Entenda o seguinte caso.
Paciente do sexo masculino, 57 anos, teve acidente vascular cerebral (AVC) há 6 meses, permanecendo com déficit de mobilidade e parcialmente dependente. Foi internado com perda de 15% do seu peso usual após o AVC e pneumonia, e segundo avaliação funcional da deglutição, apresenta disfagia orofaríngea com comprometimento grave e aspiração laringotraqueal, sem previsão de reversão do quadro, porém com demais segmentos do trato gastrointestinal íntegros e presença de ruídos hidroaéreos. De acordo com os familiares, paciente permaneceu com sonda nasoenteral até 2 meses após o AVC e atualmente fazia uso de dieta líquida oral no domicílio.
Com relação à via de alimentação para esse paciente, indica-se: