Em Danças de matriz africana: antropologia do movimento
(2011), Sabino e Lody analisam a dança dos Orixás como
uma “antropologia do movimento”. Nessa perspectiva, a
qualidade cinestésica de cada gesto expressa o arquétipo da divindade. Ao abordar Oxóssi, o Orixá caçador,
a análise transcende a simples representação da caça
para focar na forma como o corpo se organiza e se move.
De acordo com essa abordagem, a qualidade de movimento que define a dança de Oxóssi é a