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Foram encontradas 60 questões.

2643665 Ano: 2013
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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De um modo geral, os talheres devem ser dispostos à mesa do seguinte modo:
 

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2643639 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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Em uma empresa, foi feita uma pesquisa entre os funcionários, para saber por qual time de futebol eles torcem. A quantidade de torcedores de cada time está representada no gráfico de setores abaixo que destaca os quatro times que mais apareceram: Mixto (M), Luverdense (L), Cuiabá (C) e Vila Aurora (V).
Enunciado 2786472-1
O setor assinalado com L tem ângulo central de 54º. Isto significa que a porcentagem dos funcionários dessa empresa que torcem para o Luverdense é de
 

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2643638 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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Texto
Não foi só pelos beagles...
A experimentação animal é uma fraude científica inicialmente questionada em 1968 por Hans Ruesch, através de dois livros – “Matança de inocentes” e “A grande fraude” -, nos quais prova que animais não são anatômica e fisiologicamente semelhantes aos seres humanos e que tal metodologia só acontece para lucro da indústria médico-farmacêutica. Ruesch criou o grupo 1000 Médicos Contra a Vivissecção, que aponta aspectos do porquê de cientistas perpetuarem tal erro.
A “ciência médica” atual se conceituou como “a verdadeira” no fim do século XIX, apoiada por interesses econômicos, pois até então a “ciência natural” era a mais usada no mundo. Foram os magnatas americanos Carnegie e Rockefeller, interessados em investir na fabricação de remédios utilizando os subprodutos das suas empresas de siderurgia e petróleo, que financiaram um estudo sobre “A Educação Médica nos EUA e Canadá”, encomendado ao educador Abraham Flexner.
Antevendo as possibilidades apontadas pelo Relatório Flexner (1910), o governo americano passou a dar total ênfase à microbiologia e à farmacologia, começando, então, o uso de drogas pesadas e os testes sistemáticos com animais como método “científico”. No Brasil tal reforma é implantada em 1968 sob os auspícios da Fundação Rockefeller.
Sendo o homem um animal de rebanho, deixa de pensar ou contestar se está seguindo um líder. As grandes reformas socioculturais foram feitas por minorias desertoras de rebanhos. Hoje ativistas ocupam essa função questionadora por saber que a experimentação animal é feita somente como garantia jurídica contra qualquer desastre farmacológico. Por isso, bulas quilométricas acompanham os medicamentos.
A “ciência atual’ investe na magia e não na lógica. O estudante é induzido a não pensar, a assimilar pensamentos alheios e se curvar às autoridades. Os médicos licenciados são sacerdotes dessa religião que não perdoa os opositores das “verdades” médico-científicas. Bruxas continuam sendo queimadas.
(Sheila Moura e Heloísa Arruda)
O vocábulo “vivissecção” tem o seguinte significado:
 

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2643631 Ano: 2013
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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Observe as taças a seguir:
Enunciado 2784051-1
Elas são mais adequadas respectivamente para servir
 

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2643628 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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Fernando comprou uma luminária com a lâmpada incluída por R$ 62,00. A luminária sem a lâmpada custa R$ 46,00 a mais do que o preço da lâmpada. O preço da lâmpada é
 

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2643622 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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Texto
Não foi só pelos beagles...
A experimentação animal é uma fraude científica inicialmente questionada em 1968 por Hans Ruesch, através de dois livros – “Matança de inocentes” e “A grande fraude” -, nos quais prova que animais não são anatômica e fisiologicamente semelhantes aos seres humanos e que tal metodologia só acontece para lucro da indústria médico-farmacêutica. Ruesch criou o grupo 1000 Médicos Contra a Vivissecção, que aponta aspectos do porquê de cientistas perpetuarem tal erro.
A “ciência médica” atual se conceituou como “a verdadeira” no fim do século XIX, apoiada por interesses econômicos, pois até então a “ciência natural” era a mais usada no mundo. Foram os magnatas americanos Carnegie e Rockefeller, interessados em investir na fabricação de remédios utilizando os subprodutos das suas empresas de siderurgia e petróleo, que financiaram um estudo sobre “A Educação Médica nos EUA e Canadá”, encomendado ao educador Abraham Flexner.
Antevendo as possibilidades apontadas pelo Relatório Flexner (1910), o governo americano passou a dar total ênfase à microbiologia e à farmacologia, começando, então, o uso de drogas pesadas e os testes sistemáticos com animais como método “científico”. No Brasil tal reforma é implantada em 1968 sob os auspícios da Fundação Rockefeller.
Sendo o homem um animal de rebanho, deixa de pensar ou contestar se está seguindo um líder. As grandes reformas socioculturais foram feitas por minorias desertoras de rebanhos. Hoje ativistas ocupam essa função questionadora por saber que a experimentação animal é feita somente como garantia jurídica contra qualquer desastre farmacológico. Por isso, bulas quilométricas acompanham os medicamentos.
A “ciência atual’ investe na magia e não na lógica. O estudante é induzido a não pensar, a assimilar pensamentos alheios e se curvar às autoridades. Os médicos licenciados são sacerdotes dessa religião que não perdoa os opositores das “verdades” médico-científicas. Bruxas continuam sendo queimadas.
(Sheila Moura e Heloísa Arruda)
O texto funciona como
 

