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1344460 Ano: 2004
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN

Com base nos textos oficiais do MEC, entende-se

por competência a capacidade de articular, mobilizar e

colocar em ação valores, conhecimentos e habilidades

necessários para o desempenho eficiente e eficaz de

atividades requeridas pela natureza da atuação do indivíduo.

Nessa perspectiva, o conhecimento é entendido como

simplesmente saber. Já a habilidade refere-se ao saber fazer,

que transcende a mera ação motora. Por sua vez, o valor se

expressa no saber ser, na atitude relacionada com o

julgamento da pertinência da ação, com a qualidade do

trabalho, a ética do comportamento, a convivência

participativa e solidária e outros atributos humanos, tais

como a iniciativa e a criatividade. Nesse sentido, alguém tem

competência quando constitui, articula e mobiliza valores,

conhecimentos e habilidades para resolver problemas não só

rotineiros, mas também inusitados em seu campo de atuação.

Assim, age eficazmente diante do inesperado e do inabitual,

superando a experiência acumulada transformada em hábito

e liberando-se para a criatividade e a atuação transformadora.

Acerca desse assunto e considerando os textos oficiais do MEC, julgue os itens subseqüentes.

Na formulação de objetivos, o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza da atuação do indivíduo requer a observância da interação dos domínios cognitivo, afetivo e psicomotor da aprendizagem.

 

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1344459 Ano: 2004
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN

Com base nos textos oficiais do MEC, entende-se

por competência a capacidade de articular, mobilizar e

colocar em ação valores, conhecimentos e habilidades

necessários para o desempenho eficiente e eficaz de

atividades requeridas pela natureza da atuação do indivíduo.

Nessa perspectiva, o conhecimento é entendido como

simplesmente saber. Já a habilidade refere-se ao saber fazer,

que transcende a mera ação motora. Por sua vez, o valor se

expressa no saber ser, na atitude relacionada com o

julgamento da pertinência da ação, com a qualidade do

trabalho, a ética do comportamento, a convivência

participativa e solidária e outros atributos humanos, tais

como a iniciativa e a criatividade. Nesse sentido, alguém tem

competência quando constitui, articula e mobiliza valores,

conhecimentos e habilidades para resolver problemas não só

rotineiros, mas também inusitados em seu campo de atuação.

Assim, age eficazmente diante do inesperado e do inabitual,

superando a experiência acumulada transformada em hábito

e liberando-se para a criatividade e a atuação transformadora.

Acerca desse assunto e considerando os textos oficiais do MEC, julgue os itens subseqüentes.

Embora citadas em geral conjuntamente, habilidades e competências têm acepções distintas.

 

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1344458 Ano: 2004
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN
Texto I
A nossa experiência pessoal de avaliação constituiu- se em tribunal de julgamento de nossos méritos e desempenhos, cujas sentenças se traduziam em prêmios ou castigos. Nossa trajetória escolar nos atribui uma posição, uma classificação intelectual, carimbada pelos registros desses julgamentos, onde as circunstâncias, as diferenças, as preferências e valores pessoais não contam, mas apenas os do avaliador.
Genuíno Bordignon. Avaliação na gestão de organizações educacionais. Ensaio: avaliação das políticas públicas educacionais. Rio de Janeiro. v. 3, n. 9, p. 401-10, out./dez./1995 (com adaptações).
Texto II
Pais, sistema de ensino, profissionais de educação, professores e alunos — todos têm suas atenções centradas na promoção, ou não, do estudante de uma série de escolaridade para outra. O que predomina é a nota: não importa como elas foram obtidas nem por que caminhos.
Cipriano Carlos Luckesi. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 1996, p. 18 (com adaptações).
Texto III
É formativa toda avaliação que ajuda o aluno a aprender e a se desenvolver, ou melhor, que participa da regulação das aprendizagens e do desenvolvimento no sentido de um projeto educativo. A avaliação formativa define-se por seus efeitos de regulação dos processos de aprendizagem. Dos efeitos buscar-se-á a intervenção que produz e, antes ainda, as observações e as representações que orientam essa intervenção.
Philippe Perrenoud. Avaliação entre duas lógicas: da excelência à regulação das aprendizagens. Patrícia Chittoni Ramos (Trad.). São Paulo: Artmed, 1999, p. 104-5 (com adaptações).
Com o auxílio dos textos acima, julgue os itens seguintes acerca da avaliação no processo ensino- aprendizagem.
A ênfase da avaliação formativa recai sobre o conteúdo.
 

