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2364375 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FCC
Orgão: Pref. Recife-PE

Claro está que ‘audiodescrição’ é diferente de ‘áudio-descrição’. Aquela se constitui semanticamente como descrição em áudio, enquanto esta se estrutura em torno de um gênero tradutório, cujas técnicas visam à tradução de um evento visual em palavras, que por sua vez eliciarão imagens na mente de quem as recebe.

Simplificar que áudio-descrição é apenas passar da imagem vista para o áudio a ser ouvido, seria desconsiderar o objetivo de traduzir em palavras eventos visuais inacessíveis aos que estão, temporária ou permanentemente, incapazes de os ver, ignorando que a áudio-descrição prima por empoderar sobretudo as pessoas com deficiência a respeito do evento visual, estático ou dinâmico.

De outra forma, do ponto de vista morfológico, e em consonância com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, significa reiterar que grafar áudio-descrição com hífen é entender que este léxico se formou pelo processo de composição, e que o termo encerra um conceito novo e especializado, que não se constitui por um processo de derivação, posto que não é a simples descrição falada, mas que se constitui por um processo de composição, dado que é uma tradução visual dos eventos visuais/imagéticos, destinada, principalmente, às pessoas com deficiência visual, pessoas cegas ou com baixa visão.

Portanto, grafar áudio-descrição (com hífen) não é meramente um preciosismo linguístico. É, ao contrário, a observância do que determina a Base XV do Decreto no 6.583/2008 e é, principalmente, assumir posição diferenciada sobre a conceituação do termo áudio-descrição, distinguindo-o de descrição em áudio (descrição falada) para conceituá-lo como tradução visual (áudio-descrição daqueles eventos visuais, os quais, por alguma razão, não estejam disponíveis ao indivíduo com deficiência visual e/ou outras), seja porque tais eventos não são/estão deduzidos pelos sons, pela trilha sonora da obra, seja porque não são/estão deduzidos pela cognição ou pelo intelecto do espectador/observador.

(Paulo Augusto Almeida Seemann/Rosângela A. Ferreira Lima/Francisco José de Lima)

Os autores falam em eliciar imagens na mente da pessoa com deficiência. Tendo a áudio-descrição como ponto de partida, isso significa que este recurso

 

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2364374 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FCC
Orgão: Pref. Recife-PE

Claro está que ‘audiodescrição’ é diferente de ‘áudio-descrição’. Aquela se constitui semanticamente como descrição em áudio, enquanto esta se estrutura em torno de um gênero tradutório, cujas técnicas visam à tradução de um evento visual em palavras, que por sua vez eliciarão imagens na mente de quem as recebe.

Simplificar que áudio-descrição é apenas passar da imagem vista para o áudio a ser ouvido, seria desconsiderar o objetivo de traduzir em palavras eventos visuais inacessíveis aos que estão, temporária ou permanentemente, incapazes de os ver, ignorando que a áudio-descrição prima por empoderar sobretudo as pessoas com deficiência a respeito do evento visual, estático ou dinâmico.

De outra forma, do ponto de vista morfológico, e em consonância com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, significa reiterar que grafar áudio-descrição com hífen é entender que este léxico se formou pelo processo de composição, e que o termo encerra um conceito novo e especializado, que não se constitui por um processo de derivação, posto que não é a simples descrição falada, mas que se constitui por um processo de composição, dado que é uma tradução visual dos eventos visuais/imagéticos, destinada, principalmente, às pessoas com deficiência visual, pessoas cegas ou com baixa visão.

Portanto, grafar áudio-descrição (com hífen) não é meramente um preciosismo linguístico. É, ao contrário, a observância do que determina a Base XV do Decreto no 6.583/2008 e é, principalmente, assumir posição diferenciada sobre a conceituação do termo áudio-descrição, distinguindo-o de descrição em áudio (descrição falada) para conceituá-lo como tradução visual (áudio-descrição daqueles eventos visuais, os quais, por alguma razão, não estejam disponíveis ao indivíduo com deficiência visual e/ou outras), seja porque tais eventos não são/estão deduzidos pelos sons, pela trilha sonora da obra, seja porque não são/estão deduzidos pela cognição ou pelo intelecto do espectador/observador.

(Paulo Augusto Almeida Seemann/Rosângela A. Ferreira Lima/Francisco José de Lima)

Segundo os autores, “audiodescrição” – sem hífen e sem acento – significa

 

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2364373 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FCC
Orgão: Pref. Recife-PE

Claro está que ‘audiodescrição’ é diferente de ‘áudio-descrição’. Aquela se constitui semanticamente como descrição em áudio, enquanto esta se estrutura em torno de um gênero tradutório, cujas técnicas visam à tradução de um evento visual em palavras, que por sua vez eliciarão imagens na mente de quem as recebe.

Simplificar que áudio-descrição é apenas passar da imagem vista para o áudio a ser ouvido, seria desconsiderar o objetivo de traduzir em palavras eventos visuais inacessíveis aos que estão, temporária ou permanentemente, incapazes de os ver, ignorando que a áudio-descrição prima por empoderar sobretudo as pessoas com deficiência a respeito do evento visual, estático ou dinâmico.

De outra forma, do ponto de vista morfológico, e em consonância com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, significa reiterar que grafar áudio-descrição com hífen é entender que este léxico se formou pelo processo de composição, e que o termo encerra um conceito novo e especializado, que não se constitui por um processo de derivação, posto que não é a simples descrição falada, mas que se constitui por um processo de composição, dado que é uma tradução visual dos eventos visuais/imagéticos, destinada, principalmente, às pessoas com deficiência visual, pessoas cegas ou com baixa visão.

Portanto, grafar áudio-descrição (com hífen) não é meramente um preciosismo linguístico. É, ao contrário, a observância do que determina a Base XV do Decreto no 6.583/2008 e é, principalmente, assumir posição diferenciada sobre a conceituação do termo áudio-descrição, distinguindo-o de descrição em áudio (descrição falada) para conceituá-lo como tradução visual (áudio-descrição daqueles eventos visuais, os quais, por alguma razão, não estejam disponíveis ao indivíduo com deficiência visual e/ou outras), seja porque tais eventos não são/estão deduzidos pelos sons, pela trilha sonora da obra, seja porque não são/estão deduzidos pela cognição ou pelo intelecto do espectador/observador.

(Paulo Augusto Almeida Seemann/Rosângela A. Ferreira Lima/Francisco José de Lima)

Segundo os autores, a áudio-descrição prima pelo empoderamento das pessoas com deficiência. Isso significa que o empoderamento

 

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2364372 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FCC
Orgão: Pref. Recife-PE

Claro está que ‘audiodescrição’ é diferente de ‘áudio-descrição’. Aquela se constitui semanticamente como descrição em áudio, enquanto esta se estrutura em torno de um gênero tradutório, cujas técnicas visam à tradução de um evento visual em palavras, que por sua vez eliciarão imagens na mente de quem as recebe.

Simplificar que áudio-descrição é apenas passar da imagem vista para o áudio a ser ouvido, seria desconsiderar o objetivo de traduzir em palavras eventos visuais inacessíveis aos que estão, temporária ou permanentemente, incapazes de os ver, ignorando que a áudio-descrição prima por empoderar sobretudo as pessoas com deficiência a respeito do evento visual, estático ou dinâmico.

De outra forma, do ponto de vista morfológico, e em consonância com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, significa reiterar que grafar áudio-descrição com hífen é entender que este léxico se formou pelo processo de composição, e que o termo encerra um conceito novo e especializado, que não se constitui por um processo de derivação, posto que não é a simples descrição falada, mas que se constitui por um processo de composição, dado que é uma tradução visual dos eventos visuais/imagéticos, destinada, principalmente, às pessoas com deficiência visual, pessoas cegas ou com baixa visão.

