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- Gestão de Bibliotecas e Unidades de Informação
- Organização e administração de bibliotecasAvaliação de bibliotecasPlanejamento de Bibliotecas
Considere a citação a seguir acerca do Planejamento Estratégico em Ambientes Informacionais:
“[...] a definição de metas e prioridades, previsão dos acontecimentos futuros e tomada de decisões sobre fins, meios e recursos [...]” (Almeida, 2005, p. 10).
ALMEIDA, Maria Christina Barbosa de. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. 2. ed. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2005. Disponível em: https://www.academia.edu/43523070/PLANEJAMENTO_DE_BIBLIOTECAS_E_SERVI%C3%87OS_DE_INFORMA%C3%8% C3%83O?auto=download. Acesso em: 01 set. 2024.
Assinale a alternativa que corresponde ADEQUADAMENTE ao conteúdo nela exposto:
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- Automação em Bibliotecas
- Serviços Automatizados para Bibliotecas
- Tecnologias da informaçãoRedes de informação eletrônica e não eletrônicaDublin Core
Julgue os enunciados abaixo, em relação à Automação em Unidades de Informação:
I. As orientações dos Requisitos funcionais para dados de autoridade (FRAD) “[...] tratam de dois aspectos principais: as entidades e os relacionamentos utilizados para representar os assuntos dos documentos [...]” (Milani; Sousa, 2018, p. 336);
II. “O formato MARC tornou a representação descritiva, pela primeira vez, legível por computador e teve um impacto revolucionário na comunidade bibliotecária, possibilitando a transição dos registros manuais, feitos em fichas e cartões, para os catálogos e registros automatizados [...]” (Dumer; Albuquerque, 2020, p. 19);
III. Nos Requisitos funcionais para dados de autoridade de assunto (FRSAD), “[...] duas entidades para identificação do assunto são apontadas como de nível elevado, isto é, são consideradas entidades superiores, quais sejam: thema (plural themata ou themas) e nomen (plural nomina ou nomens)” (Milani; Sousa, 2018, p. 336);
IV. O primeiro formato de descrição bibliográfica surgiu como iniciativa da Biblioteca Nacional em meados do Século XX;
V. “[...] um conjunto semântico de elementos básicos para representar e organizar recursos em ambiente web [...] foi chamado de ‘Metadados Dublin Core’ [...] (Dumer; Albuquerque, 2020, p. 92).
DUMER, Luciana; ALBUQUERQUE, Maria Elizabeth Baltar Carneiro de. O MARC 21 e os outros formatos de intercâmbio bibliográfico. João Pessoa: Editora UFPB, 2020. Disponível em: https://www.editora.ufpb.br/sistema/press5/index.php/UFPB/catalog/view/179/911/7524. Acesso em: 01 set. 2024.
MILANI, Suellen Oliveira; SOUSA, Brisa Pozzide. Pseudônimos de autoras, aspectos contigenciais e o seu protagonismo social: FRAD, FRSAD e a representação temática em catálogos online. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.14, n. 2, p. 329-345, nov. 2018. Disponível em: https://revista. ibict.br/liinc/article/view/4474/3954. Acesso em: 01 set. 2024.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Analise as afirmativas abaixo e assinale V, se VERDADEIRAS, ou F, se FALSAS.
( ) Desenvolvimento de coleções é “um processo, não possuindo começo, meio ou fim, sendo ciclo contínuo, e todas as etapas possuem o mesmo grau de relevância” (Miranda; Bernardino, 2019, p. 78);
( ) O acervo bibliográfico, especialmente de Bibliotecas Universitárias, é composto "por obras gerais, infanto juvenil, literatura brasileira e regional, livros didáticos, coleções escritas históricas regionais e obras em Braille [...]” (Miranda; Bernardino, 2019, p. 78);
( ) A “[...] visão administrativa das atividades de formação e desenvolvimento de coleções pode ser considerada como a principal justificativa da evolução terminológica dos termos utilizados para designar as atividades voltadas ao cuidado com os acervos em unidades de informação [...]” (Correa; Santos, 2015, p. 352);
( ) O profissional bibliotecário que está inserido “[...] no espaço escolar deve participar, ativamente, dos planejamentos dos projetos políticos pedagógicos uma vez que tem a competência necessária para atuar no desenvolvimento de coleções de qualidade, contribuindo para a formação de um acervo que não apenas atenda às demandas informacionais de sua comunidade, mas que seja atrativo e estimulante para o seu público [...]” (Aguiar; Carvalho, 2022, p. 25);
( ) A “nomenclatura ‘Gestão de Estoques Informacionais’ (GEI) começa a ser utilizada nas reformulações curriculares de alguns cursos de graduação a partir dos anos 2000” (Correa; Santos, 2015, p. 346).