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1344457 Ano: 2004
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN
Texto I
A nossa experiência pessoal de avaliação constituiu- se em tribunal de julgamento de nossos méritos e desempenhos, cujas sentenças se traduziam em prêmios ou castigos. Nossa trajetória escolar nos atribui uma posição, uma classificação intelectual, carimbada pelos registros desses julgamentos, onde as circunstâncias, as diferenças, as preferências e valores pessoais não contam, mas apenas os do avaliador.
Genuíno Bordignon. Avaliação na gestão de organizações educacionais. Ensaio: avaliação das políticas públicas educacionais. Rio de Janeiro. v. 3, n. 9, p. 401-10, out./dez./1995 (com adaptações).
Texto II
Pais, sistema de ensino, profissionais de educação, professores e alunos — todos têm suas atenções centradas na promoção, ou não, do estudante de uma série de escolaridade para outra. O que predomina é a nota: não importa como elas foram obtidas nem por que caminhos.
Cipriano Carlos Luckesi. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 1996, p. 18 (com adaptações).
Texto III
É formativa toda avaliação que ajuda o aluno a aprender e a se desenvolver, ou melhor, que participa da regulação das aprendizagens e do desenvolvimento no sentido de um projeto educativo. A avaliação formativa define-se por seus efeitos de regulação dos processos de aprendizagem. Dos efeitos buscar-se-á a intervenção que produz e, antes ainda, as observações e as representações que orientam essa intervenção.
Philippe Perrenoud. Avaliação entre duas lógicas: da excelência à regulação das aprendizagens. Patrícia Chittoni Ramos (Trad.). São Paulo: Artmed, 1999, p. 104-5 (com adaptações).
Com o auxílio dos textos acima, julgue os itens seguintes acerca da avaliação no processo ensino- aprendizagem.

A avaliação formativa é uma estratégia didática que visa informar os alunos a respeito do seu próprio aprendizado e, também, o professor, para que tome decisões oportunas e a tempo.

 

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1344456 Ano: 2004
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN
Texto I
A nossa experiência pessoal de avaliação constituiu- se em tribunal de julgamento de nossos méritos e desempenhos, cujas sentenças se traduziam em prêmios ou castigos. Nossa trajetória escolar nos atribui uma posição, uma classificação intelectual, carimbada pelos registros desses julgamentos, onde as circunstâncias, as diferenças, as preferências e valores pessoais não contam, mas apenas os do avaliador.
Genuíno Bordignon. Avaliação na gestão de organizações educacionais. Ensaio: avaliação das políticas públicas educacionais. Rio de Janeiro. v. 3, n. 9, p. 401-10, out./dez./1995 (com adaptações).
Texto II
Pais, sistema de ensino, profissionais de educação, professores e alunos — todos têm suas atenções centradas na promoção, ou não, do estudante de uma série de escolaridade para outra. O que predomina é a nota: não importa como elas foram obtidas nem por que caminhos.
Cipriano Carlos Luckesi. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 1996, p. 18 (com adaptações).
Texto III
É formativa toda avaliação que ajuda o aluno a aprender e a se desenvolver, ou melhor, que participa da regulação das aprendizagens e do desenvolvimento no sentido de um projeto educativo. A avaliação formativa define-se por seus efeitos de regulação dos processos de aprendizagem. Dos efeitos buscar-se-á a intervenção que produz e, antes ainda, as observações e as representações que orientam essa intervenção.
Philippe Perrenoud. Avaliação entre duas lógicas: da excelência à regulação das aprendizagens. Patrícia Chittoni Ramos (Trad.). São Paulo: Artmed, 1999, p. 104-5 (com adaptações).
Com o auxílio dos textos acima, julgue os itens seguintes acerca da avaliação no processo ensino- aprendizagem.

O projeto referido no texto III é caracterizado como modelo transmissão-recepção-reprodução.

 

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1342026 Ano: 2004
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN
Texto I
A nossa experiência pessoal de avaliação constituiu- se em tribunal de julgamento de nossos méritos e desempenhos, cujas sentenças se traduziam em prêmios ou castigos. Nossa trajetória escolar nos atribui uma posição, uma classificação intelectual, carimbada pelos registros desses julgamentos, onde as circunstâncias, as diferenças, as preferências e valores pessoais não contam, mas apenas os do avaliador.
Genuíno Bordignon. Avaliação na gestão de organizações educacionais. Ensaio: avaliação das políticas públicas educacionais. Rio de Janeiro. v. 3, n. 9, p. 401-10, out./dez./1995 (com adaptações).
Texto II
Pais, sistema de ensino, profissionais de educação, professores e alunos — todos têm suas atenções centradas na promoção, ou não, do estudante de uma série de escolaridade para outra. O que predomina é a nota: não importa como elas foram obtidas nem por que caminhos.
Cipriano Carlos Luckesi. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 1996, p. 18 (com adaptações).
Texto III
É formativa toda avaliação que ajuda o aluno a aprender e a se desenvolver, ou melhor, que participa da regulação das aprendizagens e do desenvolvimento no sentido de um projeto educativo. A avaliação formativa define-se por seus efeitos de regulação dos processos de aprendizagem. Dos efeitos buscar-se-á a intervenção que produz e, antes ainda, as observações e as representações que orientam essa intervenção.
Philippe Perrenoud. Avaliação entre duas lógicas: da excelência à regulação das aprendizagens. Patrícia Chittoni Ramos (Trad.). São Paulo: Artmed, 1999, p. 104-5 (com adaptações).
Com o auxílio dos textos acima, julgue os itens seguintes acerca da avaliação no processo ensino- aprendizagem.

Os efeitos a que se refere o texto III são distintos dos apontados pelos textos I e II.

 

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1342019 Ano: 2004
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN
Texto I
A nossa experiência pessoal de avaliação constituiu- se em tribunal de julgamento de nossos méritos e desempenhos, cujas sentenças se traduziam em prêmios ou castigos. Nossa trajetória escolar nos atribui uma posição, uma classificação intelectual, carimbada pelos registros desses julgamentos, onde as circunstâncias, as diferenças, as preferências e valores pessoais não contam, mas apenas os do avaliador.
Genuíno Bordignon. Avaliação na gestão de organizações educacionais. Ensaio: avaliação das políticas públicas educacionais. Rio de Janeiro. v. 3, n. 9, p. 401-10, out./dez./1995 (com adaptações).
Texto II
Pais, sistema de ensino, profissionais de educação, professores e alunos — todos têm suas atenções centradas na promoção, ou não, do estudante de uma série de escolaridade para outra. O que predomina é a nota: não importa como elas foram obtidas nem por que caminhos.
Cipriano Carlos Luckesi. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 1996, p. 18 (com adaptações).
Texto III
É formativa toda avaliação que ajuda o aluno a aprender e a se desenvolver, ou melhor, que participa da regulação das aprendizagens e do desenvolvimento no sentido de um projeto educativo. A avaliação formativa define-se por seus efeitos de regulação dos processos de aprendizagem. Dos efeitos buscar-se-á a intervenção que produz e, antes ainda, as observações e as representações que orientam essa intervenção.
Philippe Perrenoud. Avaliação entre duas lógicas: da excelência à regulação das aprendizagens. Patrícia Chittoni Ramos (Trad.). São Paulo: Artmed, 1999, p. 104-5 (com adaptações).
Com o auxílio dos textos acima, julgue os itens seguintes acerca da avaliação no processo ensino- aprendizagem.

Na predominante visão avaliativa suscitada pelo texto II, os valores do aluno são atributos mais valorizados.

 

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1342018 Ano: 2004
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN
Texto I
A nossa experiência pessoal de avaliação constituiu- se em tribunal de julgamento de nossos méritos e desempenhos, cujas sentenças se traduziam em prêmios ou castigos. Nossa trajetória escolar nos atribui uma posição, uma classificação intelectual, carimbada pelos registros desses julgamentos, onde as circunstâncias, as diferenças, as preferências e valores pessoais não contam, mas apenas os do avaliador.
Genuíno Bordignon. Avaliação na gestão de organizações educacionais. Ensaio: avaliação das políticas públicas educacionais. Rio de Janeiro. v. 3, n. 9, p. 401-10, out./dez./1995 (com adaptações).
Texto II
Pais, sistema de ensino, profissionais de educação, professores e alunos — todos têm suas atenções centradas na promoção, ou não, do estudante de uma série de escolaridade para outra. O que predomina é a nota: não importa como elas foram obtidas nem por que caminhos.
Cipriano Carlos Luckesi. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 1996, p. 18 (com adaptações).
Texto III
É formativa toda avaliação que ajuda o aluno a aprender e a se desenvolver, ou melhor, que participa da regulação das aprendizagens e do desenvolvimento no sentido de um projeto educativo. A avaliação formativa define-se por seus efeitos de regulação dos processos de aprendizagem. Dos efeitos buscar-se-á a intervenção que produz e, antes ainda, as observações e as representações que orientam essa intervenção.
Philippe Perrenoud. Avaliação entre duas lógicas: da excelência à regulação das aprendizagens. Patrícia Chittoni Ramos (Trad.). São Paulo: Artmed, 1999, p. 104-5 (com adaptações).
Com o auxílio dos textos acima, julgue os itens seguintes acerca da avaliação no processo ensino- aprendizagem.

