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As regras terminológicas específicas adotadas em análises de fitólitos e de grãos de amido são, respectivamente:
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Bancos de dados são ferramentas imprescindíveis para a identificação de macrovestígios e de microvestígios vegetais, especialmente nos trópicos, devido a sua altíssima biodiversidade. Existem diferentes sistemas de identificação baseados na identificação de caracteres morfométricos específicos a cada categoria de vestígios (chaves dicotômicas, cartões perfurados, chaves de determinação de múltipla entrada informatizadas etc.). No entanto, é importante que cada um destes sistemas se utilize de uma nomenclatura padronizada, de modo a não deixar espaço para erro de interpretação dos caracteres específicos por parte de diferentes autores. Sendo assim, cada disciplina procura padronizar a nomenclatura utilizada internacionalmente. As regras terminológicas específicas adotadas em estudos de antracologia são:
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A descrição morfométrica de fitólitos modernos de referência se baseia em critérios internacionalmente estabelecidos. Dentre os caracteres quantitativos e qualitativos mais importantes para a posterior identificação arqueobotânica de fitólitos, destacam-se a forma e o tamanho, mas também:
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A descrição anatômica de carvões modernos de referência se baseia em critérios internacionalmente estabelecidos para os estudos de anatomia do lenho, mas apresenta algumas variações específicas aos estudos de madeira carbonizada. Dentre os caracteres quantitativos e qualitativos mais importantes para a antracologia, destacam-se:
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Acervos botânicos e arqueobotânicos relacionados ao estudo de macrovestígios e microvestígios vegetais consistem em coleções arqueológicas particulares que, por sua origem biológica, necessitam de cuidados especiais. Além dos cuidados básicos relacionados a reservas técnicas em geral, como controle ambiental (temperatura, umidade, radiação, poluentes), controle de acesso e proteção contra incêndios, assinale a opção que lista as condições ideais do ambiente de conservação específica de coleções bioarqueológicas, visando a garantir sua segurança.
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A curadoria dos espécimens arqueobotânicos, sejam eles pré-históricos ou históricos, começa no campo. É da maior importância que as amostras vegetais sejam coletadas e conservadas adequadamente, de modo que tais amostras permaneçam estabilizadas por um longo prazo ou, na medida do possível, até que elas cheguem ao repositório final do laboratório de análise. Sendo assim, a melhor forma de acondicionar os seguintes materiais coletados num sítio arqueológico – carvão; sedimento para análise de microvestígios; frutos e sementes dessecados; fibras e trançados encharcados – é, respectivamente:
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A metodologia mais frequentemente utilizada para a extração de fitólitos para a coleção de referência consiste na obtenção de cinzas mediante carbonização do material vegetal a 500 °C, conhecida como método dry ashing. No entanto, vários outros procedimentos já foram propostos. Dentre estes, uma das mais utilizadas para folhas é a metodologia desenvolvida pelo botânico brasileiro Luiz Fernando Labouriau (1983), que consiste em adotar os seguintes procedimentos antes de fazer a montagem de lâminas permanentes:
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A identificação taxonômica de restos vegetais arqueológicos é feita a partir da comparação entre o material arqueobotânico e espécimens atuais bem identificados. Sabendo que estes últimos podem ser obtidos por coletas de campo ou por doações de instituições especializadas, indique a forma de tratamento ideal para os espécimens de uma coleção de referência que sirva à identificação de frutos e sementes carbonizados.
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