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57753 Ano: 2001
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás
Provas:

PETROBRAS: ganhos com
fundos já são de 24% no ano

A partir de 31 de agosto de 2001, os cotistas dos fundos de privatização PETROBRAS puderam fazer resgates das cotas sem o desconto de 20%, garantindo, assim, ganhos bem acima da média das outras modalidades de investimento disponíveis no mercado.

Quando do seu lançamento, as cotas podiam ser adquiridas com recursos próprios ou com o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Os cotistas que optaram por esses fundos ganharam rendimentos de 24% no período de 1.o/1/2001 a 31/8/2001, enquanto determinadas ações da Bolsa de Valores de São Paulo sofreram uma desvalorização de 9% no mesmo período. Alguns fundos chegaram bem perto da valorização do dólar comercial nesse mesmo período: o Bradesco FGTS Private PETROBRAS, por exemplo, rendeu 25%, contra 27% do dólar comercial.

Os investidores podem optar por manter o dinheiro aplicado em ações da PETROBRAS, garantindo retorno maior que o oferecido pelo FGTS, que é igual a TR + 3% ao ano. O preço-alvo das ações ordinárias da PETROBRAS para 31/12/2001 gira entre R$ 75,00 e R$ 90,00, sendo que, em 31/8/2001, esse valor já era de R$ 57,00. Caso se confirmem as previsões, e o preço da ação atinja o valor mais conservador, o retorno dos fundos de privatização PETROBRAS em 2001 será de 32%, contra os esperados 6% do FGTS.

Jornal do Commercio (com adaptações).

Com base nas informações do texto CE-III, julgue o item seguinte.

Se atingir o “valor mais conservador” de R$ 75,00, o preço da ação ordinária da PETROBRAS terá valorizado mais de 30% no período de 1.o/9/2001 a 31/12/2001.

 

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