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Carybé (1911-1997) foi um artista visual argentino e
naturalizado brasileiro, conhecido por sua produção
artística voltada para as manifestações culturais brasileiras,
principalmente a partir de sua vivência e observação no
Estado da Bahia. Observe a imagem Lavadeiras (1984),
avalie as afirmativas sobre a obra de Carybé.
Responda (V) VERDADEIRO ou (F) FALSO e assinale a alternativa correta:
( ) Carybé foi pioneiro na representação das influências da cultura africana no Brasil, mas limitou sua produção artística às suas vivências pessoais, sem estudar ou pesquisar profundamente a cultura africana;
( ) A obra de Carybé se destaca pela valorização da cultura afro-brasileira, especialmente no que diz respeito às cenas do cotidiano e à mitologia e religiões de matriz africana;
( ) Sua obra tem como características principais o movimento, a pintura cromática e os desenhos vibrantes;
( ) O artista Carybé, em sua produção, explorou temas do imaginário indígena brasileiro além do seu amor pelo Estado da Amazônia.
Responda (V) VERDADEIRO ou (F) FALSO e assinale a alternativa correta:
( ) Carybé foi pioneiro na representação das influências da cultura africana no Brasil, mas limitou sua produção artística às suas vivências pessoais, sem estudar ou pesquisar profundamente a cultura africana;
( ) A obra de Carybé se destaca pela valorização da cultura afro-brasileira, especialmente no que diz respeito às cenas do cotidiano e à mitologia e religiões de matriz africana;
( ) Sua obra tem como características principais o movimento, a pintura cromática e os desenhos vibrantes;
( ) O artista Carybé, em sua produção, explorou temas do imaginário indígena brasileiro além do seu amor pelo Estado da Amazônia.
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Artistas indígenas como Jaider Esbell, conhecido por suas
pinturas e instalações, têm se destacado no cenário da arte
contemporânea brasileira, promovendo reflexões sobre a
preservação da natureza e a luta contra a opressão
colonial.
Sobre a arte visual indígena e sua relação com a cultura, assinale a alternativa correta:
Sobre a arte visual indígena e sua relação com a cultura, assinale a alternativa correta:
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De acordo com Lima (2007, p. 161), “o homem sempre utilizou metais em seus inventos, arte e artesanato. A história do trabalho de
aproveitamento dos metais pelo homem artesão confunde-se com a história humana”.Até hoje, metais como cobre, ferro, zinco, prata,
ouro, latão, arame, chumbo e latas aproveitadas são constantes na fabricação artesanal e da arte popular. Na Paraíba, o artesanato de
metais é utilizado em vários segmentos, por exemplo, nos cultos de umbanda, assim como na arte popular em geral, quando artistas
trabalham peças de sucatas para construir figuras populares.
Fonte: LIMA, Silvia Almeida de Oliveira Cunha (Coord.). Artesanato e Arte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
Dentre as opções abaixo, assinale apenas aquela que destaca a utilização de uma obra popular em ferro, e que até os dias de hoje inspira reações das mais diversas, influenciando o imaginário da cultura local.
Fonte: LIMA, Silvia Almeida de Oliveira Cunha (Coord.). Artesanato e Arte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
Dentre as opções abaixo, assinale apenas aquela que destaca a utilização de uma obra popular em ferro, e que até os dias de hoje inspira reações das mais diversas, influenciando o imaginário da cultura local.
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Mulher Rendeira (Versão de Zé do Norte de Cajazeiras)
Olê, mulher rendeira
Olê, mulher renda
Tu me ensina a fazer renda
Que eu te ensino a namorar
Lampião desceu a serra
Deu um baile em Cajazeiras
Botou moça donzela
Pra cantar “Mulher Rendeira”
As moças da vila Bela
Não tem mais ocupação
E só vivem na janela
Namorando Lampião
Fonte: LIMA, SilviaAlmeida de Oliveira Cunha (Coord.).Artesanato eArte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007, p. 104. NORTE, Zé do. Cancioneiro popular.
