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Para encher o pneu de sua bicicleta, um ciclista, conforme figura a seguir, dispõe de uma bomba em formato cilíndrico, cuja área de seção transversal (A) é igual a 20 cm2. A mangueira de conexão (M) é indeformável e tem volume desprezível.

O pneu dianteiro da bicicleta tem volume de 2,4 L e possui, inicialmente, uma pressão interna de 0,3 atm. A pressão interna da bomba, quando o êmbolo (E) está todo puxado à altura (H) de 36 cm, é igual a 1 atm (pressão atmosférica normal).
Considere que, durante a calibragem, o volume do pneu permanece constante e que o processo é isotérmico, com temperatura ambiente de 27 ºC.
Nessas condições, para elevar a pressão do pneu até 6,3 atm, o número de repetições que o ciclista deverá fazer, movendo o êmbolo até o final do seu curso, é
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A umidade relativa do ar fornece o grau de concentração de vapor de água em um ambiente. Quando essa concentração atinge 100% (que corresponde ao vapor saturado) ocorre uma condensação.
A umidade relativa (UR) é obtida fazendo-se uma comparação entre a densidade do vapor d’água presente no ar e a densidade do vapor se este estivesse saturado, ou seja, \( UR=\large{densidade \, do \, vapor \, d'água \, presente \, no \, ar \over densidade \, do \, vapor \, d'água \, saturado} \)
A tabela a seguir fornece a concentração máxima de vapor d’água (em g/cm3) medida nas temperaturas indicadas.
| Temperatura (ºC) |
Concentração máxima (g/cm3) |
| 0 | 5,0 |
| 5 | 7,0 |
| 10 | 9,0 |
| 12 | 12 |
| 15 | 14 |
| 18 | 18 |
| 20 | 20 |
| 24 | 24 |
| 28 | 28 |
| 30 | 31 |
| 32 | 35 |
| 34 | 36 |
| 36 | 40 |
Em um certo dia de temperatura 32 ºC e umidade relativa de 40%, uma pessoa percebe que um copo com refrigerante gelado passa a condensar vapor d’água (fica “suado”).
Nessas condições, a temperatura, em ºC, do copo com o refrigerante era, no máximo,
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Answer question according to the text.
TEXT
When making a decision, it is a common impulse to look and see what others are doing. Nevertheless, it is often unclear whether the path that everyone else may be following is good for us as well. After all, sometimes following the crowd has merit - at other times, it is simply peer pressure blinding us.
The phenomenon of looking to others and following the crowd has been studied by social science for a long time. Nevertheless, those findings do not always make their way to individual decision-makers. Therefore, let’s review why people conform to the crowd – and under what conditions it is a god idea to go your own way instead.
To start, individuals tend to look to the opinions of others, especially when they are unsure and lack information from other sources. This dynamic was supported by classic research from Sherif (1937), who explored how a person’s perception of a very ambiguous stimuli can be influenced by the opinion of others. Sherif (1937) asked participants to watch a small light in a dark and featureless room and evaluate how much that light moved around. In actuality, however, the light never moved at all – but the way our perception works in that situation gives the possible illusion of movement (called the Autokinetic Effect). In this uncertain and ambiguous perceptual situation, Sherif (1937) found that individuals were quite susceptible to the influence of the opinions of others when trying to decide how much light was “moving”.
Unfortunately, this phenomenon also extends to individuals following the crowd, even when they can clearly see that others are wrong. This was first evaluated by Asch (1955), who asked participants to pick a line from a few choices of varying lengths that matched up with another example line given to them. From a perceptual standpoint, the task was easy – as the correct choice of which lines were actually similar to one another was clear. Nevertheless, when participants were surrounded by other individuals giving the wrong answer, they often conformed and made the wrong choice as well. Thus, even when the correct choice is clear, and what others are doing is wrong, that peer pressure can still cause us to doubt ourselves and follow the crowd.
