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1. Registrar casos atendidos com explicitação do raciocínio utilizado.
2. Criar base estruturada de boas práticas.
3. Treinar a equipe nova com simulações baseadas em casos reais.
4. Atualizar procedimentos a partir de métricas de atendimento.
No modelo SECI de Nonaka e Takeuchi, a sequência de intervenções que representa adequadamente os modos de conversão tácito→explícito, explícito→explícito e explícito→tácito é:
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- Gestão de Bibliotecas e Unidades de Informação
- Estudos de Usuários
- Organização e administração de bibliotecasUsuários / Disseminação Seletiva
Julgue os itens abaixo acerca das Abordagens e metodologias dos estudos de usuários:
I. “A essência da técnica do incidente crítico implica em solicitar aos sujeitos envolvidos numa determinada atividade, tipos simples de julgamentos ou relatos de situações e fatos [...]” (Talim M.; Cendón; Talim S., 2017, p. 191);
II. “[...] A maior parte dos estudos realizados na abordagem tradicional de estudos de usuários utiliza como técnica de coleta de dados o questionário, normalmente composto por perguntas com o objetivo de quantificar hábitos de comportamento de busca e uso da informação e verificar frequências de acesso e graus de satisfação [...]” (Araújo, 2017, p. 224).
III. “[...] entrevista semiestruturada, entrevista estruturada ou semiestruturada associada à aplicação da técnica do incidente crítico, o questionário com perguntas fechadas e com perguntas abertas e fechadas, bem como a aplicação conjunta de questionário e entrevista semiestruturada” são técnicas de coleta de dados que se utilizam em pesquisas de natureza qualitativa sobre comportamentos de uso e usuários da informação no Brasil. (Tabosa; Pinto; Loureiro, 2016, p. 260);
IV. Os estudos baseados no modelo ELIS, da expressão Everyday Life Information Seeking “[...] têm como objetivo discutir como as pessoas acessam e utilizam variadas fontes e canais de informação para atender suas demandas [...]” (Nunes; Carneiro, 2019, p. 158);
V. O modelo “[...] Information Search Process, criado por Kuhlthau [...], tem sido adotado no Brasil como fundamentação metodológica e conceitual para identificar o processo de busca por informação dos usuários estudados em determinado contexto [...]” (SILVA et al., 2020, p. 11).
ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. O que são “práticas informacionais”? Inf. Pauta, Fortaleza, CE, v. 2, número especial, p. 217 – 236, out. 2017. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/28421/1/2017_art_caaaraujo.pdf. Acesso em 04 set. 2024.
NUNES, Jefferson Veras; CARNEIRO, Barbara Luisa Ferreira. Dos estudos de usuários a noção de práticas informacionais: contribuições da teoria da prática. InCID: R. Ci. Inf. e Doc., Ribeirão Preto, v. 9, n. 2, p. 150-168, set. 2018/fev. 2019. Disponível em: https://revistas.usp.br/incid/ article/view/134406. Acesso em 04 set. 2024.
SILVA et al, Carlos Robson Souza da. Contribuições do modelo de Carol Kuhlthau para a pesquisa sobre comportamento informacional e competência em informação no Brasil. Encontros Bibli: revista eletrônica de biblioteconomia e ciência da informação, Florianópolis, v. 25, p. 01-14, 2020.Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2019.e65234/42494. Acesso em 04 set. 2024.
TABOSA, Hamilton Rodrigues; PINTO, Virgínia Bentes; LOUREIRO, José Mauro Matheus. Análise de regularidades metodológicas em pesquisas brasileiras sobre comportamentos de uso e usuários da informação. INVESTIGACIÓN BIBLIOTECOLÓGICA, México, v. 30, n. 70, p. 249-267, sep./dic., 2016. Disponível em: http://rev-ib.unam.mx/ib/index.php/ib/article/view/57615/51068. Acesso em 04 set. 2024.
TALIM, Mariza Cristina; CENDÓN, Beatriz Valadares; TALIM, Sérgio Luiz. O uso da técnica de incidente crítico na avaliação do impacto de treinamento em pesquisa bibliográfica para mestrandos e residentes da área da saúde. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v. 27, n. 1, p. 187-200, jan./ abr. 2017. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/ies/article/view/31419/17422. Acesso em 04 set. 2024.
Assinale a opção CORRETA:
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- Gestão de Bibliotecas e Unidades de Informação
- Recursos e serviços de informaçãoServiço de Referência
Assinale a alternativa CORRETA sobre o Serviço de referência presencial e virtual:
ACCART, Jean-Philippe. Serviço de referência: do presencial ao virtual. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2012. Disponível em:https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5277647/mod_resource/content/1/ACCART%2C%20J.%20P.%20Servi%C3%A7o%20de%20refer%C3%AAncia%20 do%20presencial%20ao%20virtual..pdf. Acesso em 04 set. 2024.
DAMIAN, Ieda Pelógia Martins; CASTRO FILHO, Claudio Marcondes de. Dimensões do serviço de referência virtual: uma análise do ponto de vista dos usuários. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, v. 14, n. 1, jan./abr. 2018. Disponível em: https://rbbd.febab. org.br/rbbd/article/view/487. Acesso em 04 set. 2024.
SILVA, Vítor Vasata Macchi. O serviço de referência virtual em bibliotecas nacionais e internacionais: um estudo comparativo. Biblionline, João Pessoa, v. 13, n. 1, p. 114-126, jan./mar. 2017. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/biblio/article/view/33353/17825. Acesso em 04 set. 2024.
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Associe a segunda coluna com a primeira acerca do Marketing em Ambientes Informacionais:
COLUNA 1
(1) American Marketing Association
(2) Neuromarketing
(3) Marketing de guerrilha
(4) Inbound marketing
(5) Marketing científico digital
COLUNA 2
( ) Tem como meta final “[...] despertar o consumo por impulso [...]” (Lima Alan; Lima; Fofonca; Lopes, 2023, p. 5316);
( ) “[...] se baseia em planejamento estratégico de informação e conteúdo direcionado para o seu público, disse minando conteúdos de seu interesse em ferramentas web, como blogs, redes sociais, websites e campanhas de e-mails [...]” (Ferreira; Santos Neto, 2021, p. 34).
( ) “[...] As características desta estratégia estão principalmente no uso da criatividade, com ações impactantes e alto teor publicitário” (Prado, 2022, p. 16);
( ) Define marketing como sendo “[...] a atividade, o conjunto de conhecimentos e os processos de criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para consumidores, clientes, parceiros e a sociedade como um todo [...]” (Kotler, 2018, p. 3);
( ) “[...] aplicação conjunta do marketing digital e do marketing científico como estratégia empregada em produtos da ciência, aliada à comunicação científica e comunicação digital, com o intuito de oferecer serviços alinhados às necessidades dos usuários [...]” (Araujo, 2018, p. 8).
ARAUJO, Ronaldo Ferreira. Marketing científico digital e métricas de mídias sociais: indicadores-chave de desempenho de periódicos no Facebook. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v. 28, n. 1, p. 7-22, jan./abr. 2018. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/ies/article/ view/22063/20360. Acesso em 04 set. 2024.
KOTLER, Philip. Administração de marketing. 15. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2018. Disponível em: https://edisciplinas.usp. br/pluginfile.php/7519481/mod_resource/content/0/Administrac%CC%A7a%CC%83o%20de%20Marketing%2015%C2%AA%20Edic%CC%A-7a%CC%83o_compressed.pdf. Acesso em 04 set. 2024
LIMA, Alan Freire de; LIMA, Arlete Freire de; FOFONCA, Eduardo; LOPES, Gabriel Cesar Dias. Propaganda e marketing em empresas, bibliotecas escolares e bibliotecas institucionais: a subestimação e subutilização do marketing, marketing digital e do neuromarketing em bibliotecas. Revista Gestão e Secretariado (GeSec), São Paulo, SP, v. 14, n. 4, 2023, p. 5309-5330. Disponível em: https://ojs.revistagesec.org.br/secretariado/article/view/1984/1005. Acesso em 04 set. 2024.