Segundo a tradição oral, os cantares compartilhados de geração a geração são muito fortes e as relações se intensificam nesse processo de transmissão de saberes, fazeres e conhecimentos, enfim, como afirma Lima (2007, p. 104): “nas comunidades onde a presença da renda é mais antiga, nos depoimentos dos artesãos, muitas vezes, octogenários, percebe-se uma mistura das memórias do trabalho, com histórias dos cangaceiros, tão bem divulgadas pelo Brasil afora, através de canções como Mulher Rendeira.
Fonte: LIMA, SilviaAlmeida de Oliveira Cunha (Coord.).Artesanato eArte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
Analise as afirmações a seguir, que abordam esse núcleo de transmissão oral.
I- O berço da renda nordestina é o agreste, e na Paraíba destacam-se os municípios localizados no Cariri e noAgreste. Nestas áreas, aprender a rendar é quase um ritual de passagem, pois, quando chegam à adolescência, as meninas são introduzidas na arte da renda, embora hoje homens, e até mesmo crianças, pratiquem essa atividade.
II- Na comunidade Chã dos Pereira, distrito do Município de Ingá, há cinco gerações de rendeiras. Missionárias europeias introduziram a técnica do labirinto e, hoje, tal atividade garante o sustento de dezenas de famílias.
III- Os meninos são geralmente deixados de lado em relação às meninas para dar continuidade à tradição da renda na Paraíba.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Olê, mulher rendeira
Olê, mulher renda
Tu me ensina a fazer renda
Que eu te ensino a namorar
Lampião desceu a serra
Deu um baile em Cajazeiras
Botou moça donzela
Pra cantar “Mulher Rendeira”
As moças da vila Bela
Não tem mais ocupação
E só vivem na janela
Namorando Lampião
Fonte: LIMA, SilviaAlmeida de Oliveira Cunha (Coord.).Artesanato eArte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007, p. 104. NORTE, Zé do. Cancioneiro popular.
Segundo a tradição oral, os cantares compartilhados de geração a geração são muito fortes e as relações se intensificam nesse processo de transmissão de saberes, fazeres e conhecimentos, enfim, como afirma Lima (2007, p. 104): “nas comunidades onde a presença da renda é mais antiga, nos depoimentos dos artesãos, muitas vezes, octogenários, percebe-se uma mistura das memórias do trabalho, com histórias dos cangaceiros, tão bem divulgadas pelo Brasil afora, através de canções como Mulher Rendeira.
Fonte: LIMA, SilviaAlmeida de Oliveira Cunha (Coord.).Artesanato eArte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
Analise as afirmações a seguir, que abordam esse núcleo de transmissão oral.
I- O berço da renda nordestina é o agreste, e na Paraíba destacam-se os municípios localizados no Cariri e noAgreste. Nestas áreas, aprender a rendar é quase um ritual de passagem, pois, quando chegam à adolescência, as meninas são introduzidas na arte da renda, embora hoje homens, e até mesmo crianças, pratiquem essa atividade.
II- Na comunidade Chã dos Pereira, distrito do Município de Ingá, há cinco gerações de rendeiras. Missionárias europeias introduziram a técnica do labirinto e, hoje, tal atividade garante o sustento de dezenas de famílias.
III- Os meninos são geralmente deixados de lado em relação às meninas para dar continuidade à tradição da renda na Paraíba.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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“O caráter popular da arte não depende do consumo e sim da análise do que se faz do seu conteúdo. O escritor e intelectual Mário de
Andrade verificou, a seu tempo, uma diminuição considerável da distância entre as artes popular e erudita e apontava o equilíbrio
existente em algumas produções”, conforme Lima (2007, p. 29).
