A manipulação estratégica de carboidratos em
atletas de endurance, especialmente por protocolos
train-low e sleep-low, visa modular vias de sinalização
metabólica sem comprometer a performance. Com
base em Burke et al. (2018), Jeukendrup (2017) e Impey
et al. (2018), avalie:
I. O train-low consiste em treinar com estoques reduzidos de glicogênio para intensificar sinalização de PGC-1α, devendo ser alternado com sessões de alta disponibilidade para evitar perda de intensidade crônica.
II. O sleep-low envolve realizar exercício vespertino, restringir carboidratos na recuperação imediata e manter baixa disponibilidade noturna, estimulando adaptações oxidativas ao treino.
III. A ingestão de carboidratos durante esforços prolongados pode alcançar até 90 g/h quando combinados múltiplos transportadores, porém a resposta depende do treinamento intestinal do atleta.
IV. Protocolos de baixa disponibilidade de carboidratos não são universalmente benéficos, podendo comprometer imunocompetência, recuperação e integridade muscular quando aplicados sem periodização adequada.
Assinale a alternativa correta:
I. O train-low consiste em treinar com estoques reduzidos de glicogênio para intensificar sinalização de PGC-1α, devendo ser alternado com sessões de alta disponibilidade para evitar perda de intensidade crônica.
II. O sleep-low envolve realizar exercício vespertino, restringir carboidratos na recuperação imediata e manter baixa disponibilidade noturna, estimulando adaptações oxidativas ao treino.
III. A ingestão de carboidratos durante esforços prolongados pode alcançar até 90 g/h quando combinados múltiplos transportadores, porém a resposta depende do treinamento intestinal do atleta.
IV. Protocolos de baixa disponibilidade de carboidratos não são universalmente benéficos, podendo comprometer imunocompetência, recuperação e integridade muscular quando aplicados sem periodização adequada.
Assinale a alternativa correta: