Diante de um estudante que parece imune ao contato e com possíveis comprometimentos no desenvolvimento, muitas vezes os professores se interrogam sobre as possibilidades de ensinar quem não demonstra interesse pelos conteúdos escolares. Para lidar com essa situação, especificamente pensando no caso de estudantes com TEA, as Orientações para Atendimento de Estudantes: Transtorno do Espectro do Autismo, da SME, afirmam que uma condição fundamental para que o professor possa apostar no processo de escolarização, a partir da perspectiva inclusiva, é estar pautado no princípio da