TEXTO 2:
“(...) Essas ideias de Laban, datadas da primeira metade do século XX, deixaram marcas profundas nas práticas e discursos do ensino de dança no Brasil. Não é somente Laban que acreditava na dissociação entre o mundo da produção artística profissional e o mundo da educação escolarizada: grande parte do professorado, da classe artística e do público brasileiro até hoje defendem essas ideias, ignorando a necessidade de produção artística para o alunado e de educação – em seu sentido mais amplo – para os profissionais da dança. As experiências inócuas de laissez-faire em dança que ainda hoje ocorrem em nossas escolas (jogos com panos, cores, nariz de palhaço, “dance e seja feliz”) estão provavelmente alicerçadas nos argumentos arcaicos de Laban sobre a educação, na falta de uma visão mais crítica em relação à dança e à educação nos dias de hoje.”
Fonte: Isabel Marques. Revisitando a dança educativa moderna de Rudof Von Laban.
Revista Sala Preta: São Paulo, 2011)
Em relação ao Texto 2, a autora defende que: