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São achados das síndromes nefrótica e nefrítica:
| Característica | Síndrome nefrótica | Síndrome nefrítica |
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Laudo diz que idosa que teria recebido leite na veia morreu de infecção pulmonar e urinária
RIO − O laudo cadavérico de Palmerina Pires Ribeiro, de 80 anos, aponta que a morte da idosa, ocorrida no Posto de Assistência Médica (PAM) de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, em outubro de 2012, foi causada por infecção pulmonar e urinária. O documento foi divulgado nesta terça-feira pelo Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ), que defende que a morte de Palmerina não teve relação com a dose de café com leite que ela teria recebido na veia, no período em que esteve internada na unidade. O documento, no entanto, ainda não é final, uma vez que aponta que “caso o resultado da coleta de pesquisa toxicológica e pesquisa de substância atípica vir positivo, o laudo final poderá ser modificado”.
Ainda segundo o documento, o sangue da idosa tinha aspecto normal e não foram evidenciados sinais de embolia gordurosa cardíaca e pulmonar, o que, segundo o conselho, afasta a possibilidade de a paciente ter recebido a substância na veia. O Conselho afirmou, ainda, que o exame toxicológico que está em aberto seria apenas para efeitos de confirmação.
A morte da idosa, que chegou a ficar dez dias internada no PAM, teve grande repercussão. A estagiária de enfermagem Rejane Moreira Telles chegou a declarar que teria trocado os tubos e injetado, sem querer, a bebida em local errado. O auto de exame cadavérico, assinado pelo perito legista Paulo Reigota, não evidencia a presença “de substância atípica (leite)” no sangue da idosa.
(Acesso em: O Globo.com, 4 de junho de 2013)
O procedimento tomado por diversos veículos jornalísticos em 2012, que contraria o zelo necessário com os direitos do cidadão, foi
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Considere as imagens abaixo publicadas em Edição e design.

O autor recomenda, com relação às legendas, que a melhor maneira de diagramá-las é tal como vemos na imagem II, pois
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No seu texto Codificação/Decodificação, Stuart Hall propõe uma forma de analisar o processo comunicativo diversa da tradicionalmente usada em modelos lineares. O autor afirma:
O processo, desta maneira, requer, do lado da produção, seus instrumentos materiais − seus ‘meios’ − bem como seus próprios conjuntos de relações sociais (de produção) − a organização e combinação de práticas dentro dos aparatos de comunicação. Mas é sob a forma discursiva que a circulação do produto se realiza, bem como sua distribuição para diferentes audiências. Uma vez concluído, o discurso deve então ser traduzido − transformado de novo − em práticas sociais, para que o circuito ao mesmo tempo se complete e produza efeitos. Se nenhum ‘sentido’ é apreendido, não pode haver ‘consumo’. Se o sentido não é articulado em prática, ele não tem efeito.
(Hall, Stuart. Codificação/Decodificação. In: Da Diáspora − Identidades e Mediações Culturais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011. p. 366)
Nesta percepção, o que faz a transmissão televisiva de um evento histórico ser passível de significação, e não de transmissão completa do real, é
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Programa da Globo aceita matéria paga, diz jornal
O Auto Esporte, programa jornalístico sobre automóveis da TV Globo, estaria aceitando matéria paga, segundo denúncia do colunista Daniel Castro, do jornal Folha de S. Paulo.
De acordo com a publicação, a atração exibe merchandising embutido nas reportagens.
Em boletim distribuído ao mercado publicitário neste mês, a Globo teria oferecido "oportunidades diferenciadas de exposição de marcas por meio de ações de merchandising no programa".
A emissora negou a informação. Garantiu que o Auto Esporte não é um programa jornalístico, mas de entretenimento. Além disso, oferece "oportunidades comerciais para atender a peculiaridade da publicidade no mercado e nas competições automobilísticas".
A TV alega ainda que a negociação não é feita pela Central Globo de Jornalismo, mas por uma produtora independente.
A prática relatada nesta notícia do Portal Terra, veiculada no dia 20 de junho de 2005,
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Jorge de Sá, no livro Crônica (São Paulo: Ática), nos afirma que esse gênero jornalístico “surge primeiro no jornal, herdando a sua precariedade, esse seu lado efêmero de quem nasce no começo de uma leitura e morre antes que se acabe o dia, no instante em que o leitor transforma as páginas em papel de embrulho, ou guarda os recortes que mais lhe interessam num arquivo pessoal”. Sobre a crônica podemos acrescentar que
I. também assume essa transitoriedade, dirigindo-se inicialmente a leitores apressados, que leem nos pequenos intervalos da luta diária.
II. os acontecimentos são extremamente rápidos, e o cronista precisa de um ritmo ágil para poder acompanhá-los.
III. sua estrutura literária é idêntica a do conto, tanto na parte psicológica como na parte narrativa.
IV. sua sintaxe lembra alguma coisa desestruturada, solta, mais próxima da conversa entre dois amigos do que propriamente do texto escrito.
Está correto o que se afirma APENAS em
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Sua função primordial é possibilitar uma melhor descrição de um ambiente ou de um personagem, a fim de permitir ao leitor situar diferentes elementos que interferem na informação principal da notícia.
(Lustosa, Elcias. O texto da notícia. Brasília: Ed. UnB.)
Esta definição é de
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