The Living Theatre e Performance Group, passaram de um tipo de representação a partir de um texto acabado para outro da própria experiência humana, no qual o ator não é o porta-voz do dramaturgo por meio da personagem que interpreta, mas o indivíduo que se representa a si mesmo, que se oferece em espetáculo. Nesse formato, o ator radicaliza sua presença englobando tarefas de dramaturgo e encenador. Não se suprime o texto nem a encenação, mas o ator, escrevendo e dirigindo, totaliza em sua pessoa os elementos distintos do espetáculo.
(Editado de Magaldi)
Essa abordagem, segundo Magaldi, é denominada