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Homem de 57 anos procura o ambulatório por mialgia iniciada há
10 dias. Relata dor contínua em ambas as coxas e ombros. Nega
trauma, infecção recente ou mudanças em sua rotina de
exercícios. Nega febre, perda ponderal, artralgia, disfagia ou
alterações cutâneas. Nega etilismo ou uso de drogas ilícitas.
História patológica pregressa: hipertensão arterial, diabetes e dislipidemia. Faz uso de losartana, pioglitazona, ácido acetilsalicílico e, há 2 semanas, iniciou sinvastatina após revisão de seu lipidograma.
Ao exame físico, apresenta dor à palpação dos músculos proximais, sem edema, calor ou eritema.
O exame neurológico é normal. Exames laboratoriais mostram aumento da creatina quinase (CK), com função renal e eletrólitos normais.
O mecanismo de ação do fármaco responsável pelos sintomas descritos é a
História patológica pregressa: hipertensão arterial, diabetes e dislipidemia. Faz uso de losartana, pioglitazona, ácido acetilsalicílico e, há 2 semanas, iniciou sinvastatina após revisão de seu lipidograma.
Ao exame físico, apresenta dor à palpação dos músculos proximais, sem edema, calor ou eritema.
O exame neurológico é normal. Exames laboratoriais mostram aumento da creatina quinase (CK), com função renal e eletrólitos normais.
O mecanismo de ação do fármaco responsável pelos sintomas descritos é a
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Homem de 34 anos, previamente hígido, relata tosse seca e
dispneia progressiva há cerca de dois meses, acompanhadas de
febre vespertina e sudorese noturna. Ao exame físico, observa-se
macicez à percussão e ausência de murmúrio vesicular nos terços
médio e inferior do hemitórax direito.
Radiografia de tórax mostra derrame pleural à direita.
Na propedêutica inicial, o escarro induzido foi negativo para BAAR e GeneXpert MTB/RIF.
Ultrassonografia torácica confirmou o derrame, e a toracocentese revelou líquido pleural exsudativo, com predomínio mononuclear, citologia oncotica negativa e pesquisa etiológica inconclusiva.
A biópsia pleural e a cultura do material confirmaram o diagnóstico de tuberculose pleural.
Com base nesse diagnóstico, assinale a descrição a seguir que corresponde ao padrão histopatológico característico da tuberculose pleural.
Radiografia de tórax mostra derrame pleural à direita.
Na propedêutica inicial, o escarro induzido foi negativo para BAAR e GeneXpert MTB/RIF.
Ultrassonografia torácica confirmou o derrame, e a toracocentese revelou líquido pleural exsudativo, com predomínio mononuclear, citologia oncotica negativa e pesquisa etiológica inconclusiva.
A biópsia pleural e a cultura do material confirmaram o diagnóstico de tuberculose pleural.
Com base nesse diagnóstico, assinale a descrição a seguir que corresponde ao padrão histopatológico característico da tuberculose pleural.
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Homem de 22 anos, previamente hígido, relata episódios
recorrentes de dispneia, tosse seca noturna e “chiado”, há cerca
de 3 meses. Os sintomas ocorrem de forma episódica, com piora
após infecções de vias aéreas superiores e melhora espontânea ou
com uso de broncodilatadores.
Há 3 semanas procurou o pronto atendimento por crise semelhante, com melhora significativa após nebulização com beta-2 agonista de curta duração.
No exame atual, está assintomático e sem ruídos adventícios à ausculta pulmonar.
Com base nas informações clínicas descritas, o padrão espirométrico mais compatível com o diagnóstico de asma brônquica é:
Há 3 semanas procurou o pronto atendimento por crise semelhante, com melhora significativa após nebulização com beta-2 agonista de curta duração.
No exame atual, está assintomático e sem ruídos adventícios à ausculta pulmonar.
Com base nas informações clínicas descritas, o padrão espirométrico mais compatível com o diagnóstico de asma brônquica é:
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Homem de 26 anos, previamente hígido, procura atendimento por
edema em membros inferiores, oligúria e elevação da pressão
arterial (150×95 mmHg) há 5 dias. Refere episódio concomitante
de dor de garganta, febre baixa e mialgia, evoluindo com púrpura
palpável dolorosa nas pernas e poliartralgia em joelhos e
tornozelos.
Relata ainda que, em exames anteriores, havia sido detectada hematúria em EAS de rotina, sem diagnóstico definitivo.
Os exames laboratoriais atuais revelam: creatinina 2,0 mg/dL, ureia 65 mg/dL. EAS com hematúria e proteinúria. Complemento sérico (C3 e C4) normais.
