A vitamina D é um hormônio esteroide produzido de forma endógena, nos tecidos cutâneos após a exposição solar, bem como obtida pela ingesta de alimentos específicos ou por suplementação. Diversos estudos recentes mostram deficiência de vitamina D em proporções epidêmicas em várias partes do mundo, atingindo todas as faixas etárias e acompanhada de diversos agravos à saúde.
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( ) Existem duas formas de vitamina D: a vitamina D2 e a vitamina D3. A primeira provém de alimentos de origem animal como peixes com alto teor de gordura como salmão e atum. A segunda provém de duas fontes: síntese cutânea em seres humanos e produzida por plantas como cogumelos expostos a raios UV.
( ) A maior parte da vitamina D é estocada no fígado ou sofre hidroxilação no carbono 25, iniciando, assim, sua ativação. É convertida em 25-hidroxivitamina D [25(OH)D3] a forma circulante de maior quantidade; porém, biologicamente inerte. O estado individual da vitamina D pode ser estimado medindo-se as concentrações de 25-hidroxivitamina D [25(OH)D3].
( ) Quando os níveis séricos de cálcio caem, as glândulas paratireoides são estimuladas a secretar o hormônio paratireoideo (PTH), que estimula a síntese da vitamina D ativa, denominada calcidiol. Quando os níveis de cálcio aumentam, há inibição da mobilização do cálcio ósseo pela calcitonina. Mecanismo fundamental para a homeostase de cálcio no organismo.
( ) A má absorção de cálcio ocorre na insuficiência renal crônica porque a hidroxilação renal é necessária para ativar a vitamina D, que promove síntese de uma proteína ligadora de cálcio nas células absortivas intestinais.
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