Foram encontradas 70 questões.
“Ao longo das diferentes etapas do ensino obrigatório
temos que diferenciar entre o processo que cada aluno segue
e os resultados ou competências que vai adquirindo. Um dos
problemas que colocávamos no começo deste tópico era a
dificuldade de expressar com uma única nota ou indicação o
conhecimento que temos a respeito da aprendizagem do
aluno, geralmente numa disciplina. A informação de que
dispomos não se refere apenas aos conhecimentos que
adquiriu, como também à dedicação que despendeu e ao
progresso que realizou. É evidente que dificilmente
poderemos resumir numa indicação apenas, seja uma nota ou
um conceito, a complexidade da informação. Por isso é
imprescindível elaborar alguns registros completos que
ajudem a entender o que está acontecendo a cada menino e
menina, que incluam observações suficientes, com todos os
dados que permitam conhecer em profundidade a
complexidade dos processos que cada aluno realiza.
Esquematicamente, deveríamos poder diferenciar entre o
que se espera de cada aluno, o processo seguido, as
dificuldades que encontrou, sua implicação na aprendizagem,
os resultados obtidos e as medidas que é preciso tomar.”
ZABALA, Antoni. A prática pedagógica: como ensinar. Porto Alegre: Artmed. 1998, p. 213
A avaliação está condicionada à função social atribuída ao ensino e à concepção de aprendizagem. Na perspectiva adotada por Antoni Zabala, qual é a principal dificuldade ao se tentar informar a aprendizagem de um aluno por meio de uma única nota ou indicação?
ZABALA, Antoni. A prática pedagógica: como ensinar. Porto Alegre: Artmed. 1998, p. 213
A avaliação está condicionada à função social atribuída ao ensino e à concepção de aprendizagem. Na perspectiva adotada por Antoni Zabala, qual é a principal dificuldade ao se tentar informar a aprendizagem de um aluno por meio de uma única nota ou indicação?
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“Nessa organização curricular, como já destaquei, as
disciplinas escolares são definidas em função das finalidades
sociais a serem atendidas, e não em função das disciplinas de
referência. Não se trata, porém, das finalidades sociais do
mundo produtivo ou do sistema social vigente, como no caso
do currículo por competências. A posição central do
pensamento de Dewey é de que o currículo não pode ser um
anexo externo à vida presente da criança, e por isso o autor
faz críticas ao currículo clássico, o qual se baseia na disciplina
mental e em seus princípios de rotinização e de recitação.”
LOPES, Alice C. Políticas de integração curricular. Rio de Janeiro: Editora UERJ, 2008, p. 73
No currículo centrado nas disciplinas ou matérias escolares, valorizam-se as unidades de experiência e os métodos de projetos e resolução de problemas, cujo aspecto comum é a
LOPES, Alice C. Políticas de integração curricular. Rio de Janeiro: Editora UERJ, 2008, p. 73
No currículo centrado nas disciplinas ou matérias escolares, valorizam-se as unidades de experiência e os métodos de projetos e resolução de problemas, cujo aspecto comum é a
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Anna Maria Pessoa de Carvalho apresenta uma série de
habilidades de ensino do professor que deve ser observada
nos estágios obrigatórios, como a habilidade de levar os
alunos a argumentar, de fazer pequenas e precisas questões,
de transformar a linguagem cotidiana em linguagem científica
e a habilidade de introduzir os alunos nos diferentes modos
de comunicação. É notória, portanto, a necessidade de se
trabalhar com diferentes linguagens, as quais podem ser
melhor compreendidas com os conceitos de cooperar e
especializar.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Estágios nos Cursos de Licenciatura. São Paulo: CENGAGE, 2012, p. 46 a 51
Assinale a alternativa que registra um exemplo de aplicação desses conceitos.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Estágios nos Cursos de Licenciatura. São Paulo: CENGAGE, 2012, p. 46 a 51
Assinale a alternativa que registra um exemplo de aplicação desses conceitos.
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“O termo ‘interseccionalidade’ tem sido amplamente
utilizado para se referir à articulação entre gênero, raça e
classe. Podemos destacar como ponto comum em
abordagens interseccionais a noção de que as análises devem
buscar compreender os entrelaçamentos entre as relações
sociais ou categorias. A partir dessa perspectiva, a
compreensão das identidades e desigualdades sociais se daria
de forma integrada, tendo em vista que a falta de atenção
para as articulações não resultaria em análises simplesmente
incompletas, mas também em possíveis distorções.”
TOLEDO, C. T. Entendendo a "interseccionalidade": abordagens e desafios. In: VIANNA, Cláudia e CARVALHO, Marília (Orgs.). Gênero e educação: 20 anos construindo conhecimento. Belo Horizonte: Autêntica, 2020, p. 17
Embora a perspectiva interseccional seja de extrema relevância para os estudos que articulam gênero, raça e classe, alguns desafios persistem. Dentre esses desafios, encontra-se a seguinte limitação:
TOLEDO, C. T. Entendendo a "interseccionalidade": abordagens e desafios. In: VIANNA, Cláudia e CARVALHO, Marília (Orgs.). Gênero e educação: 20 anos construindo conhecimento. Belo Horizonte: Autêntica, 2020, p. 17
Embora a perspectiva interseccional seja de extrema relevância para os estudos que articulam gênero, raça e classe, alguns desafios persistem. Dentre esses desafios, encontra-se a seguinte limitação:
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“Pode-se pensar em avaliação em dois sentidos: avaliação
de um produto e avaliação de um processo. A avaliação de um
produto, sobretudo material, é praticamente imediata e
isenta de grandes dificuldades. Quando, porém, temos diante
de nós um produto específico chamado ‘aluno educado’, sua
avaliação não é nada simples. A constituição desse produto é
tão complexa, que não é possível avaliá-lo imediatamente.”
PARO, V. H. Avaliação e repetência. In: CARVALHO, José Sergio Fonseca de. Educação, cidadania e direitos humanos. Petrópolis: Vozes, 2004, p. 250
Dadas as dificuldades de avaliar o produto “aluno educado”, o autor defende uma avaliação processual, que é adequadamente desenvolvida
PARO, V. H. Avaliação e repetência. In: CARVALHO, José Sergio Fonseca de. Educação, cidadania e direitos humanos. Petrópolis: Vozes, 2004, p. 250
Dadas as dificuldades de avaliar o produto “aluno educado”, o autor defende uma avaliação processual, que é adequadamente desenvolvida
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“Como dissemos anteriormente, o fundamental é
municipalizar a preocupação com o problema educacional e
isso não será feito por nenhuma providência legal. A
municipalização precisa consistir num movimento de
convocação e mobilização de todos os setores da sociedade
local no sentido de salvação da escola pública. E isso,
evidentemente, só tangencialmente está ligado à
administração do ensino e à construção ou reforma de
prédios escolares. Dentre os fatores desencadeantes da crise
da escola pública há componentes psicossociais muito fortes
e que poderiam ser designados pela expressão ‘falta de
compromisso com a escola pública’. Falta de compromisso
profissional e político do magistério e falta de compromisso
cívico de toda a comunidade. É uma questão de mentalidade.
Não há mais tempo a perder. Em matéria de educação pública
atingimos um ponto limite.
AZANHA, José M. Educação: temas polêmicos. São Paulo: Martins Fontes, 1995, p. 113-114
Azanha se posicionou em relação aos debates sobre a municipalização do ensino, defendendo que o processo
AZANHA, José M. Educação: temas polêmicos. São Paulo: Martins Fontes, 1995, p. 113-114
Azanha se posicionou em relação aos debates sobre a municipalização do ensino, defendendo que o processo
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TEXTO PARA A QUESTÃO
“Em tudo isto desempenha um papel essencial a pessoa
especializada, que ajuda a detectar um conflito inicial entre o
que já se conhece e o que se deve saber, que contribui para
que o aluno se sinta capaz e com vontade de resolvê-lo, que
propõe o novo conteúdo como um desafio interessante, cuja
resolução terá alguma utilidade, que intervém de forma
adequada nos progressos e nas dificuldades que o aluno
manifesta, apoiando-o e prevendo, ao mesmo tempo, a
atuação autônoma do aluno. É um processo que não só
contribui para que o aluno aprenda certos conteúdos, mas
também faz com que aprenda a aprender e que aprenda que
pode aprender. Sua repercussão não se limita ao que o aluno
sabe, igualmente influi no que sabe fazer e na imagem que
tem de si mesmo.
Este conhecimento nos permite estabelecer uma série de
perguntas ou questões acerca das diferentes sequências
didáticas com o objetivo de reconhecer sua validade, mas,
sobretudo, de nos facilitar pistas para reforçar algumas
atividades ou acrescentar outras novas. As perguntas podem
ser feitas da seguinte forma:
Na sequência didática existem atividades
a) que nos permitam determinar os conhecimentos prévios
que cada aluno tem em relação aos novos conteúdos de
aprendizagem?
b) cujos conteúdos são propostos de forma que sejam
significativos e funcionais para os meninos e as meninas?
c) que possamos inferir que são adequadas ao nível de
desenvolvimento de cada aluno?
d) que representem um desafio alcançável para o aluno, quer
dizer, que levam em conta suas competências atuais e as
façam avançar com a ajuda necessária; portanto, que
permitam criar zonas de desenvolvimento proximal e intervir?
e) que provoquem um conflito cognitivo e promovam a
atividade mental do aluno, necessária para que estabeleça
relações entre os novos conteúdos e os conhecimentos
prévios?
f) que promovam uma atitude favorável, quer dizer, que
sejam motivadoras em relação à aprendizagem dos novos
conteúdos?
g) que estimulem a autoestima e o autoconceito em relação
às aprendizagens que se propõem, quer dizer, que o aluno
possa sentir que em certo grau aprendeu, que seu esforço
valeu a pena?
h) que ajudem o aluno a adquirir habilidades relacionadas
com o aprender a aprender, que lhe permitam ser cada vez
mais autônomo em suas aprendizagens?
ZABALA, Antoni. A prática pedagógica: como ensinar. Porto Alegre: Artmed.
1998, p. 63-64
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TEXTO PARA A QUESTÃO
“Em tudo isto desempenha um papel essencial a pessoa
especializada, que ajuda a detectar um conflito inicial entre o
que já se conhece e o que se deve saber, que contribui para
que o aluno se sinta capaz e com vontade de resolvê-lo, que
propõe o novo conteúdo como um desafio interessante, cuja
resolução terá alguma utilidade, que intervém de forma
adequada nos progressos e nas dificuldades que o aluno
manifesta, apoiando-o e prevendo, ao mesmo tempo, a
atuação autônoma do aluno. É um processo que não só
contribui para que o aluno aprenda certos conteúdos, mas
também faz com que aprenda a aprender e que aprenda que
pode aprender. Sua repercussão não se limita ao que o aluno
sabe, igualmente influi no que sabe fazer e na imagem que
tem de si mesmo.
Este conhecimento nos permite estabelecer uma série de
perguntas ou questões acerca das diferentes sequências
didáticas com o objetivo de reconhecer sua validade, mas,
sobretudo, de nos facilitar pistas para reforçar algumas
atividades ou acrescentar outras novas. As perguntas podem
ser feitas da seguinte forma:
Na sequência didática existem atividades
a) que nos permitam determinar os conhecimentos prévios
que cada aluno tem em relação aos novos conteúdos de
aprendizagem?
b) cujos conteúdos são propostos de forma que sejam
significativos e funcionais para os meninos e as meninas?
c) que possamos inferir que são adequadas ao nível de
desenvolvimento de cada aluno?
d) que representem um desafio alcançável para o aluno, quer
dizer, que levam em conta suas competências atuais e as
façam avançar com a ajuda necessária; portanto, que
permitam criar zonas de desenvolvimento proximal e intervir?
e) que provoquem um conflito cognitivo e promovam a
atividade mental do aluno, necessária para que estabeleça
relações entre os novos conteúdos e os conhecimentos
prévios?
f) que promovam uma atitude favorável, quer dizer, que
sejam motivadoras em relação à aprendizagem dos novos
conteúdos?
g) que estimulem a autoestima e o autoconceito em relação
às aprendizagens que se propõem, quer dizer, que o aluno
possa sentir que em certo grau aprendeu, que seu esforço
valeu a pena?
h) que ajudem o aluno a adquirir habilidades relacionadas
com o aprender a aprender, que lhe permitam ser cada vez
mais autônomo em suas aprendizagens?
ZABALA, Antoni. A prática pedagógica: como ensinar. Porto Alegre: Artmed.
1998, p. 63-64
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“O excesso dos discursos esconde a pobreza das práticas
politicas. [...] Por um lado, os professores são olhados com
desconfiança, acusados de serem profissionais medíocres e de
terem uma formação deficiente; por outro lado, são
bombardeados com uma retorica cada vez mais abundante
que os considera elementos essenciais para a melhoria da
qualidade do ensino e para o progresso social e cultural.”
NÓVOA, António. Os professores na virada do milênio: do excesso dos discursos à pobreza das práticas. Revista Educação e Pesquisa, v.25, n.01, jan/jun, São Paulo, Faculdade de Educação da USP, 1999, p. 13-14
António Nóvoa analisa a realidade discursiva centrada na lógica excesso-pobreza aplicada ao exame da situação dos professores. Sobre as políticas educativas, o autor sinaliza
NÓVOA, António. Os professores na virada do milênio: do excesso dos discursos à pobreza das práticas. Revista Educação e Pesquisa, v.25, n.01, jan/jun, São Paulo, Faculdade de Educação da USP, 1999, p. 13-14
António Nóvoa analisa a realidade discursiva centrada na lógica excesso-pobreza aplicada ao exame da situação dos professores. Sobre as políticas educativas, o autor sinaliza
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“Num mundo no qual argumentos racistas explícitos podem
causar constrangimento, como explicar a perpetuação de uma
parcela da população nesse limbo? Pelo recurso a versões
ambientalistas do desenvolvimento humano, reservando-se
ao termo “ambiente” uma concepção acrítica, compatível ao
mesmo tempo com uma visão biologizada da vida social e com
uma definição etnocêntrica de cultura: de um lado o ambiente
é praticamente reduzido a estimulação sensorial proveniente
do meio físico; de outro, valores, crenças, normas, hábitos e
habilidades tidos como típicos das classes dominantes são
considerados como os mais adequados à promoção de um
desenvolvimento psicológico sadio.”
PATTO, Maria Helena S. A produção do fracasso escolar: histórias de submissão e rebeldia. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997, p. 48
Maria Helena Patto critica a teoria da carência cultural, que, empregada na educação, gera argumentos estigmatizados para justificar o fracasso escolar
PATTO, Maria Helena S. A produção do fracasso escolar: histórias de submissão e rebeldia. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997, p. 48
Maria Helena Patto critica a teoria da carência cultural, que, empregada na educação, gera argumentos estigmatizados para justificar o fracasso escolar
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