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A perda de um animal de estimação é sentida não somente pelos responsáveis, como também, muitas
vezes, pelos médicos-veterinários que cuidaram dele. Contudo, o luto ainda é um tema ainda pouco discutido,
especialmente no campo da Medicina Veterinária.
Para preencher essa lacuna, as psicólogas Juliana Sato e Louisanne Sanchez lançaram o livro “Luto
Pet no Contexto da Medicina Veterinária”, publicado pela Editora Lucto. [...]
"O livro coloca em pauta um tema essencial para a Medicina Veterinária: a saúde mental e o acolhimento
emocional de profissionais e dos responsáveis pelos animais. Reconhecer e cuidar do luto no universo pet
fortalece a prática ética, a humanização do cuidado e a sustentabilidade da profissão”, disse a presidente do
CRMV-SP.
A obra, disponível em português e inglês, reúne 21 capítulos assinados por profissionais de diferentes
áreas e propõe caminhos de acolhimento e redes de apoio entre médicos-veterinários e sociedade. [...]
O cotidiano de médicos-veterinários é marcado por emoções intensas. Comunicar más notícias,
acompanhar tratamentos terminais e lidar com o sofrimento dos responsáveis pelos animais são experiências
que exigem não apenas preparo técnico, mas também resiliência emocional.
“Um dos principais desafios é lidar diariamente com a dor do outro, muitas vezes, sem espaço para
elaborar a própria dor”, explica Juliana Sato, coautora da obra e psicóloga especializada em saúde mental de
profissionais do segmento pet vet.
Segundo ela, a compaixão que move esses profissionais pode se transformar em desgaste e fadiga
emocional quando não há suporte adequado.
Sato defende que o acolhimento deve ser incorporado de forma prática ao cotidiano de clínicas e
hospitais veterinários, por meio de escuta qualificada, capacitação em comunicação compassiva e espaços de
troca entre as equipes.
“Reconhecer o impacto emocional do dia a dia clínico é um passo fundamental para que os profissionais
possam sustentar seu trabalho de forma saudável”, afirma.
Disponível em: bit.ly/3JKHfkg. Acesso em: 21 nov. 2025.
Considerando as informações apresentadas, o sentido atribuído à expressão em negrito corresponde à
Disponível em: bit.ly/3JKHfkg. Acesso em: 21 nov. 2025.
Considerando as informações apresentadas, o sentido atribuído à expressão em negrito corresponde à
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Texto I
Recentemente, quando um imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL) foi à Suíça para realizar um suicídio assistido — que eu prefiro chamar de morte assistida —, o assunto voltou à pauta sobre a dignidade do morrer e a possibilidade da eutanásia. No Brasil, esse procedimento é vedado pelo Código de Ética Médica, que proíbe que o médico abrevie a vida do paciente, ainda que a pedido deste ou de seu representante. [...] Além da questão da sacralidade da vida, como médico e professor, sou contrário à eutanásia porque entendo que a função primordial da medicina é o cuidado e nunca o encurtamento da vida. A eutanásia pode corromper a essência da prática médica, afastando-a do princípio nuclear de proteção da vida e alívio dos sofrimentos. Como defensor intransigente da dignidade humana, posiciono-me contrário à eutanásia porque defendo uma bioética médica centrada no cuidado, na compaixão e no desenvolvimento de alternativas, como as melhores práticas de cuidados paliativos, para garantir uma morte digna sem abrir palco para práticas que possam desvalorizar a vida.
Disponível em: bit.ly/eutanasia_opiniao_Folha_2025. Acesso em: 21 nov. 2025.
Texto II
Em seu livro póstumo ("O Sentido da Vida"), o psicanalista Contardo Calligaris afirmou que "a vida não está acima de tudo, não é o valor absoluto. Tem uma série de coisas que estão acima da vida". Convido você, leitor, a imaginar que tem uma doença grave, incurável, que te causa sofrimento físico, social, emocional e/ou espiritual de maneira intolerável. Você sabe que vai morrer dessa doença, que não será hoje e que, quando acontecer, possivelmente te encontrará inconsciente ou sem lucidez. Consegue imaginar coisas que estão acima da sua vida? Consegue imaginar coisas que te parecem piores do que a morte? [...] No Brasil, vários argumentos são usados contra a eutanásia. A título de exemplo, "só Deus tira a vida" e "quem tem acesso a cuidados paliativos não quer eutanásia". Tais argumentos partem de premissas falaciosas. O primeiro desconsidera que vivemos em um Estado laico e que, portanto, o uso de razões religiosas para cercear liberdades individuais é inconstitucional; o segundo desconsidera que, mesmo em países com acesso universal a cuidados paliativos, há pacientes que optam pela eutanásia.