Entre os achados laboratoriais abaixo, assinale o que indica o acometimento do compartimento glomerular no caso descrito.
Relata ainda que, em exames anteriores, havia sido detectada hematúria em EAS de rotina, sem diagnóstico definitivo.
Os exames laboratoriais atuais revelam: creatinina 2,0 mg/dL, ureia 65 mg/dL. EAS com hematúria e proteinúria. Complemento sérico (C3 e C4) normais.
Entre os achados laboratoriais abaixo, assinale o que indica o acometimento do compartimento glomerular no caso descrito.
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Homem de 45 anos apresenta fadiga progressiva, perda ponderal,
anorexia e hiperpigmentação difusa da pele. Ao exame, PA 90x60
mmHg, glicemia de jejum de 60 mg/dL, sódio sérico 129 mEq/L e
potássio 5,9 mEq/L. O cortisol basal é de 3 µg/dL. (VR: 10 a 20
µg/dL)
A seguinte alteração laboratorial é mais compatível com o diagnóstico:
A seguinte alteração laboratorial é mais compatível com o diagnóstico:
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Com base nos mecanismos fisiopatológicos e nos achados clínicolaboratoriais da anemia hemolítica autoimune (AHAI), analise as
assertivas a seguir:
I. A AHAI pode ser primária (idiopática) ou secundária a doenças autoimunes, infecções, neoplasias linfoproliferativas ou uso de fármacos.
II. O teste de Coombs direto positivo, a presença de reticulocitose, a elevação da bilirrubina indireta e do LDH, associadas à redução da haptoglobina, são achados laboratoriais típicos da anemia hemolítica autoimune (AHAI).
III. A AHAI mediada por anticorpos quentes decorre da ação de autoanticorpos da classe IgM, que se ligam à superfície das hemácias e promovem hemólise intravascular.
IV. O tratamento inicial da AHAI mediada por anticorpos quentes baseia-se principalmente em suporte transfusional nos pacientes sintomáticos.
As afirmativas são, respectivamente,
I. A AHAI pode ser primária (idiopática) ou secundária a doenças autoimunes, infecções, neoplasias linfoproliferativas ou uso de fármacos.
II. O teste de Coombs direto positivo, a presença de reticulocitose, a elevação da bilirrubina indireta e do LDH, associadas à redução da haptoglobina, são achados laboratoriais típicos da anemia hemolítica autoimune (AHAI).
III. A AHAI mediada por anticorpos quentes decorre da ação de autoanticorpos da classe IgM, que se ligam à superfície das hemácias e promovem hemólise intravascular.
IV. O tratamento inicial da AHAI mediada por anticorpos quentes baseia-se principalmente em suporte transfusional nos pacientes sintomáticos.
As afirmativas são, respectivamente,
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Um paciente com linfoma de Burkitt é internado para início de
quimioterapia. Antes do tratamento, apresenta creatinina de 1,6
mg/dL, fosfato sérico de 4,2 mg/dL e ácido úrico de 9,5 mg/dL. É
iniciada hidratação vigorosa e alopurinol profilático. Três dias após
a infusão quimioterápica, o paciente evolui com fraqueza, náuseas
e oligúria. O eletrocardiograma mostra ondas T apiculadas.
Com base no quadro descrito, assinale a opção que apresenta o padrão laboratorial típico da Síndrome de Lise Tumoral
Com base no quadro descrito, assinale a opção que apresenta o padrão laboratorial típico da Síndrome de Lise Tumoral
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Jovem de 18 anos, previamente hígido, é admitido com quadro de
poliúria, vômitos e dor abdominal há 5 dias, evoluindo com
sonolência.
Ao exame, apresenta taquicardia, taquipneia, desidratação e está afebril.
Os exames laboratoriais mostram:
• Glicose: 610 mg/dL • pH: 7,03 • Bicarbonato: 6 mEq/L • Potássio sérico: 4,8 mEq/L • EAS: cetonúria positiva
Foi iniciada terapia com hidratação venosa com soro fisiológico e infusão de insulina em bomba infusora. Culturas e radiografia torácica sem sinais de infecção.
Com relação ao diagnóstico mais provável, é correto afirmar que
Ao exame, apresenta taquicardia, taquipneia, desidratação e está afebril.
Os exames laboratoriais mostram:
• Glicose: 610 mg/dL • pH: 7,03 • Bicarbonato: 6 mEq/L • Potássio sérico: 4,8 mEq/L • EAS: cetonúria positiva
Foi iniciada terapia com hidratação venosa com soro fisiológico e infusão de insulina em bomba infusora. Culturas e radiografia torácica sem sinais de infecção.