AGUIAR, Niliane Cunha de; CARVALHO, Telma de. Formação e desenvolvimento de acervos em biblioteca escolar como recurso para promover a competência informacional infantil: importância, desafios e perspectivas. Bibl. Esc. em R., Ribeirão Preto, v. 8, n. 1, p. 22-41, 2022. Disponível em: https://revistas.usp.br/berev/issue/view/12255 Acesso em: 01 set. 2024.
MIRANDA, Ana Claudia Carvalho de; BERNARDINO, Maria Cleide Rodrigues. Gerenciamento de coleções em bibliotecas públicas. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, v. 15, n. 3, p. 71 – 93, set./dez., 2019. Disponível em: https://cip.brapci.inf.br/download/121396. Acesso em: 01 set. 2024.
CORREA, Elisa Cristina Delfini; SANTOS, Luana Carla de Moura dos. De formação e desenvolvimento de coleções para gestão de estoques de informação: um panorama da mudança terminológica no Brasil. Rev. Digit.Bibliotecon. Cienc. Inf., Campinas, SP, v.13, n. 2, p. 343-355, maio/ ago. 2015. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8634631/3390 Acesso em: 01 set. 2024.
A ordem CORRETA de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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- Gestão de Bibliotecas e Unidades de Informação
- Conceitos Fundamentais
- Definições dos Conceitos Fundamentais da Biblioteconomia
- Organização e administração de bibliotecasUsuários / Disseminação Seletiva
Analise as afirmativas abaixo.
I. Uma das etapas do trabalho automatizado da Disseminação seletiva da informação (DSI) é o “Levantamento do perfil de interesse dos usuários - descrição detalhada da qualificação, especialidade, necessidades e interesses dos usuários” (Eirão, 2009, p. 22);
II. A disseminação, “no âmbito informacional, está ligada à propagação de materiais informacionais e deve estar intrinsecamente voltada ao planejamento para ser efetiva em uma organização” (Amaral, 2014, p. 46);
III. DSI é um “serviço que a partir do perfil individual ou de grupo, identificado explícita ou implicitamente, encaminha periodicamente aos usuários um pacote informacional, ou permite aos usuários meios para acessá-lo, sendo o pacote informacional resultante da seleção realizada por meio de ação humana ou de um sistema automatizado, a partir da comparação dos perfis dos usuários com os recursos informacionais disponíveis” (Souto, 2008, p. 17);
IV. O HTTP “é um protocolo no nível de aplicação utilizado por sistemas distribuídos, colaborativos e sistemas de informações hipermídias”; no entanto, não está relacionado à troca de documentos de hipertexto (Calegari, 2016, p. 26);
V. A Web Semântica “é uma Web separada da ‘atual’ - a Web de documentos – mas não uma extensão que busca prover aos sistemas e agentes de software a capacidade de processar, compartilhar, reusar e entender os termos descritos por dados definidos de maneira precisa” (Calegari, 2016, p. 28).
AMARAL, Marjorie Rosielle Silva do. Disseminação Seletiva da Informação no contexto das Organizações Aprendentes: proposta de um modelo digital integrado ao SIGAA na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. 2014. 118f. Dissertação (Mestrado Profissional em Gestão em Organizações Aprendentes) – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2014. Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/tede/5934/1/arquivototal.pdf. Acesso em: 01 set. 2024.
CALEGARI, Newton Juniano. Proposta de uma ferramenta de anotação semântica para publicação de dados estruturados na Web. 2016. 87f.Dissertação (Mestrado em Tecnologias da Inteligência e Design Digital) - Programa de Pós-Graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2016. Disponível em: https://tede2.pucsp.br/bitstream/handle/18992/2/ Newton%20Juniano%20Calegari.pdf. Acesso em: 01 set. 2024.
EIRÃO, Thiago Gomes. Disseminação seletiva da informação: uma abordagem. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v.7, n. 2, p. 20-29, jul./dez. 2009. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/1972 Acesso em: 30 ago. 2024.
SOUTO, Leonardo Fernandes. Mediação em serviços de disseminação seletiva de informações no ambiente de bibliotecas digitais federadas. 2008. 238f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) - Programa de Pós–Graduação em Ciência da Informação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008.
Assinale a alternativa que contém as afirmativas CORRETAS:
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Sobre bibliotecas e livros digitais, analise as sentenças abaixo.
I. O advento do CD-ROM pontua uma fase de destaque na transformação do texto impresso para o eletrônico, pois ampliou as aplicações de atuação do mercado editorial, com a possibilidade de armazenamento de textos, imagens, arquivos sonoros e animações. (Towle, 2007 apud Serra, 2016, p. 226).