Disponível em: bit.ly/eutanasia_opiniao_Folha_2025. Acesso em: 21 nov. 2025.
Considerando os modos de construção argumentativa presentes nos Textos I e II, assinale a alternativa incorreta.
Recentemente, quando um imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL) foi à Suíça para realizar um suicídio assistido — que eu prefiro chamar de morte assistida —, o assunto voltou à pauta sobre a dignidade do morrer e a possibilidade da eutanásia. No Brasil, esse procedimento é vedado pelo Código de Ética Médica, que proíbe que o médico abrevie a vida do paciente, ainda que a pedido deste ou de seu representante. [...] Além da questão da sacralidade da vida, como médico e professor, sou contrário à eutanásia porque entendo que a função primordial da medicina é o cuidado e nunca o encurtamento da vida. A eutanásia pode corromper a essência da prática médica, afastando-a do princípio nuclear de proteção da vida e alívio dos sofrimentos. Como defensor intransigente da dignidade humana, posiciono-me contrário à eutanásia porque defendo uma bioética médica centrada no cuidado, na compaixão e no desenvolvimento de alternativas, como as melhores práticas de cuidados paliativos, para garantir uma morte digna sem abrir palco para práticas que possam desvalorizar a vida.
Disponível em: bit.ly/eutanasia_opiniao_Folha_2025. Acesso em: 21 nov. 2025.
Texto II
Em seu livro póstumo ("O Sentido da Vida"), o psicanalista Contardo Calligaris afirmou que "a vida não está acima de tudo, não é o valor absoluto. Tem uma série de coisas que estão acima da vida". Convido você, leitor, a imaginar que tem uma doença grave, incurável, que te causa sofrimento físico, social, emocional e/ou espiritual de maneira intolerável. Você sabe que vai morrer dessa doença, que não será hoje e que, quando acontecer, possivelmente te encontrará inconsciente ou sem lucidez. Consegue imaginar coisas que estão acima da sua vida? Consegue imaginar coisas que te parecem piores do que a morte? [...] No Brasil, vários argumentos são usados contra a eutanásia. A título de exemplo, "só Deus tira a vida" e "quem tem acesso a cuidados paliativos não quer eutanásia". Tais argumentos partem de premissas falaciosas. O primeiro desconsidera que vivemos em um Estado laico e que, portanto, o uso de razões religiosas para cercear liberdades individuais é inconstitucional; o segundo desconsidera que, mesmo em países com acesso universal a cuidados paliativos, há pacientes que optam pela eutanásia.
Disponível em: bit.ly/eutanasia_opiniao_Folha_2025. Acesso em: 21 nov. 2025.
Considerando os modos de construção argumentativa presentes nos Textos I e II, assinale a alternativa incorreta.
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Em entrevista à GALILEU, a pesquisadora Nataliya Kosmyna, do MIT Media Lab, defende que o
ChatGPT não está exatamente “nos deixando mais burros”. Mas é preciso saber o momento certo de usá-lo,
para não atrapalhar a aprendizagem. [...]
Galileu: No Brasil, muitas pessoas trataram o estudo como uma prova de que o ChatGPT está nos deixando mais burros. Como você responde a essa interpretação? Nataliya Kosmyna: Não é uma prova definitiva. Para termos algo mais definitivo — o que estamos tentando alcançar, convidando pesquisadores de todo o mundo para formar parcerias — precisamos trabalhar com populações maiores. Precisamos incluir também diferentes faixas etárias e levar em consideração que o estudo analisou ensaios, o que pessoalmente considero uma tarefa criativa bastante complexa. Afinal, o ensaio não diz respeito ao ensaio em si, e sim a ensinar uma pessoa a expressar ideias, manter um fluxo consistente de argumentos. Mas é muito importante também entender outros casos de uso. Galileu: O que você acha que pode se perder nessas simplificações? Nataliya Kosmyna: Quando vejo as pessoas dizendo “meu Deus, a IA apodrece o cérebro”, eu sempre tomo muito cuidado. Afinal, sou uma pesquisadora que trabalha com cérebro há 16 anos. Mas também trabalho com IA. Toda minha formação foi em IA, antes de ser algo popular. Então, é muito importante saber duas coisas: estamos falando sobre LLMs, os modelos de linguagem de larga escala. Mas a IA em si existe há 50, 60 anos. Ela já era usada para análise de dados. São coisas diferentes. Sempre recomendo às pessoas nomearem especificamente a ferramenta sobre a qual estão falando. Aqui, estudamos o uso de LLMs para ajudar na escrita de ensaio. Não é sobre toda a IA.