FERREIRA, Janaina Carla; SANTOS NETO, João Arlindo dos. Inbound marketing em bibliotecas universitárias: novas formas de mediação da informação. Inf. Prof., Londrina, v. 10, n. 1, p. 32–52, jan./abr. 2021. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/infoprof/article/ view/43391/pdf_1. Acesso em 04 set. 2024.
PRADO, Jorge Moisés Kroll do. Planejamento e tendências de marketing para bibliotecas. ConCI, v. 5, p. 1 – 22, dossiê, 2022. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/conci/article/view/16846/12700. Acesso em 04 set. 2024.
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Faça a associação CORRETA entre as duas colunas, relacionando os descritores e o seu significado.
COLUNA 1
1. Scanner
2. Assinatura digital
3. Criptografia
4. Workflow
5. Análise do sistema
COLUNA 2
( ) Nesta fase, “[...] todos os dados e informações obtidas são analisados para a aplicação do GED, fazendo a integração de diversas mídias diferentes, como microfilmes e discos ópticos [...]” (Santos et al., 2017, p. 593);
( ) "[...] tem por finalidade proteger os dados não somente textos, mas qualquer tipo de informação (fotos, sons, vídeos, planilhas) de modo que as técnicas computacionais consigam decifrá-los [...]" (Santos et al., 2017, p. 593);
( ) "[...] faz a varredura do documento, transformando o mesmo em uma informação digital que será reconhecida pelo computador [...]" (Santos et al., 2017, p. 593);
( ) "[...] ferramenta utilizada para criar padrões de processos, tal como fazer análise, compreensão e monitoramento das atividades dos negócios, proporcionando à gerência documental [...]” (Santos et al., 2017, p. 591);
( ) "[...] traz autenticidade aos documentos, pois uma vez modificado não há possibilidade de validação da assinatura" (Santos et al., 2017, p. 594).
SANTOS, Daniele Ribeiro dos. et al. Gerenciamento eletrônico de documentos: aplicação do Gerenciamento de documentos eletrônicos no poder público/Judiciário. Revista Gestão em Foco, n. 9, p. 586 – 598, 2017. Disponível em: https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/ uploads/sites/10001/2018/06/059_gerenciamento.pdf Acesso em: 05 set. 2024.
A CORRETA numeração dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Em relação à Curadoria Digital, todas as assertivas abaixo estão corretas, EXCETO:
ARAKAKI, Ana Carolina Simionato; DAL’EVEDOVE, Paula Regina. Organização e representação da informação diante das novas abordagens para o ambiente digital: apontamentos sobre Web Semântica e Curadoria Digital. In: ALBUQUERQUE, Ana C. Questões teórico-epistemológicas para a ciência da informação: possibilidade e informações. Ijuí: Editora Unijuí, 2020. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9786586074369/ Acesso em: 02 set. 2024.
PIRES, Cássio de Oliveira; ROCHA, Rafael Port da. Finalidade e atividades da curadoria digital na perspectiva de sua implantação em uma instituição. Brazilian Journal of Information Science: Research trends, v.14, n. 4, p. 1 – 31, set./dez. 2020. Disponível em: https://revistas.marilia. unesp.br/index.php/bjis/article/view/10857. Acesso em: 02 set. 2024.
SAYÃO, Luis Fernando; SALES, Luana Farias. Curadoria digital: um novo patamar para preservação de dados digitais de pesquisa. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v. 22, n. 3, p. 179-191, set./dez. 2012. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/ies/article/view/12224/8586. Acesso em: 02 set. 2024.
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