A interface entre inflamação intestinal,
microbiota e metabolismo energético confere às
doenças gastrointestinais complexidade fisiopatológica
que transcende a dicotomia entre funcionalidade e
inflamação orgânica. Tanto a síndrome do intestino
irritável (SII), considerada desordem funcional
modulada por microbiota e hipersensibilidade visceral,
quanto a doença de Crohn e a colite ulcerativa,
integrantes do espectro das doenças inflamatórias
intestinais (DII), exigem intervenções dietéticas
ancoradas em evidências translacionais. De acordo
com Sartor & Wu (2017), Levine et al. (2020) e
Staudacher & Whelan (2017), qual proposição expressa
de modo mais consistente a aplicação clínica
contemporânea da nutrição nesses contextos?