A terapia nutricional (TN) do paciente grave é um dos maiores desafios clínicos dentro da Unidade de Terapia Intensiva.
A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.
I. A doença grave tem como ponto em comum a inflamação sistêmica, que promove alterações metabólicas previsíveis que interferem em todo o suporte nutricional, por isso a dieta oligomérica ou semielementar deve ser a fórmula de partida, ou seja, inicial da terapia nutricional enteral.
II. A TN deve ser instituída nas primeiras 24 - 48 horas na presença de estabilidade hemodinâmica, especialmente em pacientes com diagnóstico de desnutrição e (ou) catabolismo intenso decorrente do quadro patológico, e quando não houver previsão de ingestão adequada em 3 a 5 dias sem considerar o peso corporal.
III. No paciente grave em terapia nutricional enteral, a sonda na posição pós-pilórica, independente do risco de aspiração, reduz a taxa de complicações gastrointestinais e permite a maior oferta de nutrientes.
IV. O uso de drogas vasoativas para a manutenção da estabilidade hemodinâmica contraindica o início da terapia nutricional enteral e parenteral.
V. A arginina pode ser utilizada em muitos pacientes graves cirúrgicos, traumatizados e queimados, sem infecção e com estabilidade hemodinâmica.
Pode-se afirmar que estão CORRETAS