O cenário teatral da segunda metade do século XX viu surgir um grupo americano que rompeu com os moldes tradicionais do fazer teatral, propondo um novo teatro. Trata-se do Living Theatre, que, no início dos anos 1960, saiu dos Estados Unidos e passou a viver na Europa. Margot Bertholt, em História Mundial do Teatro (2004), afirma que seus fundadores, Julian e Judith Beck diziam que o tipo de teatro que faziam era inseparável da orientação anarquista e pacifista que tinham, bem como resultado direto do estilo de vida comunitário do grupo. As experimentações do grupo passaram por questões importantes da produção teatral, como dramaturgia e espaço de representação, entre outras. Sobre essas duas questões do fazer teatral, são contribuições do Living Theatre:
I. exploração de espaços não convencionais para a representação teatral.
II. retomada do autor como centro do processo teatral em detrimento do diretor.
III. proposta de criação dramatúrgica colaborativa e coletiva.
IV. rompimento da quarta parede pelo uso de novas mídias.
V. grande impulso ao Teatro do Absurdo, com montagens de Beckett e Ionesco.
Está correto o que se afirma APENAS em