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Foram encontradas 160 questões.

2421114 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: ALERJ
Texto
Leia o texto a seguir e responda à questão.
A VELHA GUERRA
Goethe teve um romance passageiro com a Revolução Francesa, que liberou mais demônios do que ele estava disposto a aceitar. Vem daí sua famosa declaração de que preferia a injustiça à desordem. Goya foi um entusiasta de primeira hora de Napoleão mas horrorizou-se com as atrocidades da guerra da Espanha, que retratou com ácido e asco na sua série de gravuras “Desastres de la Guerra”. Acabou desencantado também.
Mas o desencanto de Goethe e Goya não é o mesmo dos que lamentaram o fim da velha ordem, para os quais a Revolução Francesa significou não a derrota do nepotismo e da injustiça mas um crime contra a natureza do homem. Confundir ordem e normalidade com seus próprios privilégios é um velho hábito de castas dominantes.
(Veríssimo, Jornal O Globo, 15 de setembro de 2011)
Observa-se paralelismo no segmento “...que preferia a injustiça à desordem.”, mas o emprego ou a omissão do sinal indicativo de crase determina falta de paralelismo na frase:
 

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Com relação ao Bloco Parlamentar, é correto afirmar que:
 

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2421017 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: ALERJ
Leia o texto a seguir e responda à questão.
Texto
O texto a seguir é uma circular, datada de 1794, dirigida aos funcionários públicos da França, após a Revolução Francesa.
O funcionário público, acima de tudo, deve desfazer-se da roupagem antiga e abandonar a polidez forçada, tão inconsistente com a postura de homens livres, e que é uma relíquia do tempo em que alguns homens eram ministros e outros, seus escravos. Sabemos que as velhas formas de governo já desapareceram: devemos até esquecer como eram. As maneiras simples e naturais devem substituir a dignidade artificial que frequentemente constituía a única virtude de um chefe de departamento ou outro funcionário graduado. Decência e genuína seriedade são os requisitos exigidos de homens dedicados à coisa pública. A qualidade essencial do Homem na Natureza consiste em ficar de pé. O jargão ininteligível dos velhos ministérios deve dar lugar ao estilo claro, conciso, isento de expressões de servilismo, de formas obsequiosas, indiretas e pedantes, ou de qualquer insinuação no sentido de que existe autoridade superior à razão e à ordem estabelecida pelas leis – um estilo que adote atitude natural em relação às autoridades subalternas. Não deve haver frases convencionais, nem desperdício de palavras.
(Apud LASSWELL, Harold & Kaplan, Abraham. A linguagem da política, Brasília, EUB, 1979)
Pode-se inferir que o texto está relacionado à história porque, em relação à França:
 

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Nos termos do Regimento Interno da Assembleia, o Governador do Estado poderá indicar Deputados na condição de Líderes do Governo, da seguinte maneira:
 

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2420876 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: ALERJ
Leia o texto a seguir e responda à questão.
UMA GERAÇÃO DESCOBRE O PRAZER DE LER
A cada nova geração, renova-se a sensação de que nas passadas se lia mais e se fazia menos sexo. Duplo engano. A rapaziada, em todos os tempos, foi com igual ímpeto ao pote. A razão por que a leitura parece estar em baixa é que estamos em plena era da internet. Só parece. Pois o que se vê é a multiplicação dos jovens que gostam de ler, reconhecendo que um bom texto ainda é, para a vida pessoal e profissional, um instrumento decisivo.
Várias vezes, no decorrer do último século, previu-se a morte dos livros e do hábito de ler. O avanço do cinema, da televisão, dos videogames, da internet, tudo isso iria tornar a leitura obsoleta. No Brasil da virada do século XX para o XXI, o vaticínio até parecia razoável: o sistema de ensino em franco declínio e sua tradição de fracasso na missão de formar leitores, o pouco apreço dado à instrução como valor social fundamental e até dados muito práticos, como a pobreza e a falta de bibliotecas públicas e o alto preço dos exemplares impressos aqui, conspiravam (conspiram ainda) para que o contingente de brasileiros dados aos livros minguasse de maneira irremediável. Contra todas as expectativas, porém, vem surgindo uma nova e robusta geração de leitores no país – movida, sim, por sucessos globais como as séries Harry Potter, Crepúsculo e Percy Jackson.
Também para os cidadãos mais maduros abriram-se largas portas de entrada(a) à leitura(b). A autoajuda(c) (e os romances com fortes tintas(d) de autoajuda, como A Cabana(e)) é uma delas; os volumes que às vezes caem nas graças do público, como A Menina que roubava livros, os autores que têm o dom de fisgar com suas histórias, como o romântico Nicholas Sparks, são outra.
É mais fácil tornar a leitura um hábito, claro, quando ela se inicia na infância. Mas qualquer idade é boa, é favorável, para adquirir esse gosto. Basta sentir aquela comichão de prazer, e da curiosidade – e então fazer um esforço, bem pequeno, para não se acomodar a uma zona de conforto, mas seguir adiante e se dedicar à leitura.
(Revista Veja, 18 de maio de 2011, com adaptações)
No segmento “É uma delas...”, a palavra em destaque refere-se a:
 

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2420809 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: ALERJ
No segmento “Escritora da ABL também critica: (...) Custo a crer que seja exatamente isso. (O Globo, 16/05/2011), o verbo custar, segundo as normas gramaticais, quanto à regência, está empregado:
 

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No encaminhamento da votação, o Deputado terá um período de tempo para falar sem apartes. Esse período corresponde a:
 

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2420616 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: ALERJ
A frase em que a ausência de hífen ou seu emprego constitui erro é:
 

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2420599 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: ALERJ
Dentre os segmentos abaixo, aquele em que todas as palavras e expressões estão corretamente grafadas e cujo emprego está gramaticalmente correto é:
 

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2420524 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: ALERJ
Leia o texto a seguir e responda à questão.
Texto
O texto a seguir é uma circular, datada de 1794, dirigida aos funcionários públicos da França, após a Revolução Francesa.
O funcionário público, acima de tudo, deve desfazer-se da roupagem antiga e abandonar a polidez forçada, tão inconsistente com a postura de homens livres, e que é uma relíquia do tempo em que alguns homens eram ministros e outros, seus escravos. Sabemos que as velhas formas de governo já desapareceram: devemos até esquecer como eram. As maneiras simples e naturais devem substituir a dignidade artificial que frequentemente constituía a única virtude de um chefe de departamento ou outro funcionário graduado. Decência e genuína seriedade são os requisitos exigidos de homens dedicados à coisa pública. A qualidade essencial do Homem na Natureza consiste em ficar de pé. O jargão ininteligível dos velhos ministérios deve dar lugar ao estilo claro, conciso, isento de expressões de servilismo, de formas obsequiosas, indiretas e pedantes, ou de qualquer insinuação no sentido de que existe autoridade superior à razão e à ordem estabelecida pelas leis – um estilo que adote atitude natural em relação às autoridades subalternas. Não deve haver frases convencionais, nem desperdício de palavras.
(Apud LASSWELL, Harold & Kaplan, Abraham. A linguagem da política, Brasília, EUB, 1979)
Substituindo-se a expressão “acima de tudo” por “sobretudo”, o segmento “O funcionário público, acima de tudo, deve desfazer-se da roupagem antiga ...” pode ser reescrito, sem alteração semântico-sintática, do seguinte modo:
 

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