O sujeito ético ou moral deve responder pelos seus atos, isso é, deve avaliar os efeitos e as consequências de suas ações (através da consciência moral), responsabilizando-se por elas e seus resultados. Tal sujeito só é responsável pelo que faz quando age isento de qualquer forma de coação e constrangimento, ou seja, quando age livremente.
A possibilidade de autodeterminação das regras de conduta a serem seguidas, a decisão entre o bem e o mal, caracterizam o sujeito ético como um ser livre, capaz, então, de se responsabilizar por suas condutas. Dessa maneira, reconhece-se a autonomia moral, enquanto pessoa que decide e assume aquilo que quer e o que faz por si mesma, sem se subordinar nem se submeter a nada e a ninguém.
(SOUZA, S. M. R. Um outro olhar: filosofia. São Paulo: FTD, 1995. p. 180.)
Sobre a autonomia moral, considere os argumentos:
I - O sujeito moral autônomo se autodetermina e se responsabiliza por seus atos.
II - A autonomia moral não pode ser pensada sem a capacidade de avaliação acerca do justo e do injusto, do bem e do mal.
III - A autonomia moral é compatível com o determinismo absoluto.
São argumentos pertinentes: