Foram encontradas 60 questões.
As alternativas a seguir apresentam hipóteses em que o servidor poderá se ausentar do serviço, sem qualquer prejuízo, à exceção de uma. Assinale-a.
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“O primeiro item a ser arrumado na mesa é o (termo francês), que consiste em um prato no qual não é servida nenhuma comida. Ele serve apenas como para todos os pratos de cada serviço da refeição.
É importante ressaltar que quanto mais rebuscado e trabalhado ele for, mais simples deve ser a usada, e vice-versa, ou a mesa ficará com o visual extremamente poluído, o que não é nada chique!
Ele deve ser posicionado exatamente em frente ao comensal, a um dedo da borda da mesa e não sai da mesa durante toda a refeição.”
(adap. de http://www.portaleducacao.com.br/
diaadia/artigos/34174/montagem-eutilizacao- dos-diferentes-tipos-de-mise-en-place)
As lacunas ficam corretamente preenchidas respectivamente por
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Texto
Não foi só pelos beagles...
A experimentação animal é uma fraude científica inicialmente questionada em 1968 por Hans Ruesch, através de dois livros – “Matança de inocentes” e “A grande fraude” -, nos quais prova que animais não são anatômica e fisiologicamente semelhantes aos seres humanos e que tal metodologia só acontece para lucro da indústria médico-farmacêutica. Ruesch criou o grupo 1000 Médicos Contra a Vivissecção, que aponta aspectos do porquê de cientistas perpetuarem tal erro.
A “ciência médica” atual se conceituou como “a verdadeira” no fim do século XIX, apoiada por interesses econômicos, pois até então a “ciência natural” era a mais usada no mundo. Foram os magnatas americanos Carnegie e Rockefeller, interessados em investir na fabricação de remédios utilizando os subprodutos das suas empresas de siderurgia e petróleo, que financiaram um estudo sobre “A Educação Médica nos EUA e Canadá”, encomendado ao educador Abraham Flexner.
Antevendo as possibilidades apontadas pelo Relatório Flexner (1910), o governo americano passou a dar total ênfase à microbiologia e à farmacologia, começando, então, o uso de drogas pesadas e os testes sistemáticos com animais como método “científico”. No Brasil tal reforma é implantada em 1968 sob os auspícios da Fundação Rockefeller.
Sendo o homem um animal de rebanho, deixa de pensar ou contestar se está seguindo um líder. As grandes reformas socioculturais foram feitas por minorias desertoras de rebanhos. Hoje ativistas ocupam essa função questionadora por saber que a experimentação animal é feita somente como garantia jurídica contra qualquer desastre farmacológico. Por isso, bulas quilométricas acompanham os medicamentos.
A “ciência atual’ investe na magia e não na lógica. O estudante é induzido a não pensar, a assimilar pensamentos alheios e se curvar às autoridades. Os médicos licenciados são sacerdotes dessa religião que não perdoa os opositores das “verdades” médico-científicas. Bruxas continuam sendo queimadas.
(Sheila Moura e Heloísa Arruda)
Nos três primeiros parágrafos do texto, o emprego das aspas tem valor irônico em
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No ano passado, certo time de futebol ganhou 40% das partidas que jogou, perdeu 30% das partidas que jogou e empatou 12 partidas.
O número de partidas que esse time venceu foi
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Não foi só pelos beagles...
A experimentação animal é uma fraude científica inicialmente questionada em 1968 por Hans Ruesch, através de dois livros – “Matança de inocentes” e “A grande fraude” -, nos quais prova que animais não são anatômica e fisiologicamente semelhantes aos seres humanos e que tal metodologia só acontece para lucro da indústria médico-farmacêutica. Ruesch criou o grupo 1000 Médicos Contra a Vivissecção, que aponta aspectos do porquê de cientistas perpetuarem tal erro.
A “ciência médica” atual se conceituou como “a verdadeira” no fim do século XIX, apoiada por interesses econômicos, pois até então a “ciência natural” era a mais usada no mundo. Foram os magnatas americanos Carnegie e Rockefeller, interessados em investir na fabricação de remédios utilizando os subprodutos das suas empresas de siderurgia e petróleo, que financiaram um estudo sobre “A Educação Médica nos EUA e Canadá”, encomendado ao educador Abraham Flexner.
