Em uma reunião pedagógica, a equipe de um CEI discutia a temática do racismo na Educação Infantil, proposta pelo coordenador pedagógico Joel, que se identifica como homem negro. A professora Marina argumentou que, por identificar-se como mulher branca, entendia que seu papel era manter-se na escuta, evitando manifestar-se sobre uma experiência que não a afetava, como o preconceito racial: “Eu não tenho lugar de fala, sabe? Penso que respeitoso é ouvir, você me entende?”. Em plena consonância com a perspectiva adotada no documento Currículo da Cidade: Educação Antirracista: Orientações Pedagógicas, da SME, Joel