[...] KOSMYNA, N. A IA apodrece o cérebro? Cuidado! Entrevista concedida a Marília Marasciulo. Galileu, São Paulo, ed. 401, p. 26-46, ago. 2025.
Na organização da entrevista, o encadeamento das duas afirmações em negrito exerce a função de
Galileu: No Brasil, muitas pessoas trataram o estudo como uma prova de que o ChatGPT está nos deixando mais burros. Como você responde a essa interpretação? Nataliya Kosmyna: Não é uma prova definitiva. Para termos algo mais definitivo — o que estamos tentando alcançar, convidando pesquisadores de todo o mundo para formar parcerias — precisamos trabalhar com populações maiores. Precisamos incluir também diferentes faixas etárias e levar em consideração que o estudo analisou ensaios, o que pessoalmente considero uma tarefa criativa bastante complexa. Afinal, o ensaio não diz respeito ao ensaio em si, e sim a ensinar uma pessoa a expressar ideias, manter um fluxo consistente de argumentos. Mas é muito importante também entender outros casos de uso. Galileu: O que você acha que pode se perder nessas simplificações? Nataliya Kosmyna: Quando vejo as pessoas dizendo “meu Deus, a IA apodrece o cérebro”, eu sempre tomo muito cuidado. Afinal, sou uma pesquisadora que trabalha com cérebro há 16 anos. Mas também trabalho com IA. Toda minha formação foi em IA, antes de ser algo popular. Então, é muito importante saber duas coisas: estamos falando sobre LLMs, os modelos de linguagem de larga escala. Mas a IA em si existe há 50, 60 anos. Ela já era usada para análise de dados. São coisas diferentes. Sempre recomendo às pessoas nomearem especificamente a ferramenta sobre a qual estão falando. Aqui, estudamos o uso de LLMs para ajudar na escrita de ensaio. Não é sobre toda a IA.
[...] KOSMYNA, N. A IA apodrece o cérebro? Cuidado! Entrevista concedida a Marília Marasciulo. Galileu, São Paulo, ed. 401, p. 26-46, ago. 2025.
Na organização da entrevista, o encadeamento das duas afirmações em negrito exerce a função de
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Cinco sucuris verdes (Eunectes murinus) do mesmo recinto morreram sequencialmente no jardim
zoológico da Universidade Federal de Mato Grosso, em Cuiabá, Centro-Oeste do Brasil. As lesões primárias
em todas as serpentes foram enterocolite e hepatite necrótica severa, associada a trofozoítos intralesionais
PAS positivos, morfologicamente compatíveis com Entamoeba. Os protozoários estavam distribuídos
aleatoriamente no intestino e fígado das cinco sucuris e no estômago, nos rins e nos pulmões de três sucuris.
O recinto das serpentes tinha contato com o recinto vizinho que abrigava jacarés e tartarugas. Com base nos
achados clínicos, macroscópicos, histopatológicos, e no teste de imunofluorescência, que marcou trofozoítos,
concluiu-se que as sucuris estavam infectadas por Entamoeba invadens.
SOUZA, B. C. et al. Mortalidade por Entamoeba invadens em sucuris verdes (Eunectes murinus) de um zoológico. Resumo. Pesquisa Veterinária Brasileira, v. 45, e07585, 2025.
A progressão temática do resumo acadêmico organiza-se de modo a
SOUZA, B. C. et al. Mortalidade por Entamoeba invadens em sucuris verdes (Eunectes murinus) de um zoológico. Resumo. Pesquisa Veterinária Brasileira, v. 45, e07585, 2025.
A progressão temática do resumo acadêmico organiza-se de modo a
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No fim de abril, a Agência de Assistência Jurídica (Legal Aid Agency) do Reino Unido confirmou um
ataque cibernético aos dados da entidade que provocou o vazamento de informações pessoais dos
requerentes, como endereços, datas de nascimento, números de identidade, informações financeiras e
registros criminais. O primeiro levantamento aponta que as informações são de cidadãos que buscaram o
serviço jurídico nos últimos 15 anos.