Why is it that we are so compelled to follow the crowd, even when it is objectively clear that they are wrong? According to more recent research, we may simply be wired that way. Specifically, these social influences can actually change our perceptions and memories (Edelson, Sharot, Dolan, & Dudai, 2011). Therefore, rather than knowingly making the wrong choice just to conform to peer pressure, the influence of others may actually change what we see as the correct choice in the moment and remember as the right thing after the fact. Beyond that, we might just have “herding brains” with built-in components that monitor our social alignments and make us feel good when we follow the crowd too (Shamay-Tsoory, Saporta, Marton-Alper, & Gvirts, 2019).
Fortunately, this effect has good points as well. In many cases, group decision-making can help individuals look beyond their own private perspectives and make more rational decisions (Fahr & Irlenbusch, 2011). Furthermore, pro-social and altruistic behaviors can be influenced and shared through such conformity as well (Nook, Ong, Morelli, Mitchell, & Zaki, 2016). Therefore, sometimes following the crowd helps people get along and make better decisions too.
Given the above, when making a decision, it is important to consider whether following others is a good idea – or is leading you astray instead. Some simple steps can help you figure it out.
Getting swept away by what everyone else is doing is often an emotional and thoughtless process. We are conforming simply because we have not given sufficient attention and effort toward considering any other options. Therefore, unless you are in an emergency situation and need to immediately follow everyone else toward the nearest exit, it might be a good idea to switch to more deliberate thinking processes, rather than just going with your initial reaction.
Some choices and decision-making situations are more individual, while others are more social. Therefore, it is important to consider the specific situation. Is this an individual choice, or does it involve others? If you have sufficient information to make a clear choice on your own, and you do not need group approval, then you might want to make up your own mind. If you are personally unsure, or you need the support of others to make something happen, then taking the opinion of others into consideration might be a good idea instead.
It is generally a good idea to evaluate your choices and decisions from multiple perspectives. The same is true for following the opinion of others too. Although it might not feel that way at times, especially in the modern day of media coverage and social networking, everyone is not doing it – whatever “it” is that you are considering. Given that, before you follow the advice or choices of any particular group of people, it might be a good idea to look at what other groups of people are doing or choosing too. In addition, we can learn a lot from people making choices contrary to ourselves or our preferred group, particularly about potential down-sides to choices we might not be seeing. Therefore, if you do need to look to others to help provide information regarding a particular choice or decision, then it might help to seek out people with a few different opinions, weigh your options among them, and figure out what will work best for you.
(Adapted from https://www.psychologytoday.com. Access on March 25th, 2021)
In the text, the phrasal verb that means have a harmonious and friendly relationship is
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TEXTO II
A VERDADEIRA LEI DE GÉRSON
Raul Marinho Gregorin
Você se lembra daquele célebre comercial do cigarro Vila Rica, onde nosso tricampeão Gérson falava a famosa frase: “...Porque você tem que levar vantagem em tudo, cerrrto?”. A frase teve tanto impacto que acabou sendo criada a “Lei de Gérson”, que simboliza o oportunismo e a falta de escrúpulos típicas de uma grande parcela de nossa sociedade. (...)
Concordo que nossa postura oportunista realmente contribui para nos manter neste estado de atraso econômico e cultural em que vivemos. Só que a “Lei de Gérson”, na verdade é muito mais antiga que o próprio. No excelente livro “Mauá, Empresário do império”, de Jorge Caldeira (Ed. Companhia das Letras), percebe-se que há quase duzentos anos atrás esta lei já era cumprida. Aliás, essa deve ser a lei mais antiga do Brasil, pois desde as capitanias hereditárias nossa história é pontilhada de exemplos de oportunismo e falta de escrúpulos. A própria escravidão não deixa de ser uma mostra do viés ético de nossa sociedade desde tempos imemoriais, mas isso já é outra história.
Eu não conheço a biografia do Gérson, muito menos do publicitário que criou a frase e o comercial do Vila Rica. Mas acho muito improvável que o Gérson real seja um oportunista sanguinário como ficou sendo sua imagem. Nem acredito que o diretor de criação da agência poderia imaginar que esta frase seria usada mais de vinte anos depois para designar esta nossa característica.
