O manejo dietoterápico do DM2 demanda
abordagem multifatorial que contemple
heterogeneidade metabólica, adesão e prevenção de
complicações. Diretrizes da ADA (2023) e sínteses
críticas (Franz et al., 2020) reforçam a necessidade de
estratégias individualizadas. Diante desse quadro, qual
proposição está mais alinhada à prática baseada em
evidências?