Foram encontradas 230 questões.
A relevância e a representação fidedigna são características qualitativas da informação contábil-financeira útil. A informação fidedigna é definida pelas características de informação: completa, neutra e, livre de erro. De acordo com essas informações, analise as afirmativas abaixo.
I- Completa é aquela informação que contém o necessário para que o usuário compreenda o que está sendo retratado.
II- Neutra é aquela informação sem viés na seleção ou na apresentação, não está distorcida para mais, tampouco para menos.
III- Livre de erro, não é aquele parecer com total exatidão, mas sim que o processo para obtenção deste tenha sido selecionado e aplicado livre de erros.
Assinale a alternativa correta.
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O sistema de remuneração é desenhado para os objetivos de:
I- atrair e reter talentos na organização.
II- cumprir com a legalidade trabalhista.
III- garantir a competitividade e a sustentabilidade da organização.
IV- motivar e alcançar comprometimento do pessoal.
Está correto afirmar que:
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Considerando (V) para verdadeiro ou (F) para falso, analise as afirmações abaixo e assinale a alternativa que apresenta a ordem correta de cima para baixo.
De acordo com a Lei Federal 12.305/10, são proibidas as seguintes formas de destinação ou disposição final de resíduos sólidos ou rejeitos:
( ) Queima a céu aberto, quando decretada emergência sanitária, autorizada e acompanhada pelos órgãos competentes.
( ) Lançamento em praias, no mar ou em quaisquer corpos hídricos.
( ) Lançamento in natura a céu aberto, excetuados os resíduos de mineração.
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Analise as afirmativas abaixo, marcando (V) para verdadeiro ou (F) para falso e em seguida assinale a alternativa correta de cima para baixo.
( ) Estatística é o conjunto de métodos e processos quantitativos que servem para estudar e medir os fenômenos coletivos ou de massa.
( ) Censo é o estudo de uma população com base em todos os seus elementos.
( ) A estatística descritiva tem por objetivo descrever os dados observados, isto é, obtenção dos dados; organização dos dados; redução dos dados e representação dos dados.
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Os botões representados na figura abaixo são importantes na formatação de parágrafos do Word 2010, pois executam os respectivos comandos:

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776315
Ano: 2015
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: GSA Concursos
Orgão: AGRU
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: GSA Concursos
Orgão: AGRU
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O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, órgão destinado à fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial do Estado e de seus Municípios, auxiliar do Poder:
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O mercado do bairro
Desde que o conheci, em meados da década de 80, o Mercado Municipal de Pinheiros alegra meu coração e me traz, acredite se quiser, paz de espírito. Não sei o porquê. Mas desconfio de alguns dos motivos. É um lugar calmo, em geral, e sombreado, escondido por trás da agitação ensolarada e quente do Largo da Batata. Basta chegar pelo lado da Rua Teodoro Sampaio para entender meu ponto. Você enfrentará ônibus, automóveis e uma movimentação de pedestres sem fim para entrar, de repente, em um lugar tranquilo.
Os artigos são todos expostos da mesma maneira há décadas. Não há surpresas. As frutas e verduras ficam no andar térreo, cercadas por bancas de nozes, farinhas e azeitonas, algumas com linguiças penduradas por cima da cabeça dos fregueses. Para chegar às carnes e aos peixes, é preciso subir uma rampa em caracol tão inusitada que torna divertida a caminhada. Se existissem bibliotecas de frutas e verduras, elas seriam desse jeito. A ordem de exposição dos produtos, basicamente os mesmos desde sempre, obedece a critérios antigos. Há poucas concessões ao marketing moderno. A disposição das cores e alimentos segue padrões clássicos, enfim.
Foi com alegria cautelosa que aceitei o convite da minha amiga Cris para conhecer um restaurante novo dentro do mercado. Apesar do meu carinho pelo lugar, fazia um par de anos que não entrava lá. Explica ela que o nosso destino é uma espécie de bar latino, meio andino, meio hipster, como se diz. Serve, no balcão, ceviche, peixe cozido no limão, que adoro. Cris é referência minha para questões de gosto e beleza. É ela quem me indica os lugares novos e badalados da nossa cidade. Não erra nunca.
