Polícia de SP investiga se contador morto a tiros, sem reagir, foi vítima de latrocínio ou execução; veja vídeo
A Polícia Civil investiga se um contador morto a tiros, sem reagir, foi vítima de latrocínio ou execução na Zona Sul de
São Paulo. O caso ocorreu na manhã da última quarta-feira (29) em frente a empresa de contabilidade onde ele trabalhava, e
foi gravado por câmeras de segurança (veja vídeo abaixo; as cenas são fortes).
José Horley de Sousa tinha 36 anos e foi baleado quando estava dentro de seu carro, estacionado na Rua Coronel
Francisco Inácio, na região do Sacomã. Ele ainda chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Heliópolis, onde não resistiu aos
ferimentos e morreu.
O criminoso é um motociclista, que fugiu após roubar o relógio e a carteira do contador e atirar ao menos quatro
vezes nele.
Imagens gravadas por câmeras de segurança, e que circulam nas redes sociais, mostram que José não reagiu ao
assalto. As cenas mostram que o carro, um Chevrolet Cruize vermelho, está parado na rua, quando um homem numa moto
sobe a calçada se aproxima e aponta a arma para o veículo, que estava com os vidros escuros fechados.
No vídeo, feito por duas câmeras, ainda é possível ver o contador abrir a porta e entregar os pertences ao criminoso,
que atira diversas vezes no motorista.
O bandido, que usa mochila e capacete, foge em seguida na sua motocicleta.
O caso foi registrado inicialmente como latrocínio, que é o roubo seguido de morte, no 95º Distrito Policial (DP),
Cohab-Heliópolis.
Mas segundo o delegado que investiga a morte do contador e tenta identificar o criminoso, também está sendo
apurada a possibilidade de José ter sido vítima de uma execução.
“O caso foi inicialmente registrado como latrocínio, mas a possibilidade de homicídio também é investigada. Estamos
trabalhando com as duas vertentes”, afirmou à reportagem o delegado Carlos Miranda. De acordo com a investigação, a moto
do criminoso não era roubada, mas estaria usando placa clonada. O celular do contador e um comprovante de transação
bancária, no valor de R$ 50 mil, que estavam no automóvel da vítima, foram apreendidos pela polícia.
Além de analisar as imagens das câmeras de vídeo, que gravaram a morte do contador, a investigação quer ouvir o
depoimento de testemunhas.
Internet:<www.g1.globo.com> (com adaptações).
Com base no texto, julgue o item a seguir.
O verbo “morrer”, em “onde não resistiu aos ferimentos e morreu”, é intransitivo.
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