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2643572 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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Texto
Não foi só pelos beagles...
A experimentação animal é uma fraude científica inicialmente questionada em 1968 por Hans Ruesch, através de dois livros – “Matança de inocentes” e “A grande fraude” -, nos quais prova que animais não são anatômica e fisiologicamente semelhantes aos seres humanos e que tal metodologia só acontece para lucro da indústria médico-farmacêutica. Ruesch criou o grupo 1000 Médicos Contra a Vivissecção, que aponta aspectos do porquê de cientistas perpetuarem tal erro.
A “ciência médica” atual se conceituou como “a verdadeira” no fim do século XIX, apoiada por interesses econômicos, pois até então a “ciência natural” era a mais usada no mundo. Foram os magnatas americanos Carnegie e Rockefeller, interessados em investir na fabricação de remédios utilizando os subprodutos das suas empresas de siderurgia e petróleo, que financiaram um estudo sobre “A Educação Médica nos EUA e Canadá”, encomendado ao educador Abraham Flexner.
Antevendo as possibilidades apontadas pelo Relatório Flexner (1910), o governo americano passou a dar total ênfase à microbiologia e à farmacologia, começando, então, o uso de drogas pesadas e os testes sistemáticos com animais como método “científico”. No Brasil tal reforma é implantada em 1968 sob os auspícios da Fundação Rockefeller.
Sendo o homem um animal de rebanho, deixa de pensar ou contestar se está seguindo um líder. As grandes reformas socioculturais foram feitas por minorias desertoras de rebanhos. Hoje ativistas ocupam essa função questionadora por saber que a experimentação animal é feita somente como garantia jurídica contra qualquer desastre farmacológico. Por isso, bulas quilométricas acompanham os medicamentos.
A “ciência atual’ investe na magia e não na lógica. O estudante é induzido a não pensar, a assimilar pensamentos alheios e se curvar às autoridades. Os médicos licenciados são sacerdotes dessa religião que não perdoa os opositores das “verdades” médico-científicas. Bruxas continuam sendo queimadas.
(Sheila Moura e Heloísa Arruda)
“...que aponta aspectos do porquê de cientistas perpetuarem tal erro”. Se substituíssemos o demonstrativo tal por outras formas de demonstrativos, as que devem ser consideradas corretas são:
 

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2643568 Ano: 2013
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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No que se refere às relações pessoais no trabalho, avalie as afirmativas a seguir:
I. Reporte-se sempre a seu superior imediato; se isso não for possível, reporte-se ao superior de seu superior e, nesse caso, não conte a seu superior imediato a sua iniciativa.
II. Evite chamar para si a responsabilidade atribuída a algum colega, a não ser quando o colega pedir (e nesse caso, quando você e ele estiverem autorizados a assim proceder)ou em situações emergenciais.
III. Em discussões ou reuniões de equipe, sempre tenha em mente que o outro pode ter razão e que, na maioria das vezes, a solução consensual é a melhor, de modo que é preciso saber ceder, abrir mão de seu ponto-de-vista e buscar soluções amigáveis e que não desagreguem o grupo.
Assinale:
 

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2643544 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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Júlia, Magda e Laura são casadas com Fernando, Alberto e Ivo, não necessariamente nessa ordem. São verdadeiras as afirmações:
• Laura não é esposa de Ivo.
• Júlia não é esposa de Alberto.
• Alberto não é marido de Laura.
Com base nessas afirmações é correto concluir que
 

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2643521 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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Texto
Não foi só pelos beagles...
A experimentação animal é uma fraude científica inicialmente questionada em 1968 por Hans Ruesch, através de dois livros – “Matança de inocentes” e “A grande fraude” -, nos quais prova que animais não são anatômica e fisiologicamente semelhantes aos seres humanos e que tal metodologia só acontece para lucro da indústria médico-farmacêutica. Ruesch criou o grupo 1000 Médicos Contra a Vivissecção, que aponta aspectos do porquê de cientistas perpetuarem tal erro.
A “ciência médica” atual se conceituou como “a verdadeira” no fim do século XIX, apoiada por interesses econômicos, pois até então a “ciência natural” era a mais usada no mundo. Foram os magnatas americanos Carnegie e Rockefeller, interessados em investir na fabricação de remédios utilizando os subprodutos das suas empresas de siderurgia e petróleo, que financiaram um estudo sobre “A Educação Médica nos EUA e Canadá”, encomendado ao educador Abraham Flexner.
Antevendo as possibilidades apontadas pelo Relatório Flexner (1910), o governo americano passou a dar total ênfase à microbiologia e à farmacologia, começando, então, o uso de drogas pesadas e os testes sistemáticos com animais como método “científico”. No Brasil tal reforma é implantada em 1968 sob os auspícios da Fundação Rockefeller.
Sendo o homem um animal de rebanho, deixa de pensar ou contestar se está seguindo um líder. As grandes reformas socioculturais foram feitas por minorias desertoras de rebanhos. Hoje ativistas ocupam essa função questionadora por saber que a experimentação animal é feita somente como garantia jurídica contra qualquer desastre farmacológico. Por isso, bulas quilométricas acompanham os medicamentos.
A “ciência atual’ investe na magia e não na lógica. O estudante é induzido a não pensar, a assimilar pensamentos alheios e se curvar às autoridades. Os médicos licenciados são sacerdotes dessa religião que não perdoa os opositores das “verdades” médico-científicas. Bruxas continuam sendo queimadas.
(Sheila Moura e Heloísa Arruda)
As frases a seguir apresentam uma forma passiva, à exceção de uma. Assinale-a.
 

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