Nossa língua é ferina. Quando a Volkswagen lançou o Fusca com teto solar no final da década de ‘60’, as vendas despencaram depois que passou a ter a conotação de “carro de chifrudo”. A VASP na década de 70 criou um voo noturno ligando São Paulo ao Guarujá para atender aos executivos que deixavam suas famílias no balneáreo e passavam a semana trabalhando na capital. O nome do voo era “Corujão” devido ao horário. Não demorou muito, o voo passou a ser apelidado de “Cornudão”, pelo fato das esposas ficarem na praia enquanto os maridos ficavam na cidade. A VASP teve que cancelar a linha por falta de passageiros.
E óbvio que a VW tinha introduzido o teto solar baseado no fato do Brasil ser um país quente e ensolarado, perfeito para aquele opcional. Só que o consumidor preferia ficar passando calor a ser visto dirigindo um carro com um buraco no teto para “deixar os chifres de fora”. O voo corujão era perfeito, especialmente na época em que não havia Piaçaguera e, para chegar ao Guarujá de carro na alta temporada, o motorista tinha que enfrentar horas de fila na balsa. Mas era melhor demorar oito ou dez horas de carro do que ir de avião, em meia hora, num voo chamado “Cornudão”...
Com o comercial do Gérson foi a mesma coisa. Levar vantagem em tudo não significa que os outros tem que levar desvantagem. O oportunismo foi incorporado à frase por quem a leu/ouviu, não por quem a escreveu/disse. O problema é que passou a ficar (para usar um conceito atual) “politicamente incorreto” levar vantagem em alguma coisa.
Na verdade, parece que nossa sociedade se divide em dois grandes blocos: um que leva vantagem em tudo (no sentido pejorativo) e outro que não pode levar vantagem em nada. Acontece que dá para levar vantagem em tudo sem fazer com que os outros saiam em desvantagem. Você não precisa esmagar a outra parte para sair ganhando.
(http://www.geocities.ws/cp_adhemar/leidegerson.html. Acesso em: 10 abril 2017. Texto revisado conforme a nova ortografia.)
Assinale a alternativa cuja substituição do pronome grifado por outra estrutura linguística está INCORRETA:
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Considere a função real \( f: D \rightarrow \mathbb{R} \) definida por \( f(x)={\large{ \sin x \over \operatorname{cossec x}}}-{\large{\cos x \over \sec x}} \)
Marque a alternativa correta.
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TEXTO II
A VERDADEIRA LEI DE GÉRSON
Raul Marinho Gregorin
Você se lembra daquele célebre comercial do cigarro Vila Rica, onde nosso tricampeão Gérson falava a famosa frase: “...Porque você tem que levar vantagem em tudo, cerrrto?”. A frase teve tanto impacto que acabou sendo criada a “Lei de Gérson”, que simboliza o oportunismo e a falta de escrúpulos típicas de uma grande parcela de nossa sociedade. (...)
Concordo que nossa postura oportunista realmente contribui para nos manter neste estado de atraso econômico e cultural em que vivemos. Só que a “Lei de Gérson”, na verdade é muito mais antiga que o próprio. No excelente livro “Mauá, Empresário do império”, de Jorge Caldeira (Ed. Companhia das Letras), percebe-se que há quase duzentos anos atrás esta lei já era cumprida. Aliás, essa deve ser a lei mais antiga do Brasil, pois desde as capitanias hereditárias nossa história é pontilhada de exemplos de oportunismo e falta de escrúpulos. A própria escravidão não deixa de ser uma mostra do viés ético de nossa sociedade desde tempos imemoriais, mas isso já é outra história.
Eu não conheço a biografia do Gérson, muito menos do publicitário que criou a frase e o comercial do Vila Rica. Mas acho muito improvável que o Gérson real seja um oportunista sanguinário como ficou sendo sua imagem. Nem acredito que o diretor de criação da agência poderia imaginar que esta frase seria usada mais de vinte anos depois para designar esta nossa característica.