Apesar do episódio e de outros ciberataques bem-sucedidos na Grã-Bretanha nos últimos meses –
como na varejista Marks & Spencer –, desde 2024, a América Latina se tornou o principal alvo da atividade de
hackers. De acordo com o Banco Mundial, na última década, a região apresentou um crescimento anual de
25% em ciberataques, enquanto em nível global essa taxa foi de 21% ao ano. Entre as principais razões desse
aumento está a velocidade de investimento em cibersegurança, que não conseguiu acompanhar o crescimento
na utilização de dispositivos IoT, do setor de e-commerce e da ampliação das ferramentas digitais para gestão
governamental.
Do ponto de vista econômico, a pesquisa Digital Trust Insights 2025, realizada pela PwC, indica que as
empresas brasileiras foram uma das que mais sofreram financeiramente com os ataques cibernéticos em 2024.
Entre as companhias dos países participantes do estudo, um terço delas sofreu perdas mínimas de US$ 1
milhão com ciberataques, nos últimos três anos. Além disso, a complexidade do ciberespaço tem promovido
um crescimento na desigualdade cibernética, tanto entre pequenas e grandes empresas, quanto entre
economias desenvolvidas e emergentes, como aponta o Panorama Global de Cibersegurança 2025, do Fórum
Econômico Mundial. [...]
Disponível em: bit.ly/ciberseguranca_MIT_Technology_Review. Acesso em: 21 nov. 2025.
A expressão em negrito, em articulação com a ideia que se segue, estabelece uma relação de
Disponível em: bit.ly/ciberseguranca_MIT_Technology_Review. Acesso em: 21 nov. 2025.
A expressão em negrito, em articulação com a ideia que se segue, estabelece uma relação de
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A notificação compulsória de doenças é a
comunicação obrigatória à autoridade de
saúde, realizada pelos médicos, enfermeiros,
profissionais de saúde em geral ou
responsáveis pelos estabelecimentos de
saúde, públicos ou privados, podendo ser
imediata ou semanal. Assinale a alternativa que
apresenta doença/agravo de notificação
compulsória semanal.
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A Atenção Básica caracteriza-se por um
conjunto de ações de saúde, no âmbito
individual e coletivo, que abrangem a
promoção e a proteção da saúde, a prevenção
de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a
reabilitação e a manutenção da saúde. Diante
do exposto, analise as afirmativas abaixo sobre
as atribuições comuns a todos os profissionais
que compõem as Equipes de Saúde da Família.
I. Participar do processo de territorialização e mapeamento da área de atuação da equipe, identificando grupos, famílias e indivíduos expostos a riscos e vulnerabilidades.
II. Manter atualizado o cadastramento das famílias e dos indivíduos no sistema de informação e utilizar, de forma sistemática, os dados para a análise da situação de saúde da população, priorizando as situações a serem acompanhadas no planejamento local.
III. Realizar o cuidado da saúde da população adscrita, prioritariamente no âmbito da unidade de saúde e, quando necessário, no domicílio e nos demais espaços comunitários (escolas, associações, entre outros).
IV. Realizar ações de atenção à saúde conforme a necessidade de saúde da população local, bem como as previstas nas prioridades e nos protocolos da gestão local.
Estão corretas as afirmativas:
I. Participar do processo de territorialização e mapeamento da área de atuação da equipe, identificando grupos, famílias e indivíduos expostos a riscos e vulnerabilidades.
II. Manter atualizado o cadastramento das famílias e dos indivíduos no sistema de informação e utilizar, de forma sistemática, os dados para a análise da situação de saúde da população, priorizando as situações a serem acompanhadas no planejamento local.
III. Realizar o cuidado da saúde da população adscrita, prioritariamente no âmbito da unidade de saúde e, quando necessário, no domicílio e nos demais espaços comunitários (escolas, associações, entre outros).
IV. Realizar ações de atenção à saúde conforme a necessidade de saúde da população local, bem como as previstas nas prioridades e nos protocolos da gestão local.
Estão corretas as afirmativas:
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Uma equipe da estratégia de saúde da família
(ESF) realiza visita domiciliar na residência de
um paciente e aproveita a visita para levar
apenas uma caixa do medicamento para o
mesmo, pois o paciente não consegue sair de
casa. A prescrição é de Medicamento X, de 8
em 8 horas, prescrito em uso contínuo, via oral.
Na farmácia dessa unidade, a caixa do
medicamento tem 60 comprimidos na dosagem
prescrita. Assinale a alternativa correta
considerando o tempo que vai durar o
medicamento X para que a equipe se programe
para uma nova visita domiciliar, levando em
consideração que o paciente não fique sem
medicação.