Havia lido fazia pouco tempo também um texto bonito sobre o mercado no livro Ela Me Dá Capim e Eu Zurro, de Fabrício Corsaletti. Deu saudade. Está aí, aliás, uma boa dica de presente de Natal para quem gosta de crônica e de São Paulo. Conheço faz anos o Fabrício, mas nunca havia visto direito nada dele que não fosse poesia. Comecei a leitura e não consegui mais parar. Não demorou duas noites e estava no fim (é curtinho). Senti com o escritor um laço forte. Nós dois viemos morar na cidade pela primeira vez no tempo da faculdade (com vinte anos de diferença). Ele é de uma cidade pequena no interior do estado; eu, de outra, no sul da Califórnia. Estudamos letras. Andamos muito de ônibus na Teodoro Sampaio. Acho que compartilho de algumas das suas reações emocionais diante da capital. É linda a obra.
E o restaurante latino não decepciona. A comida é uma delícia. Meu medo era que destoasse das bancas tradicionais do mercado. Mas não. Cabe bem ali do lado do boxe dos peixes. Chama-se Comedoria Gonzales. Traz também personagens novos e interessantes para o lugar, com um número muito maior de tatuagens. Dá ao nosso tradicional ponto do bairro um toque mais cosmopolita e atual.
Matthew Shirts
Assinale a alternativa que completa convenientemente os espaços das frases abaixo de forma que a concordância fique correta.
• -- Muito ! O narrador personagem agradeceu à sua amiga pela companhia. (obrigado)
• Ao subir a rampa em caracol encontramos uma placa que dizia: “ a entrada.” (Proibido)
• No restaurante serviam comidas latinas, andinas, hipster.
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Hotéis meio caídos
Houve uma época em que eu gostava de hotéis meio caídos. Coincide com os tempos em que eu tinha menos dinheiro, mas o detalhe relevante era serem meio caídos, e para isso era necessário que tivessem alguma história de um tempo em que não eram caídos. Nem precisava ser uma história escrita, bastava o prédio ter abrigado uma celebridade em tal década, ou se localizar na área da queda de alguma Bastilha ou algum bastião.
Já era meio caído o Grande Hotel de Belo Horizonte quando o conheci. Fui lá beber cerveja preta e barata no bar de estilo neoclássico porque, três décadas antes, os escritores paulistas Mário e Oswald de Andrade haviam-se encontrado ali com Carlos Drummond de Andrade e outros escritores mineiros e tomaram cerveja preta e barata. Nos tempos em que fez jus ao nome, o hotel hospedou Santos Dumont, Rui Barbosa, Getúlio Vargas. Foi inaugurado junto com a cidade, em 1897, pegou fogo, foi reconstruído em 1908 e demolido em 1956, pouco depois que o conheci. Meio caído, mas cheio de histórias.
Na minha primeira vinda a São Paulo, fiquei no Hotel Governador, na Praça da Sé. Bem caído, tomou tiro na Revolução de 32. Já foi demolido. Em Paris me hospedei num hotelzinho perto da Sorbonne, onde os estudantes de Maio de 68 haviam erguido barricadas. É caminho para a Bastilha, quem sabe por ali passaram turbas, 160 anos antes? Em Atenas, fiquei num pequeno hotel todo branco na subida para a Acrópole, e imaginava que Péricles havia caminhado por aquela colina, bem ali em frente, nu, como gostava que andássemos, homens livres, ou Sócrates, o filósofo, não o doutor.
Na Cidade do México, no bar do caído hotel com vista para a Praça Tlatelolco, o garçom me mostrou o buraco de bala no teto, feito por um tiro de Pancho Villa.
O melhor dos meus hotéis caídos, melhor pelas histórias, não pela qualidade, foi o Earle, no coração do Village, em Nova York. Fui bater lá em 1983, quando estive nos Estados Unidos para palestras nas universidades de Yale, Maryland e Nova York, sobre um livro meu lançado lá, The Celebration (A Festa). Alguém me havia dito que o antropólogo francês Claude Lévi-Strauss tinha se hospedado ali. Entrei com uma “poeta”, depois de darmos umas voltas pela Washington Square, cenário do romancista Henry James no limiar do século XX. Gostei, e pela manhã resolvi estender a estada. Puxei conversa com o recepcionista, mais bem conservado que o hotel:
— Me disseram que se hospedou aqui o Lévi-Strauss.
