O ano de 2020 mudou a vida e a rotina das pessoas. Nesse ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou emergência de saúde pública de importância internacional. Em razão da alta taxa de transmissibilidade da doença, medidas de saúde pública foram adotadas pelos países com o objetivo de diminuir sua propagação, entre elas o distanciamento físico e o isolamento social por meio da imposição de quarentenas e lockdown. Tais medidas geraram alterações profundas nas condições de vida e nos modos de relacionamento interpessoal. O medo e as inseguranças que emergiram com a pandemia, junto com as perdas de familiares e de pessoas queridas, contribuíram para que um contingente significativo da população apresentasse níveis mais elevados de ansiedade, estresse, sentimentos de desamparo e solidão, preocupação e sensação de falta de controle diante das inúmeras incertezas do momento. Consequentemente, verifica-se um aumento no número de agravos à saúde mental e a intensificação dos sintomas em indivíduos com transtornos pré-existentes, incluindo os transtornos alimentares.
COUTINHO, C. O.; et. al. O impacto da pandemia de Covid-19 nos
transtornos alimentares e seu tratamento: uma revisão integrativa da literatura.
10, n. 10. Research Society and Development, 2021, com adaptações.
Com base no exposto, em relação aos transtornos alimentares, assinale a alternativa correta.