precisa ser. A brincadeira traz fortemente a alegria, mas não brincamos só para ser felizes mas também para entender as dores da vida. Na Educação Infantil, as crianças precisam ter 100% do seu corpo brincando.
NE: Jogar videogame ou jogos no celular é brincar?
RM: O que há de imprevisível nas tecnologias ou telas? As regras já estão definidas, o caminho é concreto. Onde há a interação, a busca de autonomia e a percepção sensorial? Não penso que devemos implodir a tecnologia, mas não vejo benefícios para a Educação Infantil. Nessa etapa, quando se fazem conexões via corpo, a tecnologia é restritiva. O uso da tecnologia para a criança pequena está muito mais ligado a uma necessidade do adulto do que da criança.
NE: O que você diria para um educador que quer trazer o brincar livre para os alunos?
RM: Acredite no potencial do brincar e dê tempo para as crianças. Deixe elas irem, mas não as abandone. Acompanhe, mas perceba junto com a criança o que é o não planejamento e o que isso cria nos pequenos: quando você não planeja, o que eles fazem? Não precisa necessariamente brincar junto o tempo todo. Ganha-se mais observando ativamente a criança na sua integridade do brincar.
NE: O que aproxima as brincadeiras no Brasil?
RM: Fico encantada ao observar as similaridades nas brincadeiras em realidades diferentes. O contexto é diverso, mas a essência é muito parecida. Brincar de casinha, por exemplo, é uma brincadeira que existe de norte a sul. Ao mesmo tempo, brincar com armas é uma brincadeira unânime em várias realidades. Mas a arma como um processo heroico que potencializa a luz e a sombra, que constrói heróis, mais do que destrói os inimigos. Por isso, não posso negar que há uma conexão muito forte que une as crianças no brincar. É uma linguagem universal.
Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/12452/renata-meirelles-brincar-nao-e-so-alegria Acesso em: 21 set. 2018. Adaptado.
A forma de escrever uma palavra nem sempre corresponde a sua realização oral. Há casos, por exemplo, em que duas letras representam um único fonema. Assinale a alternativa em que a forma escrita da palavra está CORRETA e as duas letras destacadas representam um único fonema.
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Sobre Mapas e Globo Terrestre, a professora do 3º ano trabalhou a aula sobre Representação da Terra/Cartografia, utilizando mapas, globos, pesquisas na internet e realizou leitura compartilhada do texto a seguir:
“O globo terrestre é a representação espacial da terra em sua verdadeira forma, redonda (que nos permite ver só um lado, quando aparece como imagem em livros ou revistas); quando nos é disponibilizado de forma concreta, é um modelo em escala tridimensional fixada sobre um suporte em ângulo, permitindo-nos uma visão real da terra, pois representa o ângulo do planeta terra e possibilita a visualização do movimento de rotação. O mapa mundi (ou planisfério) é a planificação do globo, é um mapa que representa todo o globo terrestre, tendo os dois hemisférios lado a lado, o que nos dá uma visualização total dos cinco continentes, tornando mais fácil a realização de algumas leituras geográficas.”
Por meio dessa atividade, a professora pretende desenvolver alguns objetivos para a compreensão da aprendizagem dos alunos sobre o assunto. No que se refere a esses objetivos, analise os itens abaixo:
I. Comparar os tipos de mapas e escalas existentes
II. Compreender a relação entre a superfície real e a representada em uma superfície plana como no papel, nas representações cartográficas.
III. Identificar as diferenças entre mapa e globo terrestre e as distinções entre os tipos de projeções cartográficas.
IV. Memorizar o que é mapa e globo terrestre por meio de questionários.
V. Fixar conceitos como principal atividade para compreender a representação cartográfica.
Estão CORRETOS
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Segundo Marco Antônio Moreira (1999), aprendizagem significativa é o conceito central da teoria da aprendizagem de David Ausubel.
Assinale a alternativa que apresenta a principal característica dessa aprendizagem.
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Há diferentes tipos de mapas na Geografia. O mapa que representa as fronteiras entre países ou as divisões internas entre estados é denominado de mapa
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O trabalho com os conceitos dos Estudos Sociais exige que o educador desenvolva, no aluno, a capacidade de observar, comparar e sistematizar diferenças e semelhanças que existem no conjunto dos elementos naturais e sociais. É preciso que ele explore a compreensão dos alunos para os múltiplos aspectos da realidade, de modo que proporcione a eles a formação de um autoconceito. Para tanto, deve ter como objetivos, dentre outros:
I. estabelecer o conhecimento e reconhecimento de si entre o grupo de pessoas com que convive.
II. perceber diferentes raças, classes sociais e profissões.
III. entender as formas de colaboração voluntária e assistencial como básicas no sistema capitalista.
IV. analisar quem produz e quem participa da produção no sistema econômico em que está inserido.
V. conhecer como a distribuição de riquezas produzidas é realizada de forma justa, no sistema econômico capitalista.
Estão CORRETOS
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Atualmente o planeta Terra enfrenta fortes sinais de transição; o homem está revendo seus conceitos sobre natureza. Essa conscientização da humanidade está gerando novos paradigmas, determinando novos comportamentos e exigindo novas providências na gestão de recursos do meio ambiente. É preciso que tomemos partido nessa luta contra os impactos ambientais, e para isso, é importante sabermos alguns conceitos relacionados ao assunto. Sobre a poluição, é CORRETO afirmar que
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Texto 1
Renata Meirelles: “Brincar não é só alegria”
A brincadeira é uma forma de entender as dores da vida e as crianças precisam de tempo e espaço para vivê-la livremente
Você já jogou bila ou batizou uma boneca feita de capim? Há 22 anos, Renata Meirelles viaja pelo Brasil em busca de brincadeiras como essas. Desde 2000, a educadora paulistana de 48 anos, formada em Educação Física, documenta os modos tradicionais de brincar com a ajuda do marido, o cineasta David Reeks, e, mais recentemente, também com a dos filhos. Assim nasceu o projeto Território do Brincar (bit.ly/brincarterritorio), que abarca produções como o documentário homônimo de 2015, além de livros, séries infantis e artigos.
NOVA ESCOLA: O que é o brincar?
Renata Meirelles: O brincar é o mecanismo que permite conectar-se com o que há de vivo dentro de si, dos outros e dos objetos. O brincar não pode ter um fim: ele é a própria vida se expressando. No entanto, vivemos em um mundo que valoriza o que é quantificável. E o brincar não se mede, não se avalia se aquela é ou não uma boa brincadeira. Qualquer brincar que não seja espontâneo deixa de ser brincadeira para se tornar atividade.
NE: Qual é a importância do brincar para a aprendizagem?
RM: O aprendizado que traz o conhecimento como um fim é exatamente o oposto do que as crianças fazem no brincar espontâneo. O brincar livre é quando a criança vai explorar, ver o mundo, criar conexões e aprender a se frustrar. A brincadeira é cheia de angústia, de dor, não é só idílica. Ela é dura, como precisa ser. A brincadeira traz fortemente a alegria, mas não brincamos só para ser felizes mas também para entender as dores da vida. Na Educação Infantil, as crianças precisam ter 100% do seu corpo brincando.
NE: Jogar videogame ou jogos no celular é brincar?
RM: O que há de imprevisível nas tecnologias ou telas? As regras já estão definidas, o caminho é concreto. Onde há a interação, a busca de autonomia e a percepção sensorial? Não penso que devemos implodir a tecnologia, mas não vejo benefícios para a Educação Infantil. Nessa etapa, quando se fazem conexões via corpo, a tecnologia é restritiva. O uso da tecnologia para a criança pequena está muito mais ligado a uma necessidade do adulto do que da criança.
NE: O que você diria para um educador que quer trazer o brincar livre para os alunos?
RM: Acredite no potencial do brincar e dê tempo para as crianças. Deixe elas irem, mas não as abandone. Acompanhe, mas perceba junto com a criança o que é o não planejamento e o que isso cria nos pequenos: quando você não planeja, o que eles fazem? Não precisa necessariamente brincar junto o tempo todo. Ganha-se mais observando ativamente a criança na sua integridade do brincar.
NE: O que aproxima as brincadeiras no Brasil?
RM: Fico encantada ao observar as similaridades nas brincadeiras em realidades diferentes. O contexto é diverso, mas a essência é muito parecida. Brincar de casinha, por exemplo, é uma brincadeira que existe de norte a sul. Ao mesmo tempo, brincar com armas é uma brincadeira unânime em várias realidades. Mas a arma como um processo heroico que potencializa a luz e a sombra, que constrói heróis, mais do que destrói os inimigos. Por isso, não posso negar que há uma conexão muito forte que une as crianças no brincar. É uma linguagem universal.
Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/12452/renata-meirelles-brincar-nao-e-so-alegria Acesso em: 21 set. 2018. Adaptado.