— Levi? Strauss? O dos livros ou o das calças?
A graça da resposta é que o criador das calças jeans se chamava Levi Strauss. Quando dissemos que éramos um jornalista escritor e uma “poeta”, o homem revelou a maior glória do hotel:
— Bob Dylan morou aqui.
— Estava tentando a vida no Village quando veio de Minneapolis. Joan Baez também morava aqui na mesma época.
Ele trabalhava ali havia mais de trinta anos. Contou que outro Dylan famoso morou lá, o poeta Dylan Thomas, quando foi expulso por bebedeira e quebradeira no hotel vizinho. Lembrou-se de outros: Barbra Streisand, a escritora Patricia Highsmith. Acrescentou:
— Não é do meu tempo, mas está registrado que Ernest Hemingway ficou aqui em 1914, antes de partir para a Europa, para a Grande Guerra.
Eu me senti em casa, enturmado.
Ivan Angelo
Disponível em: http://vejasp.abril.com.br/
Marque a alternativa que apresenta erro na divisão silábica.
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Hotéis meio caídos
Houve uma época em que eu gostava de hotéis meio caídos. Coincide com os tempos em que eu tinha menos dinheiro, mas o detalhe relevante era serem meio caídos, e para isso era necessário que tivessem alguma história de um tempo em que não eram caídos. Nem precisava ser uma história escrita, bastava o prédio ter abrigado uma celebridade em tal década, ou se localizar na área da queda de alguma Bastilha ou algum bastião.
Já era meio caído o Grande Hotel de Belo Horizonte quando o conheci. Fui lá beber cerveja preta e barata no bar de estilo neoclássico porque, três décadas antes, os escritores paulistas Mário e Oswald de Andrade haviam-se encontrado ali com Carlos Drummond de Andrade e outros escritores mineiros e tomaram cerveja preta e barata. Nos tempos em que fez jus ao nome, o hotel hospedou Santos Dumont, Rui Barbosa, Getúlio Vargas. Foi inaugurado junto com a cidade, em 1897, pegou fogo, foi reconstruído em 1908 e demolido em 1956, pouco depois que o conheci. Meio caído, mas cheio de histórias.
Na minha primeira vinda a São Paulo, fiquei no Hotel Governador, na Praça da Sé. Bem caído, tomou tiro na Revolução de 32. Já foi demolido. Em Paris me hospedei num hotelzinho perto da Sorbonne, onde os estudantes de Maio de 68 haviam erguido barricadas. É caminho para a Bastilha, quem sabe por ali passaram turbas, 160 anos antes? Em Atenas, fiquei num pequeno hotel todo branco na subida para a Acrópole, e imaginava que Péricles havia caminhado por aquela colina, bem ali em frente, nu, como gostava que andássemos, homens livres, ou Sócrates, o filósofo, não o doutor.
Na Cidade do México, no bar do caído hotel com vista para a Praça Tlatelolco, o garçom me mostrou o buraco de bala no teto, feito por um tiro de Pancho Villa.
O melhor dos meus hotéis caídos, melhor pelas histórias, não pela qualidade, foi o Earle, no coração do Village, em Nova York. Fui bater lá em 1983, quando estive nos Estados Unidos para palestras nas universidades de Yale, Maryland e Nova York, sobre um livro meu lançado lá, The Celebration (A Festa). Alguém me havia dito que o antropólogo francês Claude Lévi-Strauss tinha se hospedado ali. Entrei com uma “poeta”, depois de darmos umas voltas pela Washington Square, cenário do romancista Henry James no limiar do século XX. Gostei, e pela manhã resolvi estender a estada. Puxei conversa com o recepcionista, mais bem conservado que o hotel:
— Me disseram que se hospedou aqui o Lévi-Strauss.
— Levi? Strauss? O dos livros ou o das calças?
A graça da resposta é que o criador das calças jeans se chamava Levi Strauss. Quando dissemos que éramos um jornalista escritor e uma “poeta”, o homem revelou a maior glória do hotel:
— Bob Dylan morou aqui.
— Estava tentando a vida no Village quando veio de Minneapolis. Joan Baez também morava aqui na mesma época.
Ele trabalhava ali havia mais de trinta anos. Contou que outro Dylan famoso morou lá, o poeta Dylan Thomas, quando foi expulso por bebedeira e quebradeira no hotel vizinho. Lembrou-se de outros: Barbra Streisand, a escritora Patricia Highsmith. Acrescentou:
— Não é do meu tempo, mas está registrado que Ernest Hemingway ficou aqui em 1914, antes de partir para a Europa, para a Grande Guerra.
Eu me senti em casa, enturmado.
Ivan Angelo
Disponível em: http://vejasp.abril.com.br/
Em todas as alternativas o adjetivo é invariável em gênero, EXCETO em:
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Com base nos Demonstrativos Sintetizados de determinada Cia S/A de Capital aberto dos anos 2.012/2013 abaixo, responda a questão.
| DFs Consolidadas / Balanço Patrimonial Ativo - (Reais Mil) | ||
| Descrição | 31/12/2013 | 31/12/2012 |
| Ativo Total | R$ 32.374.569 | R$ 30.765.486 |
| Ativo Circulante | R$ 13.242.523 | R$ 11.589.980 |
| Caixa e Equivalentes de Caixa | R$ 3.127.715 | R$ 1.930.693 |
| Aplicações Financeiras | R$ 459.568 | R$ 621.908 |
| Contas a Receber | R$ 3.487.362 | R$ 3.208.619 |
| Estoques | R$ 3.111.615 | R$ 3.018.576 |
| Ativos Biológicos | R$ 1.205.851 | R$ 1.370.999 |
| Tributos a Recuperar | R$ 1.302.939 | R$ 964.769 |
| Outros Ativos Circulantes | R$ 547.473 | R$ 474.416 |
| Ativo Não Circulante | R$ 19.132.046 | R$ 19.175.506 |
| Ativo Realizável a Longo Prazo | R$ 3.444.556 | R$ 3.716.487 |
| Investimentos | R$ 107.990 | R$ 36.658 |
| Imobilizado | R$ 10.821.578 | R$ 10.670.700 |
| Intangível | R$ 4.757.922 | R$ 4.751.661 |
| DFs Consolidadas / Balanço Patrimonial Passivo - (Reais Mil) | ||
| Descrição | 31/12/2013 | 31/12/2012 |
| Passivo Total | R$ 32.374.569 | R$ 30.765.486 |
| Passivo Circulante | R$ 8.436.031 | R$ 7.481.632 |
| Passivo Não Circulante | R$ 9.242.384 | R$ 8.694.687 |
| Patrimônio Líquido Consolidado | R$ 14.696.154 | R$ 14.589.167 |
| DFs Consolidadas / Demonstração do Resultado - (Reais Mil) | ||
| Descrição | 01/01/2013 à 31/12/13 | 01/01/2012 à 31/12/12 |
| Receita de Venda de Bens e/ou Serviços | R$ 30.521.246 | R$ 28.517.383 |
| Custo dos Bens e/ou Serviços Vendidos | -R$ 22.953.145 | -R$ 22.063.563 |
| Resultado Bruto | R$ 7.568.101 | R$ 6.453.820 |
| Despesas/Receitas Operacionais | -R$ 5.608.453 | -R$ 5.130.398 |
| Result Antes do Result Financ e dos Tributos | R$ 1.959.648 | R$ 1.323.422 |
| Resultado Antes dos Tributos sobre o Lucro | R$ 1.212.112 | R$ 752.820 |
| I R e C S S L | -R$ 145.275 | R$ 24.622 |
| Lucro/Prejuízo do Período | R$ 1.066.837 | R$ 777.442 |
Toda empresa busca incessantemente resultados positivos, almejando crescimento e distribuição de lucros para seus acionistas, imaginando que a empresa em análise tem como objetivo aumentar sua margem líquida e atingir 10% ao ano pode-se afirmar que:
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