Em “Ritmo 10”, performance aberta ao público de Marina Abramovic, de 1973, um gravador de áudio é usado para registrar o som das batidas feitas pela faca que bate entre seus dedos. A artista interrompe a ação e a sequência de sons, cada vez que, acidentalmente, se fere com a faca. Ao final da primeira parte da performance, ela rebubina a fita de áudio e, repetindo a ação, tenta com afinco realizar as sequências no mesmo ritmo em que ouvimos na fita, enquanto realiza um novo registro em um segundo gravador.
Considerando a especificidade da performance, esta obra ocorre em:
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