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Quanto ao diagnóstico dos distúrbios hemostáticos, é correto afirmar:
O tempo de trombina (TT) é um teste que avalia a quantidade e a atividade de fibrinogênio e pode ser usado para monitorar a atividade anticoagulante da heparina e dos produtos de degradação da fibrina (PDF).
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Quanto ao diagnóstico dos distúrbios hemostáticos, é correto afirmar:
Um dos principais usos do tempo de protrombina (TP), na avaliação da cascata da coagulação, refere-se aos agonistas da vitamina K ou situações similares, em que a síntese hepática dos fatores de coagulação II, VII, XI e X relacionada a essa vitamina está prejudicada.
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Para responder a essas questões, considere o caso clínico:
Cão da raça Basenji, com três anos de idade, apresentou história de poliúria e polidipsia. Os exames laboratoriais revelaram os seguintes resultados hematológicos VG (%): 33 (37 – 55), Hb (g/dL): 11,3 (12 – 18), He (x106/μ L): 4,45% (5,5 – 8,5), VGM (fL):74 (60 – 72), CHGM (g/dL): 35 (32 – 36), presença de acantócitos e esquistócitos. Bioquímica sérica glicose (mg/dL): 108 (65 – 122), ureia (mg/dL): 65 (7 – 28), creatinina (mg/dL): 2 (0,9 – 1,7), colesterol (mg/dL): 382 (130 - 370), cálcio (mg/dL): 7,2 (9 – 11,2), fósforo (mg/dL): 6,1 (2,8 – 6,1). Urinálise cor: amarela, aspecto: claro, densidade: 1025, proteína: 2+, glicose: 3+, bilirrubina: 1+, sangue: negativo, pH: 5, cetonas: traços. Na sedimentoscopia observou-se leucócitos/campo: 3 – 6, hemácias/campo: 3 – 6, células epiteliais/campo: 0 – 2, cilindros/campo: raros granulosos finos, bactérias: ausentes.
A raça em questão e a presença de glicosúria concomitante à euglicemia podem ser associadas à síndrome tipo Fanconi, em que a função tubular inadequada ocasiona perda de glicose, de proteínas e de outros solutos que seriam reabsorvidos do filtrado glomerular.
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Para responder a essas questões, considere o caso clínico:
Cão da raça Basenji, com três anos de idade, apresentou história de poliúria e polidipsia. Os exames laboratoriais revelaram os seguintes resultados hematológicos VG (%): 33 (37 – 55), Hb (g/dL): 11,3 (12 – 18), He (x106/μ L): 4,45% (5,5 – 8,5), VGM (fL):74 (60 – 72), CHGM (g/dL): 35 (32 – 36), presença de acantócitos e esquistócitos. Bioquímica sérica glicose (mg/dL): 108 (65 – 122), ureia (mg/dL): 65 (7 – 28), creatinina (mg/dL): 2 (0,9 – 1,7), colesterol (mg/dL): 382 (130 - 370), cálcio (mg/dL): 7,2 (9 – 11,2), fósforo (mg/dL): 6,1 (2,8 – 6,1). Urinálise cor: amarela, aspecto: claro, densidade: 1025, proteína: 2+, glicose: 3+, bilirrubina: 1+, sangue: negativo, pH: 5, cetonas: traços. Na sedimentoscopia observou-se leucócitos/campo: 3 – 6, hemácias/campo: 3 – 6, células epiteliais/campo: 0 – 2, cilindros/campo: raros granulosos finos, bactérias: ausentes.
A presença de acantócitos e esquistócitos, na hemopatologia, pode ser indicativa de lesão de membrana de hemácias por radicais livres ou por distúrbios no metabolismo de lipídios.
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Para responder a essas questões, considere o caso clínico:
Uma cadela, sem raça definida, com cinco anos de idade, apresentou membranas mucosas pálidas, tumefação subcutânea na região torácica e sangue ressecado nos quatro membros. Os exames laboratoriais (hemograma e bioquímica sérica) revelaram volume globular (VG): 25% (37 – 55), concentração de hemoglobina (Hb): 8,4g/dL (12 – 18), número total de hemácias (He): 4,03x106/μ L (5,5 – 8,5x106), VGM: 62fL (60 – 77), CHGM: 34% (32 – 36), reticulócitos: 44 000/μ L (<60 000), plaquetas: 315x103/μ L (200 – 580x103), proteína total plasmática: 4,6g/dL (6 – 8), proteína total sérica: 4,1g/dL (5,4 – 7,4), albumina: 2,3g/dL (2,7 - 4,5) e globulina: 1,6g/dL (1,9 – 3,4). Além do eritrograma e do perfil bioquímico, foram realizados testes de coagulação cujos resultados foram tempo de coagulação ativada (TCA): >180 segundos (72 – 86), tempo de tromboplastina parcial ativado (TTPA): 180 segundos (9 – 11), fibrinogênio: 300mg/dL (100 – 400), tempo de sangramento (TS): 4 minutos (1 – 5).
O tempo de sangramento (TS) é um teste útil e sensível para avaliar a função plaquetária, e o teste de retração do coágulo é alternativo, pois é tão sensível quanto o TS para essa finalidade.
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Para responder a essas questões, considere o caso clínico:
Um cão da raça Pastor Alemão, com quatro anos de idade, apresentou letargia aguda, além de membranas mucosas pálidas e ligeiramente ictéricas. O eritrograma revelou uma anemia acentuada cuja classificação morfológica foi a de anemia macrocítica (volume globular médio/VGM: 114fL), hipocrômica (concentração de hemoglobina globular média/CHGM: 30%), com reticulocitose (>100.000/μ L).
Considerando a possibilidade de hemoglobinúria em um animal, quanto à haptoglobina, uma proteína de fase aguda, pode-se afirmar que seus níveis séricos se encontram elevados, evitando, assim, uma maior toxicidade renal pela hemoglobina.
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A insuficiência renal crônica ocorre por perda da capacidade funcional dos rins, não havendo, pois, como tratá-la, porém se pode efetuar o manejo do paciente, proporcionando-lhes qualidade de vida.
Quanto a esse manejo, é correto afirmar:
Um adequado manejo alimentar não deve conter proteína de alto valor biológico, pois iria aumentar a produção de ureia.
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A insuficiência renal crônica ocorre por perda da capacidade funcional dos rins, não havendo, pois, como tratá-la, porém se pode efetuar o manejo do paciente, proporcionando-lhes qualidade de vida.
Quanto a esse manejo, é correto afirmar:
Um adequado manejo alimentar deve conter proteína de alto valor biológico, restrição de fósforo, sódio e adição de ácidos graxos omega 6 e 3.
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A progressão da doença cardíaca é inevitável, mas é possível manter a qualidade de vida do animal.
Com base nessa afirmativa, pode-se concluir:
Animais com insuficiência cardíaca refratária têm bom prognóstico quando são internados para uma melhor condução do manejo terapêutico.
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A progressão da doença cardíaca é inevitável, mas é possível manter a qualidade de vida do animal.
Com base nessa afirmativa, pode-se concluir:
As medicações adotadas no manejo do paciente com insuficiência cardíaca são de uso contínuo, mas podem sofrer aumento de dose e de frequência de uso conforme a evolução clínica do paciente.
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