Com relação ao diagnóstico mais provável, é correto afirmar que
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Uma mulher de 31 anos, G4P0, comparece ao ambulatório para
sua primeira consulta pré-natal com 11 semanas de gestação. Ela
tem diagnóstico prévio de lúpus eritematoso sistêmico (LES) há 6
anos, controlado com hidroxicloroquina, e relata três abortos
espontâneos no primeiro trimestre. Nega uso de outros
medicamentos e não apresenta sintomas no momento.
O exame físico é normal, e seus sinais vitais estão dentro da normalidade. Os exames laboratoriais revelam hemoglobina de 12,4 g/dL, plaquetas 240.000/mm³, creatinina 0,7 mg/dL, tempo de protrombina normal e tempo de tromboplastina parcial ativado (aPTT) discretamente prolongado.
Novos testes são solicitados para investigar a causa dos abortos recorrentes.
Com base nesses achados clínicos e laboratoriais, assinale a opção que indica o anticorpo mais provavelmente responsável pelas complicações obstétricas dessa paciente.
O exame físico é normal, e seus sinais vitais estão dentro da normalidade. Os exames laboratoriais revelam hemoglobina de 12,4 g/dL, plaquetas 240.000/mm³, creatinina 0,7 mg/dL, tempo de protrombina normal e tempo de tromboplastina parcial ativado (aPTT) discretamente prolongado.
Novos testes são solicitados para investigar a causa dos abortos recorrentes.
Com base nesses achados clínicos e laboratoriais, assinale a opção que indica o anticorpo mais provavelmente responsável pelas complicações obstétricas dessa paciente.
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Um homem de 60 anos procura atendimento com queixa de
constipação e episódios de distensão abdominal há cerca de
quatro meses. Apesar do aumento da ingestão de água, as fezes
permanecem ressecadas e em pequenas quantidades. Nega
sangramento retal ou perda de peso. Relata saciedade precoce,
com episódios de náuseas após as refeições.
Refere diabetes mellitus de longa duração, com queixas de disfunção erétil, formigamento e parestesias nos pés. Faz uso de metformina e insulina basal-bolus, e nega o uso de opioides ou medicamentos anticolinérgicos.
Nega viagens recentes ou uso de antibióticos. Tentou suplementos de fibras, mas eles pioram a distensão abdominal sem melhorar a frequência das evacuações. Nega dor localizada no quadrante inferior direito ou epigástrica. Não há fezes oleosas nem resíduo gorduroso nas evacuações.
O exame físico revela mucosas secas e abdome levemente distendido e timpânico, com ruídos hidroaéreos diminuídos, sem dor à palpação. Observa-se hipotensão ortostática sem taquicardia compensatória e redução da sensibilidade dolorosa em padrão de “bota” nos dois pés. O exame da tireoide é normal, e o toque retal não mostra alterações.
A endoscopia digestiva alta evidencia resíduos alimentares sem identificação de lesões grosseiras em esôfago, estômago e duodeno. Colonoscopia de rastreamento realizada no ano anterior: normal. HbA1C: 8,5%. Creatinina: 1,0 mg/dL. Glicemia de jejum: 195 mg/dL.
O mecanismo mais provavelmente responsável pelos sintomas gastrointestinais deste paciente é a(o)
Refere diabetes mellitus de longa duração, com queixas de disfunção erétil, formigamento e parestesias nos pés. Faz uso de metformina e insulina basal-bolus, e nega o uso de opioides ou medicamentos anticolinérgicos.
Nega viagens recentes ou uso de antibióticos. Tentou suplementos de fibras, mas eles pioram a distensão abdominal sem melhorar a frequência das evacuações. Nega dor localizada no quadrante inferior direito ou epigástrica. Não há fezes oleosas nem resíduo gorduroso nas evacuações.
O exame físico revela mucosas secas e abdome levemente distendido e timpânico, com ruídos hidroaéreos diminuídos, sem dor à palpação. Observa-se hipotensão ortostática sem taquicardia compensatória e redução da sensibilidade dolorosa em padrão de “bota” nos dois pés. O exame da tireoide é normal, e o toque retal não mostra alterações.
A endoscopia digestiva alta evidencia resíduos alimentares sem identificação de lesões grosseiras em esôfago, estômago e duodeno. Colonoscopia de rastreamento realizada no ano anterior: normal. HbA1C: 8,5%. Creatinina: 1,0 mg/dL. Glicemia de jejum: 195 mg/dL.
O mecanismo mais provavelmente responsável pelos sintomas gastrointestinais deste paciente é a(o)
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