Na tradição gramatical, as palavras são separadas em classes gramaticais mais ou menos estáveis. É no texto, entretanto, que essa estabilidade se mostra bastante fluida. Por exemplo, a palavra “brincar”, que normalmente é classificada como verbo, no Texto 1, funciona como substantivo no segmento sublinhado em:
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Texto 1
Renata Meirelles: “Brincar não é só alegria”
A brincadeira é uma forma de entender as dores da vida e as crianças precisam de tempo e espaço para vivê-la livremente
Você já jogou bila ou batizou uma boneca feita de capim? Há 22 anos, Renata Meirelles viaja pelo Brasil em busca de brincadeiras como essas. Desde 2000, a educadora paulistana de 48 anos, formada em Educação Física, documenta os modos tradicionais de brincar com a ajuda do marido, o cineasta David Reeks, e, mais recentemente, também com a dos filhos. Assim nasceu o projeto Território do Brincar (bit.ly/brincarterritorio), que abarca produções como o documentário homônimo de 2015, além de livros, séries infantis e artigos.
NOVA ESCOLA: O que é o brincar?
Renata Meirelles: O brincar é o mecanismo que permite conectar-se com o que há de vivo dentro de si, dos outros e dos objetos. O brincar não pode ter um fim: ele é a própria vida se expressando. No entanto, vivemos em um mundo que valoriza o que é quantificável. E o brincar não se mede, não se avalia se aquela é ou não uma boa brincadeira. Qualquer brincar que não seja espontâneo deixa de ser brincadeira para se tornar atividade.
NE: Qual é a importância do brincar para a aprendizagem?
RM: O aprendizado que traz o conhecimento como um fim é exatamente o oposto do que as crianças fazem no brincar espontâneo. O brincar livre é quando a criança vai explorar, ver o mundo, criar conexões e aprender a se frustrar. A brincadeira é cheia de angústia, de dor, não é só idílica. Ela é dura, como precisa ser. A brincadeira traz fortemente a alegria, mas não brincamos só para ser felizes mas também para entender as dores da vida. Na Educação Infantil, as crianças precisam ter 100% do seu corpo brincando.
NE: Jogar videogame ou jogos no celular é brincar?
RM: O que há de imprevisível nas tecnologias ou telas? As regras já estão definidas, o caminho é concreto. Onde há a interação, a busca de autonomia e a percepção sensorial? Não penso que devemos implodir a tecnologia, mas não vejo benefícios para a Educação Infantil. Nessa etapa, quando se fazem conexões via corpo, a tecnologia é restritiva. O uso da tecnologia para a criança pequena está muito mais ligado a uma necessidade do adulto do que da criança.
NE: O que você diria para um educador que quer trazer o brincar livre para os alunos?
RM: Acredite no potencial do brincar e dê tempo para as crianças. Deixe elas irem, mas não as abandone. Acompanhe, mas perceba junto com a criança o que é o não planejamento e o que isso cria nos pequenos: quando você não planeja, o que eles fazem? Não precisa necessariamente brincar junto o tempo todo. Ganha-se mais observando ativamente a criança na sua integridade do brincar.
NE: O que aproxima as brincadeiras no Brasil?
RM: Fico encantada ao observar as similaridades nas brincadeiras em realidades diferentes. O contexto é diverso, mas a essência é muito parecida. Brincar de casinha, por exemplo, é uma brincadeira que existe de norte a sul. Ao mesmo tempo, brincar com armas é uma brincadeira unânime em várias realidades. Mas a arma como um processo heroico que potencializa a luz e a sombra, que constrói heróis, mais do que destrói os inimigos. Por isso, não posso negar que há uma conexão muito forte que une as crianças no brincar. É uma linguagem universal.
Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/12452/renata-meirelles-brincar-nao-e-so-alegria Acesso em: 21 set. 2018. Adaptado.
O subtítulo do Texto 1, “Brincar não é só alegria”, contém, implicitamente, a seguinte mensagem:
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Uma das noções fundamentais da Matemática, a ideia de número, foi construída e aperfeiçoada ao longo de muitos séculos. Surgiu da necessidade humana de conhecer o mundo e nele sobreviver.
Acerca da construção do conceito de número pela criança, analise as afirmativas a seguir:
I. A escola deve coibir a prática de contar nos dedos; assim, ela estará favorecendo o desenvolvimento da criança no processo fundamental da construção do conhecimento matemático na escola.
II. A exploração das mãos como ferramenta no registro de quantidades e na realização de medições é uma aprendizagem social.
III. O homem primitivo não usou apenas pedras para fazer correspondência um a um ao contar seus animais. Eles usavam também as mãos para contar, levantando um dedo para cada objeto.
IV. Os dedos, por serem de fácil acesso, são o primeiro obstáculo na construção do número pela criança, porque ela irá usá-los para conferir as quantidades e nunca vai sentir a necessidade de construir o conceito de número, ficando dependente do uso dos próprios dedos para sempre.
V. A criança, mesmo dispondo de material de contagem, como tampinhas, botões ou material dourado, opta instantaneamente pela contagem apoiada nos dedos. Ao contar nos dedos, a criança em alfabetização está efetivamente fazendo Matemática e se constituindo em um ser matemático.
Estão CORRETAS
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