Na prescrição de terapia nutricional parenteral para
um paciente com síndrome do intestino curto e falência
intestinal, a concentração de glicose na solução deve ser
limitada para evitar a hiperglicemia e a lipogênese excessiva,
sendo a oferta calórica não proteica prioritariamente fornecida
por emulsões lipídicas para otimizar o balanço energético.