Sociedades modernas e industrializadas parecem convergir em um padrão dietético
com alto teor de gorduras totais, colesterol, açúcar, carboidratos refinados, baixo
teor de ácidos graxos insaturados e fibra, padrão frequentemente denominado
de “dieta ocidental” e ligado ao aumento de vida sedentária. Esta característica,
observada nas sociedades de alta renda, também se verifica, em proporção
crescente, na população de baixa renda, resultando no incremento da obesidade
e no surgimento de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT). (FISBERG. In:
CUPPARI, 2005. p. 63-70).
O consumo de alimentos contendo flavonoides está relacionado, inversamente, com a mortalidade por doença arterial coronariana, por inibir a oxidação do LDL — colesterol — e reduzir a agregação plaquetária.