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Dois homens caminham pelo corredor e param diante de uma porta. (SONS DE BATIDAS) O homem alto bate.
Em audiodescrição não se recomenda descrever sons que sejam facilmente identificados pelo usuário, tais como: telefone chamando, relógio, chuva e outros. Porém, algumas exceções podem ser observadas, como no caso acima, em que se decidiu citar o som para
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Maria usa uma saia branca e rendada.
É muito importante saber escolher quais palavras utilizar em uma audiodescrição para não gerar orações com duplo sentido. No exemplo citado há um verbo frequentemente usado nesse tipo de situação que – de acordo com o contexto – provoca uma percepção equivocada da audiodescrição. O verbo que pode sugerir uma ação que está acontecendo é
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Em um filme, ao se audiodescrever um personagem pela primeira vez, a fim de se facilitar a construção imagética do espectador, recomenda-se que as características sejam dadas seguindo uma ordem lógica: da cabeça até os pés. Há, entretanto, situações de exceção. Uma delas se apresenta quando
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Voice-over é uma técnica de tradução audiovisual na qual as vozes dos atores são gravadas sobre a faixa de áudio original que pode ser ouvida em segundo plano. O Voice-over associado à audiodescrição serve para a
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Segundo a Norma Brasileira, ABNT NBR 16452, primeira edição, de 01 de setembro de 2016, sobre Acessibilidade na comunicação (Audiodescrição), a entonação na narração deve evitar tornar-se
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Considere a tirinha abaixo:

De acordo com a Nota Técnica no 21, de 10 de abril de 2012, no item de Descrição de tira cômica, a audiodescrição que melhor se adequa a esta tirinha é:
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O comportamento a se adotar quanto à citação de cores na audiodescrição é
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Segundo a ABNT NBR 16452, de 01 de setembro de 2016, a sobreposição da audiodescrição em falas de programas, gravados ou ao vivo, é permitida sempre que
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Sabe-se que a audiodescrição, enquanto evento, existe desde que se convive com cegos ou pessoas com baixa visão. Entretanto, o recurso como Ciência tem o seu registro datado de 1975, com um primeiro estudo realizado na Universidade de São Francisco, por
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Claro está que ‘audiodescrição’ é diferente de ‘áudio-descrição’. Aquela se constitui semanticamente como descrição em áudio, enquanto esta se estrutura em torno de um gênero tradutório, cujas técnicas visam à tradução de um evento visual em palavras, que por sua vez eliciarão imagens na mente de quem as recebe.
Simplificar que áudio-descrição é apenas passar da imagem vista para o áudio a ser ouvido, seria desconsiderar o objetivo de traduzir em palavras eventos visuais inacessíveis aos que estão, temporária ou permanentemente, incapazes de os ver, ignorando que a áudio-descrição prima por empoderar sobretudo as pessoas com deficiência a respeito do evento visual, estático ou dinâmico.
De outra forma, do ponto de vista morfológico, e em consonância com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, significa reiterar que grafar áudio-descrição com hífen é entender que este léxico se formou pelo processo de composição, e que o termo encerra um conceito novo e especializado, que não se constitui por um processo de derivação, posto que não é a simples descrição falada, mas que se constitui por um processo de composição, dado que é uma tradução visual dos eventos visuais/imagéticos, destinada, principalmente, às pessoas com deficiência visual, pessoas cegas ou com baixa visão.
Portanto, grafar áudio-descrição (com hífen) não é meramente um preciosismo linguístico. É, ao contrário, a observância do que determina a Base XV do Decreto no 6.583/2008 e é, principalmente, assumir posição diferenciada sobre a conceituação do termo áudio-descrição, distinguindo-o de descrição em áudio (descrição falada) para conceituá-lo como tradução visual (áudio-descrição daqueles eventos visuais, os quais, por alguma razão, não estejam disponíveis ao indivíduo com deficiência visual e/ou outras), seja porque tais eventos não são/estão deduzidos pelos sons, pela trilha sonora da obra, seja porque não são/estão deduzidos pela cognição ou pelo intelecto do espectador/observador.
(Paulo Augusto Almeida Seemann/Rosângela A. Ferreira Lima/Francisco José de Lima)
Os autores baseiam-se em um conjunto vigente de regras para fundamentar o argumento de que o termo áudio-descrição deve ser grafado com hífen e acento, denominado:
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