Fonte: LIMA, SilviaAlmeida de Oliveira Cunha (Coord.).Artesanato eArte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
A partir desse pensamento, analise as seguintes afirmações.
I- Uma obra erudita pode se transformar em arte popular, desde que apresente elementos regionais e de fácil compreensão do povo, a exemplo do que se pode observar em objetos de cerâmica e nos objetos decorativos cuja coletividade determina a sua funcionalidade (a exemplo de obras como ex-votos, talhas, bonecos, santos, gravuras e xilogravuras etc.).
II- Atualmente, surge uma tendência para aceitar a arte popular como parte integrante do conjunto das artes sem distinções com a erudita. Daí advém a atuação de artistas tidos como contemporâneos atuando e aceitos como artesãos, quando suas obras, muitas vezes, reproduzidas em série, incorporam-se ao artesanato local.
III- As peças do artesanato e da arte popular paraibana não apresentam grande relevância no cenário regional e nacional.
IV- O artesão e o artista têm formas diferentes de concepção, produção, divulgação e interpretação de suas obras. Por isso, não há diálogo entre eles.
V- O reconhecimento do artesão e do artista popular depende da validação de mecenas e galeristas de arte e da história da arte.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Fonte: LIMA, SilviaAlmeida de Oliveira Cunha (Coord.).Artesanato eArte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
A partir desse pensamento, analise as seguintes afirmações.
I- Uma obra erudita pode se transformar em arte popular, desde que apresente elementos regionais e de fácil compreensão do povo, a exemplo do que se pode observar em objetos de cerâmica e nos objetos decorativos cuja coletividade determina a sua funcionalidade (a exemplo de obras como ex-votos, talhas, bonecos, santos, gravuras e xilogravuras etc.).
II- Atualmente, surge uma tendência para aceitar a arte popular como parte integrante do conjunto das artes sem distinções com a erudita. Daí advém a atuação de artistas tidos como contemporâneos atuando e aceitos como artesãos, quando suas obras, muitas vezes, reproduzidas em série, incorporam-se ao artesanato local.
III- As peças do artesanato e da arte popular paraibana não apresentam grande relevância no cenário regional e nacional.
IV- O artesão e o artista têm formas diferentes de concepção, produção, divulgação e interpretação de suas obras. Por isso, não há diálogo entre eles.
V- O reconhecimento do artesão e do artista popular depende da validação de mecenas e galeristas de arte e da história da arte.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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“Os brinquedos populares aparecem em todas as sociedades, desde as mais remotas, pois o brinquedo é considerado peça fundamental
para o desenvolvimento intelectual e coordenação motora da criança. Além de agir de forma interativa com o mundo de fantasias
infantis, ele aproxima a criança da realidade social em que vive. O brinquedo artesanal possui uma identidade cultural e encanta todas
as crianças, ricas ou pobres, de quaisquer idades ou classes sociais, uma vez que é universal a necessidade de jogar e brincar
experimentada pela criança”, segundo Melo e Rodriguez (2012, p. 161-162).
Fonte: MELO,Antônio Sérgio Tavares de; RODRIGUEZ, Janete Lins. Paraíba: desenvolvimento econômico e a questão ambiental. 3. ed. João Pessoa: Grafset, 2012.
Dentre as opções abaixo, assinale a alternativa cuja afirmação identifica o conceito de “brinquedo popular” no contexto do artesanato paraibano.
Fonte: MELO,Antônio Sérgio Tavares de; RODRIGUEZ, Janete Lins. Paraíba: desenvolvimento econômico e a questão ambiental. 3. ed. João Pessoa: Grafset, 2012.
Dentre as opções abaixo, assinale a alternativa cuja afirmação identifica o conceito de “brinquedo popular” no contexto do artesanato paraibano.
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“Sabe-se que a cultura paraibana é formada por miscigenação. E isso reverbera em fortes expressões estéticas presentes nas
manifestações populares, haja vista que estão na raiz de nossas crenças religiosas, lendas, mitos e costumes dos antepassados”, como
afirma Silva Junior (2011, p. 125). Tudo isso forma um repositório vivo e extraordinário de tradições e identidade culturais
materializadas nas artes manuais e, portanto, nos objetos produzidos por nossos artesãos.
Fonte: SILVAJUNIOR, Francisco Pereira da. Paraíba: Memória Cultural. João Pessoa: Grafset, 2011.
Apartir desse pensamento, analise as afirmativas abaixo.
I- Para além da arte manual, junta-se aquela, utilitária ou não, destinada a ilustrações, representação ou decoração, tais como as gravuras dos folhetos de cordel, os lameiros de caminhão, rótulos de garrafas, papéis recortados em enfeites, pinturas das paisagens ou cenas teatralizadas, cerâmicas decorativas e ilustrações comerciais.
II- Matérias-primas da natureza também contribuem para a arte popular. Um exemplo disso é o aproveitamento do coco que, uma vez seco, transforma-se em artesanato.
III- A partir do ferro, surgiram ferrolhos e dobradiças, instrumentos de marcação do gado, enxadas e foices, armadores de rede e uma infinidade de objetos de cutelaria (faca, peixeira, punhais e canivetes).
IV- Há outros exemplos de reutilização e aproveitamento artístico, tais como as conchas marinhas, ossos e chifres de animais, pedras, cipós, estopas, folhas e flores secas, que os artistas e artesãos transformam em partes ou no todo em objetos decorativos, joias e outras criações artísticas.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: SILVAJUNIOR, Francisco Pereira da. Paraíba: Memória Cultural. João Pessoa: Grafset, 2011.
Apartir desse pensamento, analise as afirmativas abaixo.
I- Para além da arte manual, junta-se aquela, utilitária ou não, destinada a ilustrações, representação ou decoração, tais como as gravuras dos folhetos de cordel, os lameiros de caminhão, rótulos de garrafas, papéis recortados em enfeites, pinturas das paisagens ou cenas teatralizadas, cerâmicas decorativas e ilustrações comerciais.
II- Matérias-primas da natureza também contribuem para a arte popular. Um exemplo disso é o aproveitamento do coco que, uma vez seco, transforma-se em artesanato.
III- A partir do ferro, surgiram ferrolhos e dobradiças, instrumentos de marcação do gado, enxadas e foices, armadores de rede e uma infinidade de objetos de cutelaria (faca, peixeira, punhais e canivetes).
IV- Há outros exemplos de reutilização e aproveitamento artístico, tais como as conchas marinhas, ossos e chifres de animais, pedras, cipós, estopas, folhas e flores secas, que os artistas e artesãos transformam em partes ou no todo em objetos decorativos, joias e outras criações artísticas.
É CORRETO o que se afirma em:
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Dentre todos os produtos oriundos da tecelagem (colchas, toalhas, cobertores etc.), destacam-se as redes - fenômeno de convergência
cultural, pois foram produzidas e usadas pelas principais etnias formadoras do Brasil. Considerando a importância da rede, analise as
afirmativas a seguir.
I- A rede, desde a colonização, foi vista como importante até mesmo pela sua adequação à própria mobilidade da população. Foi meio de transporte, também tendo sido utilizada para conduzir doentes e mortos.
II- A cidade de São Bento, no sertão paraibano, é detentora de instrumentos e técnicas rudimentares e artesanais no que concerne à produção de redes em contraste com o Cariri, onde predominam técnicas e instrumentos modernos.
III- A figura do tecelão é ainda pouco estudada no tocante à sua importância no processo de desenvolvimento da de relações gama entre a história, a geografia, a economia e a cultura.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- A rede, desde a colonização, foi vista como importante até mesmo pela sua adequação à própria mobilidade da população. Foi meio de transporte, também tendo sido utilizada para conduzir doentes e mortos.
II- A cidade de São Bento, no sertão paraibano, é detentora de instrumentos e técnicas rudimentares e artesanais no que concerne à produção de redes em contraste com o Cariri, onde predominam técnicas e instrumentos modernos.
III- A figura do tecelão é ainda pouco estudada no tocante à sua importância no processo de desenvolvimento da de relações gama entre a história, a geografia, a economia e a cultura.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Na Paraíba, estima-se que mais de três mil rendeiras em “renascença” permaneçam fazendo este artesanato na região do Cariri. Es ass
mulheres continuam resistindo e preservando es e ofício atualmente em IG (Indicação Geográ s fica/Indicação de Procedência),
formalizado pelo INPI - Instituto Nacional de Produção Industrial. Em relação à importância da renda “renascença”, analise as
proposições a seguir.
I- Arenda “renascença” ou “irlandesa” tem origem no Renascimento, quando, na França, o vestuário era adornado com esse tipo de bordado. Trata-se de um fitilho ou lacê, que serve de base para o desenvolvimento das formas da renda.Arabescos, flores e folhas são os principais desenhos que foram passados às artesãs por suas bisavós, avós, mães, tias etc.
II- No ponto “labirinto” ou “crivo”, desfia-se o tecido minuciosamente e são usados, em geral, motivos florais. Faz-se depois o acabamento das partes vazadas para não correr os fios.
III- Os principais fios usados na produção do artesanato paraibano são provenientes do algodão. Nas rendas e no crochê, as peças são feitas a partir do fio; no labirinto ou crivo, a partir do tecido e, nos bordados, são feitas sobre o tecido.
É CORRETO o que se afirma em:
I- Arenda “renascença” ou “irlandesa” tem origem no Renascimento, quando, na França, o vestuário era adornado com esse tipo de bordado. Trata-se de um fitilho ou lacê, que serve de base para o desenvolvimento das formas da renda.Arabescos, flores e folhas são os principais desenhos que foram passados às artesãs por suas bisavós, avós, mães, tias etc.
II- No ponto “labirinto” ou “crivo”, desfia-se o tecido minuciosamente e são usados, em geral, motivos florais. Faz-se depois o acabamento das partes vazadas para não correr os fios.
III- Os principais fios usados na produção do artesanato paraibano são provenientes do algodão. Nas rendas e no crochê, as peças são feitas a partir do fio; no labirinto ou crivo, a partir do tecido e, nos bordados, são feitas sobre o tecido.
É CORRETO o que se afirma em:
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“Aidentificação da arte da ilogravura na iteratura de Cordel está cada vez mais difícil. Há pouquíssimas impressões grá X L ficas tiradas
diretamente da madeira” (Franklin, 2007, p. 32).
Fonte: FRANKLIN, Jeová. Xilogravura popular na Literatura de Cordel. Brasília: LGE, 2007.
Figura 1 - Capa de folheto em xilogravura de autoria de Graciele Correia Borges - NENA. ,
Fonte: BORGES, Graciele Correia. Xilogravura popular na Literatura de Cordel. Brasília: LGE, 2007. p. 81.
A nova tecnologia trouxe novos desafios: a dificuldade de identificar se a figura é tirada da matriz de xilogravura ou não. Nesse contexto, assinale a alternativa que indica a afirmativa CORRETA.
Fonte: FRANKLIN, Jeová. Xilogravura popular na Literatura de Cordel. Brasília: LGE, 2007.
Figura 1 - Capa de folheto em xilogravura de autoria de Graciele Correia Borges - NENA. ,
Fonte: BORGES, Graciele Correia. Xilogravura popular na Literatura de Cordel. Brasília: LGE, 2007. p. 81.
A nova tecnologia trouxe novos desafios: a dificuldade de identificar se a figura é tirada da matriz de xilogravura ou não. Nesse contexto, assinale a alternativa que indica a afirmativa CORRETA.
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