Nossa língua é ferina. Quando a Volkswagen lançou o Fusca com teto solar no final da década de ‘60’, as vendas despencaram depois que passou a ter a conotação de “carro de chifrudo”. A VASP na década de 70 criou um voo noturno ligando São Paulo ao Guarujá para atender aos executivos que deixavam suas famílias no balneáreo e passavam a semana trabalhando na capital. O nome do voo era “Corujão” devido ao horário. Não demorou muito, o voo passou a ser apelidado de “Cornudão”, pelo fato das esposas ficarem na praia enquanto os maridos ficavam na cidade. A VASP teve que cancelar a linha por falta de passageiros.
E óbvio que a VW tinha introduzido o teto solar baseado no fato do Brasil ser um país quente e ensolarado, perfeito para aquele opcional. Só que o consumidor preferia ficar passando calor a ser visto dirigindo um carro com um buraco no teto para “deixar os chifres de fora”. O voo corujão era perfeito, especialmente na época em que não havia Piaçaguera e, para chegar ao Guarujá de carro na alta temporada, o motorista tinha que enfrentar horas de fila na balsa. Mas era melhor demorar oito ou dez horas de carro do que ir de avião, em meia hora, num voo chamado “Cornudão”...
Com o comercial do Gérson foi a mesma coisa. Levar vantagem em tudo não significa que os outros tem que levar desvantagem. O oportunismo foi incorporado à frase por quem a leu/ouviu, não por quem a escreveu/disse. O problema é que passou a ficar (para usar um conceito atual) “politicamente incorreto” levar vantagem em alguma coisa.
Na verdade, parece que nossa sociedade se divide em dois grandes blocos: um que leva vantagem em tudo (no sentido pejorativo) e outro que não pode levar vantagem em nada. Acontece que dá para levar vantagem em tudo sem fazer com que os outros saiam em desvantagem. Você não precisa esmagar a outra parte para sair ganhando.
(http://www.geocities.ws/cp_adhemar/leidegerson.html. Acesso em: 10 abril 2017. Texto revisado conforme a nova ortografia.)
Levando em consideração que anáfora é uma palavra ou expressão que retoma um termo explícito ou implícito no texto, assinale a opção cujo termo sublinhado NÃO retoma anaforicamente a(s) palavra(s) indicada(s).
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O desenho abaixo ilustra o que ocorre nas fases apresentadas a seguir.

Fase 1: Uma caixa em forma de paralelepípedo reto retângulo
está inicialmente cheia de água. Uma torneira A, nela conectada, é aberta e seu conteúdo escoa para um reservatório cilíndrico
inicialmente vazio. Quando o nível da água do primeiro recipiente chega à altura da torneira A, uma torneira B é imediatamente aberta e o volume de água que dela escoa para o reservatório
é o mesmo que escoa pela torneira A para o cilindro ![]()
Fase 2: O cilindro
, inicialmente vazio, recebe a água que escoa do recipiente
. Um cano C, a uma determinada altura, faz com que o volume de água que entra em
escoe para
, em formato de tronco de cone, na mesma vazão.
Fase 3: O recipiente
, também inicialmente vazio, recebe toda a água que escoa de
até completar seu volume máximo, quando todo o sistema é paralisado.
Considere que não há perda de água nas três fases descritas e tome, como tempo inicial, o momento em que a torneira A é aberta.
O gráfico que melhor representa a variação do volume (v), em função do tempo (t) do recipiente
, até que o sistema seja paralisado, é
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Na Figura 1, a seguir, tem-se uma vista de cima de um movimento circular uniforme descrito por duas partículas, A e B, que percorrem trajetórias semicirculares, de raios RA e RB, respectivamente, sobre uma mesa, mantendo-se sempre alinhadas com centro C.

Ao chegarem à borda da mesa, conforme ilustra a Figura 2, as partículas são lançadas horizontalmente e descrevem trajetórias parabólicas, livres de quaisquer forças de resistência, até chegarem ao piso, que é plano e horizontal. Ao longo dessa queda, as partículas A e B percorrem distâncias horizontais, XA e XB, respectivamente.

Considerando \( R_B=4Ra \), a razão \( \large{X_B \over X_A} \) será igual a
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TEXTO I
O HOMEM CORDIAL
Marco A Rossi
É de 1936 o livro “Raízes do Brasil”, do historiador Sérgio Buarque de Holanda. Nele está contida a ideia de “homem cordial”, uma das maiores contribuições já realizadas para a compreensão do Brasil e dos brasileiros. O “homem cordial”, resultado de um cruzamento entre a cultura colonial e o improviso de um país para sempre inacabado, é afetuoso, interesseiro e autoritário; adora obter vantagens em tudo, detesta regras, vive em busca de atalhos favoráveis; não vê problema no que faz de errado, embora seja raivoso na hora de apontar os erros dos outros. Variação muito mal-humorada de um tipo único de homo brasiliensis, o “homem cordial” é avesso ao esforço metódico e à concentração; prefere o circunstancial, a moda do momento e o jeito mais rápido de conquistar aquilo que deseja. Adepto do “curtir a vida adoidado”, o homo brasiliensis encarnado no “homem cordial” sofre muito diante de compromissos que exijam dispêndio de energia e tempo – na cultura humana do juro, opta sempre por curtir hoje e pagar amanhã, em vez de investir agora para saborear depois por tempo indeterminado e mais tranquilo. A impessoalidade no trato, as regras universais, a ética como parâmetro para a tomada de decisões, o antever dos desdobramentos de sua ação sobre a vida e o planeta, o incentivo ao fortalecimento de instituições públicas e sociais, nada disso agrada ao “homem cordial”, que não esconde amar o familiarismo nas relações sociais, as regras particulares, a moral privada, o “salve-se quempuder”, o apelo a saídas pessoais diante de problemas e questões que são, de superfície e de fundo, coletivas. Em 1936, Sérgio Buarque de Holanda apontava esses traços culturais brasileiros como uma barreira intransponível para a democracia. E hoje? Creio que a atualidade da ideia de “homem cordial” salta aos olhos de quem observa com interesse o país. Resta saber o tamanho desse malfazejo espólio.
(Fonte: Marco. A .Rossi. Acesso 10/01/2013 às 12:30 p.m http://travessia21.blogspot.com.br/2013/01/o-homem-cordial.html.)
Leia o seguinte excerto do texto I e, em seguida, analise as afirmativas apresentadas:
“...o ‘homem cordial’ é avesso ao esforço metódico e à concentração; prefere o circunstancial, a moda do momento e o jeito mais rápido de conquistar aquilo que deseja.”
I. A reescrita “... o ‘homem cordial’ prefere o circunstancial, a moda do momento e o jeito mais rápido de conquistar aquilo que deseja ao esforço metódico e à concentração...” preserva o sentido original e atende à norma padrão da língua.
II. As aspas foram utilizadas nesse excerto, assim como as destacadas no texto, para ressaltar o valor pejorativo da expressão e indicar a ironia de Marco A. Rossi, autor do texto.
III. Os termos “ao esforço metódico” e “à concentração” complementam o sentido do adjetivo que exerce função sintática de predicativo do sujeito; já os termos “o circunstancial”, “a moda do momento” e “o jeito mais rápido...” complementam o sentido de um verbo transitivo direto.
Está correto o que se afirma apenas em
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Answer question according to the text.
TEXT
When making a decision, it is a common impulse to look and see what others are doing. Nevertheless, it is often unclear whether the path that everyone else may be following is good for us as well. After all, sometimes following the crowd has merit - at other times, it is simply peer pressure blinding us.
The phenomenon of looking to others and following the crowd has been studied by social science for a long time. Nevertheless, those findings do not always make their way to individual decision-makers. Therefore, let’s review why people conform to the crowd – and under what conditions it is a god idea to go your own way instead.
To start, individuals tend to look to the opinions of others, especially when they are unsure and lack information from other sources. This dynamic was supported by classic research from Sherif (1937), who explored how a person’s perception of a very ambiguous stimuli can be influenced by the opinion of others. Sherif (1937) asked participants to watch a small light in a dark and featureless room and evaluate how much that light moved around. In actuality, however, the light never moved at all – but the way our perception works in that situation gives the possible illusion of movement (called the Autokinetic Effect). In this uncertain and ambiguous perceptual situation, Sherif (1937) found that individuals were quite susceptible to the influence of the opinions of others when trying to decide how much light was “moving”.
Unfortunately, this phenomenon also extends to individuals following the crowd, even when they can clearly see that others are wrong. This was first evaluated by Asch (1955), who asked participants to pick a line from a few choices of varying lengths that matched up with another example line given to them. From a perceptual standpoint, the task was easy – as the correct choice of which lines were actually similar to one another was clear. Nevertheless, when participants were surrounded by other individuals giving the wrong answer, they often conformed and made the wrong choice as well. Thus, even when the correct choice is clear, and what others are doing is wrong, that peer pressure can still cause us to doubt ourselves and follow the crowd.
Why is it that we are so compelled to follow the crowd, even when it is objectively clear that they are wrong? According to more recent research, we may simply be wired that way. Specifically, these social influences can actually change our perceptions and memories (Edelson, Sharot, Dolan, & Dudai, 2011). Therefore, rather than knowingly making the wrong choice just to conform to peer pressure, the influence of others may actually change what we see as the correct choice in the moment and remember as the right thing after the fact. Beyond that, we might just have “herding brains” with built-in components that monitor our social alignments and make us feel good when we follow the crowd too (Shamay-Tsoory, Saporta, Marton-Alper, & Gvirts, 2019).
Fortunately, this effect has good points as well. In many cases, group decision-making can help individuals look beyond their own private perspectives and make more rational decisions (Fahr & Irlenbusch, 2011). Furthermore, pro-social and altruistic behaviors can be influenced and shared through such conformity as well (Nook, Ong, Morelli, Mitchell, & Zaki, 2016). Therefore, sometimes following the crowd helps people get along and make better decisions too.
Given the above, when making a decision, it is important to consider whether following others is a good idea – or is leading you astray instead. Some simple steps can help you figure it out.
Getting swept away by what everyone else is doing is often an emotional and thoughtless process. We are conforming simply because we have not given sufficient attention and effort toward considering any other options. Therefore, unless you are in an emergency situation and need to immediately follow everyone else toward the nearest exit, it might be a good idea to switch to more deliberate thinking processes, rather than just going with your initial reaction.
Some choices and decision-making situations are more individual, while others are more social. Therefore, it is important to consider the specific situation. Is this an individual choice, or does it involve others? If you have sufficient information to make a clear choice on your own, and you do not need group approval, then you might want to make up your own mind. If you are personally unsure, or you need the support of others to make something happen, then taking the opinion of others into consideration might be a good idea instead.
It is generally a good idea to evaluate your choices and decisions from multiple perspectives. The same is true for following the opinion of others too. Although it might not feel that way at times, especially in the modern day of media coverage and social networking, everyone is not doing it – whatever “it” is that you are considering. Given that, before you follow the advice or choices of any particular group of people, it might be a good idea to look at what other groups of people are doing or choosing too. In addition, we can learn a lot from people making choices contrary to ourselves or our preferred group, particularly about potential down-sides to choices we might not be seeing. Therefore, if you do need to look to others to help provide information regarding a particular choice or decision, then it might help to seek out people with a few different opinions, weigh your options among them, and figure out what will work best for you.
(Adapted from https://www.psychologytoday.com. Access on March 25th, 2021)
Based on the last paragraph, it’s safe to say that
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