Portanto, grafar áudio-descrição (com hífen) não é meramente um preciosismo linguístico. É, ao contrário, a observância do que determina a Base XV do Decreto no 6.583/2008 e é, principalmente, assumir posição diferenciada sobre a conceituação do termo áudio-descrição, distinguindo-o de descrição em áudio (descrição falada) para conceituá-lo como tradução visual (áudio-descrição daqueles eventos visuais, os quais, por alguma razão, não estejam disponíveis ao indivíduo com deficiência visual e/ou outras), seja porque tais eventos não são/estão deduzidos pelos sons, pela trilha sonora da obra, seja porque não são/estão deduzidos pela cognição ou pelo intelecto do espectador/observador.

(Paulo Augusto Almeida Seemann/Rosângela A. Ferreira Lima/Francisco José de Lima)

Segundo os autores do trecho acima, grafar ‘áudio-descrição’ com hífen e acento refere-se a marcar posição quanto ao conceito de que a áudio-descrição é

 

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2364371 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FCC
Orgão: Pref. Recife-PE

Considere a ilustração abaixo.

Enunciado 2364371-1

A melhor audiodescrição que corresponde à bandeira do Brasil conforme a ilustração acima é:

 

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2345354 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IBFC
Orgão: DPE-MT
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“A entrevista é uma prática situada nos alicerces de praticamente toda a atividade jornalística. É rara a matéria, em qualquer meio jornalístico, que não tenha tido como ponto de partida a consulta a determinada fonte. Ela configura-se como atividade conversacional, que, por sua vez, é a mais cotidiana das práticas comunicacionais humanas. De modo que seu estudo situa-se, assim, na raiz tanto da atividade jornalística como da própria comunicação interpessoal.” (FIRMO, 2004).

Entretanto, a maioria das pesquisas e reflexões sobre o fenômeno da entrevista se atêm mais ao aspecto tecnicista, pouco se focando na relação entre entrevistador e entrevistado, ou melhor, em como a existência de um terceiro vértice, o público, faz com que, muitas vezes, repórter e fonte estabeleçam um verdadeiro embate para conquistar esse mesmo público. Levando em consideração essa premissa, leia atentamente as afirmativas a seguir e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F):

( ) Cabe ao entrevistador definir o assunto, o encaminhamento a ser dado ao diálogo, os rumos da entrevista, as perguntas a serem feitas, os aspectos ressaltados e os que ficarão em segundo plano dentro do tema abordado.

( ) O entrevistador tem liberdade para fazer interrupções na fala do entrevistado (para trazer outras questões e novos elementos à entrevista) e também é ele quem define o caráter da conversação: polêmico ou conciliador.

( ) Cabe à fonte tratar da temática proposta pelo jornalista, dominando o chamado turno conversacional, uma vez que ele é o centro das atenções nessa interação, mesmo sem ter definido a forma como a entrevista será conduzida.

( ) A entrevista tem uma característica muito especial, uma vez que, quando pergunta, não é para si que o entrevistador quer a resposta, nem é a ele que responde o entrevistado. É com o público que a interação se completa.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

 

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2345353 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IBFC
Orgão: DPE-MT
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“Há uma grande resistência, por parte dos acadêmicos, em aprender as regras da estruturação dos programas de TV, sejam eles destinados ao jornalismo ou à produção publicitária. Esse fato torna a primeira parte das disciplinas que se destinam a introduzir as regras e técnicas da criação e produção audiovisual um pouco desinteressantes para os alunos, que desejam iniciar de imediato os trabalhos práticos porque não consideram a elaboração dos roteiros um trabalho prático e interessante.” (ABREU, 2010)

“O formato do script que está na tela dos terminais é uma reprodução da lauda especial para telejornalismo com espaços próprios para todas as informações necessárias que vão ser usadas na exibição de programas: marcações

técnicas e o texto jornalístico.” (PATERNOSTRO, 1999).

Tendo como base os textos acima, sobre a importância do script para a prática telejornalística, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) Script é o nome dado à lauda, eletrônica ou de papel, utilizada na produção audiovisual, como o telejornalismo. Na parte superior da página, apresenta uma espécie de cabeçalho, usado para identificar o telejornal, a data e o editor do telejornal.

( ) As laudas do script são divididas horizontalmente em dois blocos, um à esquerda, que destina-se às informações relativas à imagem ou a tudo o que aparecerá no vídeo, e outro, à direita da página, apontando todos os dados referentes ao áudio do material.

( ) A necessidade de organizar e de repassar as informações de maneira idêntica a todos os membros das equipes de jornalistas, produção e técnica torna o script indispensável à produção do telejornal;

( ) A responsabilidade da marcação do script é do editor de imagens. O script não pode conter nenhuma incorreção, como falta de palavras ou ortografia errada, deve ser sempre relido e revisado antes de se considerá-lo pronto.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2345352 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IBFC
Orgão: DPE-MT
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“Vivemos uma era (...), onde há uma quantidade enorme de informações que os humanos produzem e não conseguem processar sem a ajuda da computação. Situação mediada por tecnologias e que demanda um contínuo desenvolvimento tecnológico por parte de governos, instituições e empresas privadas. (...) Este termo abrange o crescimento, a disponibilidade e o uso exponencial de informações e leva a questionamentos sobre como pode servir como base para a inovação, a diferenciação e o conhecimento sobre os mais diferentes aspectos da sociedade”. Essa análise, feita pela pesquisadora Mayanna Estevanim (2016), se refere a um termo. Assinale a alternativa correta.

 

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2345351 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IBFC
Orgão: DPE-MT
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Levando-se em consideração as características do meio de comunicação rádio, e partindo da hipótese que você é um(a) repórter, encarregado(a) de gravar uma entrevista com uma especialista em saúde pública, pra falar sobre uma pesquisa visando criar uma vacina contra a gripe H1N1, que fará parte de uma reportagem sobre o assunto, assinale a alternativa que apresenta qual a formatação de pergunta que deveria ser feita para a entrevistada, a fim de obter o melhor conteúdo em áudio para editar a reportagem.

 

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2345350 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IBFC
Orgão: DPE-MT
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“As maiores alterações decorrentes da utilização da nova tecnologia digital irão, necessariamente, afetar as estruturas físicas dos jornais e, em especial, das editorias de fotografia. Além disso, os próprios conceitos e técnicas fotojornalísticas acabam, necessariamente, sofrendo revisões para se adaptarem à nova forma de fotografar.” (FELZ, 2008). A partir dessa análise do pesquisador Jorge Felz sobre as perspectivas do fotojornalismo a partir da internet, analise as afirmativas abaixo.

I. A linguagem fotográfica sofreu alterações a partir do digital. No universo analógico, em um filme de 35mm, as dimensões do negativo são de 24 x 36mm e a relação entre largura e altura é de 1:1,5. Essa é uma proporção áurea do retângulo fotográfico.

II. Em várias câmeras digitais, essa relação é alterada para 3:4. Com isso, o enquadramento passa para uma forma quase quadrada, que representaria a forma geométrica do equilíbrio absoluto. Poucos assuntos se adaptam a esse formato.

III. Essa transformação do formato fotográfico parece ter relação direta com o fato de a imagem digital ter surgido para ser vista na tela de TV e no monitor do computador, já que os primeiros CCDs equipavam câmeras de vídeo.

IV. Em função desse novo formato, os fotógrafos precisam realizar cortes nas imagens para torna-las mais quadradas, além de cuidar para capturar imagens com contrastes fortes e um grande número de linhas.

Estão corretas as afirmativas:

 

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