Antevendo as possibilidades apontadas pelo Relatório Flexner (1910), o governo americano passou a dar total ênfase à microbiologia e à farmacologia, começando, então, o uso de drogas pesadas e os testes sistemáticos com animais como método “científico”. No Brasil tal reforma é implantada em 1968 sob os auspícios da Fundação Rockefeller.
Sendo o homem um animal de rebanho, deixa de pensar ou contestar se está seguindo um líder. As grandes reformas socioculturais foram feitas por minorias desertoras de rebanhos. Hoje ativistas ocupam essa função questionadora por saber que a experimentação animal é feita somente como garantia jurídica contra qualquer desastre farmacológico. Por isso, bulas quilométricas acompanham os medicamentos.
A “ciência atual’ investe na magia e não na lógica. O estudante é induzido a não pensar, a assimilar pensamentos alheios e se curvar às autoridades. Os médicos licenciados são sacerdotes dessa religião que não perdoa os opositores das “verdades” médico-científicas. Bruxas continuam sendo queimadas.
(Sheila Moura e Heloísa Arruda)
Observando as flexões das palavras médico-farmacêutica e médico-científicas, empregadas, respectivamente, em relação a “indústria” e a “verdades”, podemos deduzir que os adjetivos compostos de dois adjetivos, como esses exemplos, seguem a seguinte regra de plural:
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Em relação ao serviço à mesa, assinale a afirmativa incorreta.
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Simples (Não Agrupados)
Uma nova UPA (Unidade de Pronto Atendimento) foi inaugurada. Na primeira semana, de segunda a sexta, o número de atendimentos em cada dia pode ser visto no gráfico a seguir.

Em média, o número de atendimentos nesta semana foi de
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Não foi só pelos beagles...
A experimentação animal é uma fraude científica inicialmente questionada em 1968 por Hans Ruesch, através de dois livros – “Matança de inocentes” e “A grande fraude” -, nos quais prova que animais não são anatômica e fisiologicamente semelhantes aos seres humanos e que tal metodologia só acontece para lucro da indústria médico-farmacêutica. Ruesch criou o grupo 1000 Médicos Contra a Vivissecção, que aponta aspectos do porquê de cientistas perpetuarem tal erro.
A “ciência médica” atual se conceituou como “a verdadeira” no fim do século XIX, apoiada por interesses econômicos, pois até então a “ciência natural” era a mais usada no mundo. Foram os magnatas americanos Carnegie e Rockefeller, interessados em investir na fabricação de remédios utilizando os subprodutos das suas empresas de siderurgia e petróleo, que financiaram um estudo sobre “A Educação Médica nos EUA e Canadá”, encomendado ao educador Abraham Flexner.
Antevendo as possibilidades apontadas pelo Relatório Flexner (1910), o governo americano passou a dar total ênfase à microbiologia e à farmacologia, começando, então, o uso de drogas pesadas e os testes sistemáticos com animais como método “científico”. No Brasil tal reforma é implantada em 1968 sob os auspícios da Fundação Rockefeller.
Sendo o homem um animal de rebanho, deixa de pensar ou contestar se está seguindo um líder. As grandes reformas socioculturais foram feitas por minorias desertoras de rebanhos. Hoje ativistas ocupam essa função questionadora por saber que a experimentação animal é feita somente como garantia jurídica contra qualquer desastre farmacológico. Por isso, bulas quilométricas acompanham os medicamentos.
A “ciência atual’ investe na magia e não na lógica. O estudante é induzido a não pensar, a assimilar pensamentos alheios e se curvar às autoridades. Os médicos licenciados são sacerdotes dessa religião que não perdoa os opositores das “verdades” médico-científicas. Bruxas continuam sendo queimadas.
(Sheila Moura e Heloísa Arruda)
O texto lido é claramente argumentativo. Considerando o primeiro período do texto, assinale a afirmativa incorreta.
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Em relação ao uso de perfume pelo garçom em serviço, é correto afirmar que
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Com base no Código de Ética Funcional do Servidor Público Civil do estado do Mato Grosso, as alternativas a seguir apresentam deveres fundamentais do servidor público, à exceção de uma. Assinale-a.
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