II. De acordo com Rao (2005, apud Serra, 2016, p. 226), a segunda geração de livros no formato eletrônico iniciou-se na década de 1990, com a web disponibilizando o conteúdo e a troca de arquivos, com a portabilidade sendo favorecida. Aquele período também foi marcado pelo lançamento do formato PDF.
III. Segundo Armstrong e Lonsdale (2011, apud Serra, 2016, p. 224), a primeira idealização dos livros digitais é feita pelo protótipo Dynabook, desenvolvido por Alan Kay, um pesquisador do Laboratório do Centro de Pesquisas da Xerox em Palo Alto.
IV. A inclusão de livros digitais nas bibliotecas ocorreu de forma natural, através da oferta de conteúdo e demanda de usuários. Esse movimento foi impulsionado pelo conhecimento do objeto, do conteúdo disponível, das opções de licenciamento e das formas de utilização. (Serra, 2016, p. 228).
V. Os agregadores de conteúdo são empresas que comercializam títulos de editores para as bibliotecas, porém em plataformas próprias. (Serra, 2016, p. 232).
SERRA, Liliana Giusti Serra. Bibliotecas e livros digitais: breve história e novos desafios. In: RIBEIRO, Anna Carolina Mendonça Lemos, FERREIRA, Pedro Cavalcanti Gonçalves (orgs). Biblioteca do Século XXI: desafios e perspectivas. Brasília: Ipea, 2016, 353 p. Disponível em: https://portalantigo.ipea.gov.br/agencia/images/stories/PDFs/livros/livros/170105_biblioteca_do_seculo_21.pdf. Acesso em: 02 set. 2024.
Assinale a sentença que contêm todas as alternativas VERDADEIRAS:
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I. ( ) A análise de assunto, por meio da leitura documental, permite a identificação e a seleção de conceitos orientados pelo conteúdo (documentos em análise) e pela demanda (usuários da biblioteca) para, em seguida, representá-los por termos de uma linguagem documental em uso pelo catálogo online. (Fujita, 2016, p. 19).
II. ( ) As bibliotecas que não estão vinculadas a nenhum sistema de informação não precisam documentar aquilo que é criado em sua organização. Essa responsabilidade é dos grandes sistemas de informação visando à criação de redes de comunicação eficientes entre os indexadores, para que haja o compartilhamento de conhecimento. (Rubi; Fujita, 2006, p.12)
III. ( ) O tema política de indexação não é recente na literatura publicada em Ciência da Informação, porém é inédita sua aplicabilidade para bibliotecas e, em especial, para bibliotecas universitárias. (Fujita, 2016, p. 21).
IV. ( ) O uso de uma metodologia de indexação aumenta a exaustividade e a especificidade, dando visibilidade aos conteúdos documentais das coleções das bibliotecas. (Fujita, 2016, p. 32)
V. ( ) Na Indexação, o termo "precisão" é usado por Lancaster (2004, p. 4) para designar a capacidade de recuperar documentos úteis.
GIL LEIVA, I. Manual de indización: teoria y práctica. Gijón: Trea, 2008. FUJITA, M. S. L. (org). Política de indexação para bibliotecas: elaboração, avaliação e implantação [online]. Marília: Oficina Universitária; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2016, 142 p. Disponível em https://books.scielo.org/id/dbdj8/pdf/fujita-9788579838170.pdf. Acesso em 02 de set. 2024. FUJITA, M. S. L.; RUBI, M. P. Modelo de lectura profesional para la indización. Scire (Zaragoza). v.12, p.47 - 69, 2006 LANCASTER, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. Brasília, Briquet de Lemos, 2004. RUBI, M. P.; FUJITA, M. L. S. O ensino de procedimentos de política de indexação na perspectiva do conhecimento organizacional: uma proposta de programa para a educação à distância do bibliotecário. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v.11, n.1, p.1-16, 2006. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/pci/article/view/23721. Acesso em: 02 set. 2024.
Assinale a alternativa com a ordem CORRETA:
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- Gestão de Bibliotecas e Unidades de Informação
- Organização e administração de bibliotecasUsuários / Disseminação Seletiva
I. ( ) O surgimento das novas tecnologias, a necessidade de educação continuada e as novas exigências do mercado fizeram com que o profissional bibliotecário com perfil tradicional cedesse seu espaço para o moderno profissional da informação, com conhecimentos que vão além das técnicas, para lidar com gerência de informação em vários suportes e com conhecimentos da realidade social, política e educacional. (Lima, C.; Lima, K., 2009 apud Oliveira; Alves; Maia, 2013, p. 7)
II. ( ) Biblioteca inclusiva é o ambiente destinado às pessoas com necessidades educacionais especiais, garantindo um espaço livre de barreiras arquitetônicas. (Oliveira; Alves; Maia, 2013 p. 4)
III. ( ) A biblioteca tem a informação como “[...] peça fundamental para o processo de inclusão social [...]”. Basta que o profissional bibliotecário facilite este processo para que não aconteça “desigualdade social”. (Sanches Neto, 2011 apud Oliveira; Alves; Maia, 2013, p. 7)
IV. ( ) No início deste século, a evolução social expande os objetivos da biblioteca, quando se amplia o objetivo educacional para o de promoção da cultura em geral. Essa ampliação de objetivo não tem aceitação geral e faz com que os bibliotecários reflitam sobre a posição social da biblioteca, pensando num modo mais eficaz de torná-la mais popular e, dessa forma, mais utilizada, como forma de garantir sua existência na comunidade. (Cysne,1993, p.26)
V. ( ) A Biblioteca inclusiva caracteriza-se por ser específica para usuário determinado, por exemplo, para deficientes visuais com todo acervo disponível em Braille. (Coneglian; Silva, 2006 apud Oliveira; Alves; Maia, 2013, p. 5).
CYSNE, Fátima Portela. Biblioteconomia: dimensão social e educativa. Fortaleza: EUFC, 1993. OLIVEIRA, Magali Araújo Damasceno de Oliveira, ALVES, Márcia Valéria, MAIA, Maria Aniolly Queiroz. A função social do profissional da informação numa biblioteca inclusiva. In: XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, v. 25, 2013, Florianópolis. Anais […] Florianópolis: Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas de Informação e Instituições, 2013. Disponível em: https://portal. febab.org.br/cbbd2019/article/view/1600. Acesso em: 02 set. 2024. SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, 1997.
Assinale a alternativa com a classificação das afirmativas na ordem CORRETA:
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I. Campos de assunto do formato Marc.
II. Capacidade de revocação e precisão do sistema.
III. Escolha da Linguagem.
IV. Exaustividade.
V. Adequação.
RUBI, Milena Polsinelli. Os princípios da política de indexação na análise de assunto para catalogação: especificidade, exaustividade, revocação e precisão na perspectiva dos catalogadores e usuários. In: FUJITA, M.S.L., et al. (org.). A indexação de livros: a percepção de catalogadores e usuários de bibliotecas universitárias: um estudo de observação do contexto sociocognitivo com protocolos verbais [online]. São Paulo: Editora UNESP, 2009. 149 p. Disponível em: https://static.scielo.org/scielobooks/wcvbc/pdf/boccato9788579830150.pdf. Acesso em: 02 set. 2024.
Os itens que correspondem ao grupo da Indexação são:
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MCLLWAINE, I. C. Guia para utilização da CDU: Um guia introdutório para o uso e aplicação da Classificação Decimal Universal. Brasília: IBICT, 1995. 143 p. UDC CONSORTIUM. Classificação Decimal Universal: edição-padrão internacional em Língua Portuguesa. Brasília: IBICT, 1997/1998. 2 v.
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COLUNA 1
1. Período Remoto
2. Idade Média
3. Séculos XV a XVIII
4. Século XIX
5. Século XX
COLUNA 2
( ) Entre os catálogos deste período, destacam-se os dos mosteiros, entre eles o do mosteiro beneditino de Saint Requier, na França. Organizado por autor, embora não em ordem, também registra o conteúdo dos volumes e o número dos volumes relativos a uma obra.
( ) Surgem pela primeira vez as remissivas, embora de forma primitiva.
( ) Um fato importante vem mudar a perspectiva dos códigos, a impressão e venda de fichas catalográficas pela Library of Congress dos Estados Unidos.
( ) Os tabletes de argila com as primeiras informações bibliográficas de descrição física foram encontrados em escavações hititas. Esses tabletes identificavam o número do tablete em uma série, o título e, muitas vezes, o escriba.
( ) Charles Ami Cutter publicou a “Rules for a dictionary catalogue” [Regras para um catálogo dicionário]. Cutter, considerado por Ranganathan como o gênio da biblioteconomia, não elaborou apenas um código de catalogação; sua obra é na verdade uma declaração de princípios.
MEY, Eliane Serrão Alves. Breve histórico dos catálogos e da catalogação. In: MEY, Eliane Serrão Alves. Introdução à catalogação. Cap. 2, p. 12-35. Brasília: Briquet de Lemos, 1995.
Assinale a alternativa que corresponde à numeração na ordem CORRETA da segunda coluna:
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