A Medida Canadense de Desempenho Ocupacional (COPM) é um instrumento fundamentado na prática centrada no cliente, podendo ser utilizada com crianças, adultos e idosos para definir metas e objetivos de intervenção. Considerando a estrutura da COPM, quais são os itens pontuados durante seu uso?
“Atuar com a população em situação de rua tendo como tecnologia de mediação sócio culturais, econômicas, estéticas, expressivas, esportivas, corporais, lúdicas e de convivência que sejam significativas e constituídas dialogicamente com o objetivo de facilitar o contato inicial, observar formas de circulação na cidade e nas redes de serviços, a fim de realizar o estudo do cotidiano e auxiliar na organização da vida cotidiana, da vida prática e ocupacional para elaborar projetos de vida singulares, favorecer o pertencimento social e cultural além do acesso às trocas econômicas e ao mercado de trabalho”.
Para Cavalcanti e Galvão (2007), um grupo de terapia ocupacional pode ser definido como aquele em que os participantes se reúnem na presença de um terapeuta ocupacional, num mesmo local e horário, com o objetivo de realizar uma atividade. Dada as afirmativ grupal do terapeuta ocupacional,
I. Executa a função de planejar, facilitar e coordenar o grupo.
II. O terapeuta ocupacional deve acolher os membros do grupo e apresentar o planejamento, sem maiores intervenções.
III. O planejamento da atividade membros do grupo e o terapeuta ocupacional deve apenas intermediar o processo terapêutico.
IV. O terapeuta ocupacional, não precisa, necessariamente, ser o facilitador do grupo.
V. Os membros do grupo podem dividir todas as funções, que exista um papel específico para o terapeuta ocupacional.
As órteses são recursos comumente utilizados
pelo Terapeuta Ocupacional (TO) em sua assistência
clínica, principalmente na reabilitação do membro
superior, seja por lesão traumática, doença
reumatológica, sequela de doenças neurológicas
centrais ou periféricas e sequelas por queimaduras.
As órteses se apresentam em duas categorias:
estáticas e dinâmicas. E apresentam duas propostas
de intervenção: órtese para imobilização e para
mobilização (ASSUMPÇÃO, T.S., 2005). Baseado na
primeira proposta de intervenção, os objetivos dessa
órtese são, exceto:
No decorrer do tratamento terapêutico
ocupacional de um indivíduo que sofreu lesão do
plexo braquial, o Terapeuta Ocupacional (TO) deve
compreender sobre anatomia, fisiopatologia,
cinesiologia, biomecânica, tecnologia assistiva,
testes padronizados, desempenho ocupacional,
análise de atividades. O plexo braquial forma três
troncos, sendo: superior, médio e inferior. Assinale a
alternativa correta correspondente as formações
dos troncos, respectivamente:
No último Censo Demográfico do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010,
cerca de 7% da população brasileira apresenta
alguma dificuldade em locomoção. Diversas são as
causas que ocasionam tais dificuldades, como
traumatismo crânio encefálico, lesão medular,
acidente vascular encefálico, amputações, diabetes,
obesidade, deficiência mental, mielomeningocele,
doenças neuromusculares, entre outras. Na ação
terapêutica ocupacional, pode-se prescrever ou
indicar diversos dispositivos da tecnologia assistiva
que auxiliem na mobilidade, como a cadeira de
rodas. Na prescrição da cadeira de rodas, o
Terapeuta Ocupacional (TO) considera algumas
medidas essenciais para que o dispositivo traga
suporte corporal, previna deformidades e/ou
contraturas musculares, conforto e potencialize o
desempenho ocupacional do indivíduo. Pode-se
considerar como medidas essenciais na prescrição
terapêutica ocupacional de uma cadeira de rodas,
exceto:
Segundo Silva (2011), a análise de atividade é
inerente ao tratamento terapêutico ocupacional,
independente do cliente ter uma fratura no punho,
ter sido acometido por um acidente vascular
cerebral, estar dentro do transtorno do espectro
autista ou apresentar um transtorno mental como a
esquizofrenia. Sabe-se que Ocupação são ações
rotineiras e familiares que os indivíduos realizam ao
longo de sua vida que lhe fazem sentido e
preenchem seu tempo. Sabe-se que, Atividade é
parte da ocupação que o indivíduo está envolvido e
envolve diversas tarefas. Enquanto que Tarefa é o
fazer humano propriamente dito, porém
necessitando de habilidades motoras, cognitivas,
perceptivas e interativas. Para Molina e Arnaiz apud
Cavalcanti, A.; Galvão, C. (2007), a análise de
atividade contempla em cinco áreas. Correlaciona as
colunas e em seguida, assinale a alternativa correta: Coluna 1
I – Física.
II – Sensório-perceptiva.
III – Cognitiva.
IV – Emocional.
V – Social.
Coluna 2
A. Qual grau de concentração, memória e
pensamento abstrato é necessário?
B. Qual o nível de habilidade de comunicação que se
requer? Qual grau de cooperação se espera?
C. Facilita a expressão do sentimento? Satisfaz as
necessidades? É motivante? E sobre qual aspecto da
atividade? É estimulante?
D. Que tipo de movimento é necessário? Qual grau
de força?
E. Que aspectos visuais, táteis e proprioceptivos
estão implicados?
Nas diversas áreas de atuação do Terapeuta
Ocupacional (TO), como a neurologia,
traumatoortopedia, reumatologia e na tecnologia
assistiva (prescrição, confecção e treino de
dispositivos), o TO se baseia em diversos conceitos,
sejam anatômicos, fisiológicos, cinesiológicos e
biomecânicos. Na base dos estudos cinesiológicos e
biomecânicos, o TO se baseia em três Leis de
Newton, quando prescreve alguma atividade para
seu cliente, uma delas, sendo o Princípio da ação e
reação, que se baseia em:
Na reabilitação da mão, o Terapeuta
Ocupacional (TO) é um dos mais capacitados
profissionais em utilizar estratégias e protocolos
específicos para cada caso, além de ser um
profissional que desde a base acadêmica tem em sua
grade curricular os princípios de tecnologia assistiva,
prescrição, confecção e treino de órteses. Porém,
para que o TO escolha o protocolo mais adequado
para cada caso e obtenha o melhor resultado,
considerando o desempenho ocupacional do seu
cliente, ele inicialmente lança mão de avaliações.
Estas podendo ser estruturadas ou
semiestruturadas, contendo a aplicação de testes
para uma melhor avaliação funcional da mão
(ARAUJO, P.M.P., 2005), tais como, exceto:
Sabe-se que o Terapeuta Ocupacional (TO) tem
uma vasta experiência na saúde mental. A partir da
criação dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS),
seguindo um novo modelo de atenção à saúde
mental, a desconstrução um modelo manicomial, e a
inserção do TO nesses centros. Os CAPS infanto-juvenil (CAPSij) surgem após a III Conferência
Nacional de Saúde Mental, tendo sua
regulamentação pela Portaria 336/GM em 19 de
fevereiro de 2002, pelo Ministério da Saúde. Nesse
espaço, CAPSij, o TO utiliza o brincar como
instrumento terapêutico. Em uma pesquisa
apresentada em revista científica em 2021-2022,
apresentou que os Terapeutas Ocupacionais
inseridos nos CAPSij utilizam a “Teoria do
amadurecimento emocional”, proposta por: