Paul Griffiths, em seu livro “A música moderna”, afirmou:
“Schoenberg não tinha tempo para alunos de composição que o procuravam querendo aprender os rudimentos da revolução, mas tampouco desmerecia os que não se sentiam capazes de acompanhá-lo em território desconhecido. O estilo musical era uma questão individual, e a principal lição que transmitia era a de que incumbe ao artista a responsabilidade moral de ser fiel a sua própria visão”.
(GRIFFITHS, Paul. A música moderna. Uma história concisa e ilustrada de Debussy a Boulez. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1978, p.31).
A despeito de sua falta de tempo, A. Schoenberg teve alunos ilustres, tais como A. Berg e A. Webern, que seguiram seus princípios atonais de composição. A respeito dessas informações, é correto afirmar: