A absorbância de uma amostra foi medida em condições padronizadas a partir de uma fonte de luz conhecida e colimada em determinado comprimento de onda, caminho ótico conhecido em uma cubeta de dimensões padronizadas e um indicador eletrônico da intensidade da luz absorvida pela amostra. Sabendo que o valor da absorbância medida é proporcional à concentração da substância amostrada na cubeta de acordo com a equação de Lambert–Beer:
A = !$ \varepsilon !$bc
Onde:
A é a absorbância da amostra;
!$ \varepsilon !$ é a absortividade molar da substância analisada;
b é o comprimento do caminho seguido pela luz, convencionado em medida unitária (cubeta quadrada de 1 cm por 1 cm);
c é a concentração da espécie absorvente.

Comparando-se 3 amostras da mesma substância entre si, chega-se a 3 leituras diferentes de Absorbância, medidas sempre no mesmo comprimento de onda de 540 nm:
Amostra 1 ………… A1 = 2,0
Amostra 2 ………… A2 = 4,0
Amostra 3 ..……….. A3 = 1,0
A partir desses resultados, é correto afirmar que a amostra