No tocante à trajetória escolar mencionada no texto I, constata-se a perspectiva classificatória e seletiva da avaliação.

 

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1341380 Ano: 2004
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN
Texto I
A nossa experiência pessoal de avaliação constituiu- se em tribunal de julgamento de nossos méritos e desempenhos, cujas sentenças se traduziam em prêmios ou castigos. Nossa trajetória escolar nos atribui uma posição, uma classificação intelectual, carimbada pelos registros desses julgamentos, onde as circunstâncias, as diferenças, as preferências e valores pessoais não contam, mas apenas os do avaliador.
Genuíno Bordignon. Avaliação na gestão de organizações educacionais. Ensaio: avaliação das políticas públicas educacionais. Rio de Janeiro. v. 3, n. 9, p. 401-10, out./dez./1995 (com adaptações).
Texto II
Pais, sistema de ensino, profissionais de educação, professores e alunos — todos têm suas atenções centradas na promoção, ou não, do estudante de uma série de escolaridade para outra. O que predomina é a nota: não importa como elas foram obtidas nem por que caminhos.
Cipriano Carlos Luckesi. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 1996, p. 18 (com adaptações).
Texto III
É formativa toda avaliação que ajuda o aluno a aprender e a se desenvolver, ou melhor, que participa da regulação das aprendizagens e do desenvolvimento no sentido de um projeto educativo. A avaliação formativa define-se por seus efeitos de regulação dos processos de aprendizagem. Dos efeitos buscar-se-á a intervenção que produz e, antes ainda, as observações e as representações que orientam essa intervenção.
Philippe Perrenoud. Avaliação entre duas lógicas: da excelência à regulação das aprendizagens. Patrícia Chittoni Ramos (Trad.). São Paulo: Artmed, 1999, p. 104-5 (com adaptações).
Com o auxílio dos textos acima, julgue os itens seguintes acerca da avaliação no processo ensino- aprendizagem.

A experiência pessoal expressa no texto I enquadra-se naquilo que no texto II é considerado como predominante na avaliação da aprendizagem.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1341379 Ano: 2004
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN
A confusão entre metodologia de ensino e técnica didática é muito comum, inclusive entre professores universitários. É preciso desfazê-la de imediato. Entendemos metodologia como a articulação de uma teoria de compreensão e interpretação da realidade com uma prática específica. Essa prática específica pode ser, no caso, o ensino de uma determinada disciplina. Quer dizer, a prática pedagógica — as aulas, o relacionamento entre professores e alunos, e bibliografia usada, o sistema de avaliação, as técnicas de trabalho em grupo, o tipo de questões que o professor levanta, o tratamento que dá à sua disciplina, a relação que estabelece na prática entre escola e sociedade — revela a sua compreensão e interpretação da relação homem-sociedade-natureza, historicamente determinada, constituindo-se essa articulação a sua metodologia de ensino. Convencionalmente, a Didática estuda algumas propostas de Metodologia de Ensino, que, a nosso ver, são pouco incisivas, no sentido de que suas propostas giram basicamente em um espaço limitado de problemas pedagógicos, na maior parte dos casos alienados de uma realidade mais ampla.
Rosa Maria Bueno Fischer. A questão das técnicas didáticas — uma proposta comprometida em lugar da decantada “neutralidade” das técnicas didático-pedagógicas. Ijuí: Mimeo, nov./1978 (com adaptações).
Com base nas idéias do texto acima, julgue os itens a seguir.

Os papéis da sociedade e o da escola na sociedade são delineados pelos limites da metodologia de ensino do professor.

 

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