“Os professores estão por demais preocupados com suas
metodologias. Seguidamente solicitam ‘receitas de avaliação’.
No entanto, de nada valem as orientações metodológicas se
não estiverem fundamentadas em uma concepção
libertadora de avaliação. O ‘como fazer’ é decorrente do ‘por
que fazer’. Então, a pergunta fundamental é ‘por que
avaliamos? ’ ou ‘a serviço de quem avaliamos?’ Se a resposta
a essas questões não tiver como enfoque principal o
educando como ser social e político, sujeito do seu próprio
desenvolvimento, de nada valerão as inovações que vierem a
ser introduzidas”.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação: Mito & Desafio. Porto Alegre: Educação e Realidade. 10ª ed. 1993, p. 93.
“Entre as metodologias sugeridas para desenvolver o currículo inscrevem-se a necessidade de se propor aos alunos tarefas de aprendizagem mais diversificadas e relacionadas com a vida real, a utilização de materiais manipulativos, o envolvimento em projetos destinados a resolver situações problemáticas ou o recurso ao trabalho de grupo. A concretização dessas recomendações exige novas formas de avaliar. Uma prática de avaliação tradicional, quase exclusivamente baseada em testes de papel e lápis, seria insuficiente e até totalmente desajustada, pois tenderia a ignorar todas as competências que vão além da aquisição de conhecimentos”.
FERNANDES, Domingos. Avaliar para aprender: fundamentos, práticas e políticas. SP: Editora da Unesp, 2009, p. 91.
Ambos os excertos convergem para uma concepção de avaliação
HOFFMANN, Jussara. Avaliação: Mito & Desafio. Porto Alegre: Educação e Realidade. 10ª ed. 1993, p. 93.
“Entre as metodologias sugeridas para desenvolver o currículo inscrevem-se a necessidade de se propor aos alunos tarefas de aprendizagem mais diversificadas e relacionadas com a vida real, a utilização de materiais manipulativos, o envolvimento em projetos destinados a resolver situações problemáticas ou o recurso ao trabalho de grupo. A concretização dessas recomendações exige novas formas de avaliar. Uma prática de avaliação tradicional, quase exclusivamente baseada em testes de papel e lápis, seria insuficiente e até totalmente desajustada, pois tenderia a ignorar todas as competências que vão além da aquisição de conhecimentos”.
FERNANDES, Domingos. Avaliar para aprender: fundamentos, práticas e políticas. SP: Editora da Unesp, 2009, p. 91.
Ambos os excertos convergem para uma concepção de avaliação
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