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Os registros de enfermagem são inerentes ao
processo do cuidar e essenciais para uma
comunicação segura entre profissionais de
enfermagem e a equipe de saúde. Para além do
cuidado, os registros estão relacionados a
inúmeras finalidades, como o ensino, pesquisa
e extensão, esclarecimento de processos
éticos e judiciais, avaliação da qualidade da
assistência prestada, salientando que a
realização do registro é uma obrigação ética e
legal dos profissionais de enfermagem
(COFEN, 2023). Em relação aos registros de
enfermagem, analise as afirmativas abaixo.
I. Eficácia - Os registros devem conter informações completas e pertinentes para a continuidade da assistência ou para condutas a serem tomadas. A eficácia é o alcance e a segurança dos resultados esperados de uma determinada ação, cumprindo metas planejadas.
II. Unidades internacionais - O Sistema Internacional de Unidades, abreviado pela sigla SI, é um conjunto de sete unidades de medida básicas, baseadas nas grandezas físicas fundamentais: comprimento, tempo, massa, corrente elétrica, temperatura termodinâmica, quantidade de matéria e intensidade luminosa.
III. Concisão - As informações devem ser fornecidas de modo que a comunicação possa ser de fácil entendimento, objetiva e exprimindo o maior número de ideias em poucas palavras. Uma anotação curta e bem redigida é mais facilmente assimilada do que uma longa e irrelevante.
Estão corretas as afirmativas:
I. Eficácia - Os registros devem conter informações completas e pertinentes para a continuidade da assistência ou para condutas a serem tomadas. A eficácia é o alcance e a segurança dos resultados esperados de uma determinada ação, cumprindo metas planejadas.
II. Unidades internacionais - O Sistema Internacional de Unidades, abreviado pela sigla SI, é um conjunto de sete unidades de medida básicas, baseadas nas grandezas físicas fundamentais: comprimento, tempo, massa, corrente elétrica, temperatura termodinâmica, quantidade de matéria e intensidade luminosa.
III. Concisão - As informações devem ser fornecidas de modo que a comunicação possa ser de fácil entendimento, objetiva e exprimindo o maior número de ideias em poucas palavras. Uma anotação curta e bem redigida é mais facilmente assimilada do que uma longa e irrelevante.
Estão corretas as afirmativas:
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A gestão de crises e emergências em saúde
pública exige preparação, resposta e
recuperação, envolvendo a elaboração de
planos adaptáveis para diversas situações.
Conforme a Resolução COFEN 661/2021, esta
atividade é privativa do enfermeiro, que utiliza
protocolos para realizar acolhimento e
classificar o risco, para garantir agilidade e
segurança. Em relação ao acolhimento com
classificação de risco, analise as afirmativas
abaixo.
I. No Brasil, a classificação mais comum é o Protocolo de Manchester, que utiliza cinco cores para classificar o risco de piora clínica de cada paciente. Geralmente, elas são: vermelho, laranja, amarelo, verde e azul. A cor vermelha representa os casos mais graves, e a azul, os menos graves.
II. A classificação de risco é utilizada no acolhimento hospitalar para se fazer uma avaliação inicial do paciente e determinar a necessidade de um atendimento mais urgente. Esse método permite saber a gravidade do estado de saúde dos pacientes, seu potencial de risco, o grau de sofrimento, entre outras informações.
III. Essa classificação de cores já é usada na maior parte dos equipamentos de saúde pelo mundo, como clínicas e hospitais. Diversos fatores são levados em consideração para determinar a classificação de risco em cores, como: dor, sinais vitais, pressão, sintomas, entre outros.
Estão corretas as afirmativas:
I. No Brasil, a classificação mais comum é o Protocolo de Manchester, que utiliza cinco cores para classificar o risco de piora clínica de cada paciente. Geralmente, elas são: vermelho, laranja, amarelo, verde e azul. A cor vermelha representa os casos mais graves, e a azul, os menos graves.
II. A classificação de risco é utilizada no acolhimento hospitalar para se fazer uma avaliação inicial do paciente e determinar a necessidade de um atendimento mais urgente. Esse método permite saber a gravidade do estado de saúde dos pacientes, seu potencial de risco, o grau de sofrimento, entre outras informações.
III. Essa classificação de cores já é usada na maior parte dos equipamentos de saúde pelo mundo, como clínicas e hospitais. Diversos fatores são levados em consideração para determinar a classificação de risco em cores, como: dor, sinais vitais, pressão, sintomas, entre outros.
Estão corretas as afirmativas:
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