Magna Concursos

Foram encontradas 1.140 questões.

117335 Ano: 2009
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANAC
This text refer to item.
Skydive operations:
what the typical pilot should know
A bird strike by an aircraft can cause some damage to any aircraft, but what happens when that ‘bird’ weighs 170 or more pounds? The ‘birds I’m discussing in this article aren’t really birds at all, they are skydivers, or people jumping out of airplanes. The answer to the question is that the airplane will likely suffer damage sufficient enough to cause permanent loss of control of the aircraft, and thus, serious injury or death to all the aircraft’s occupants and the skydiver. In addition, a collision with a skydiver with an open parachute could be even worse, due to the intense drag created by the parachute entangled with the aircraft.
Now that we realize the dangers of mixing falling skydivers and flying aircraft one might wonder how to avoid such a conflict. During my initial flight training while studying sectional charts and the myriad of numbers, texts, and symbols, I remember seeing the icon that indicates parachute operations take place at an airport. That, however, was the extent of my knowledge of parachuting operations at airports (or drop zones as they are called in the sport.)
As a pilot for skydivers we constantly try to visually scan the intended jump area for aircraft in the area that may pose a threat, in addition we contact air traffic control (ATC) at least 5 minutes prior to the jump in order to get traffic advisories, though as a VFR operation, reports vary depending on how busy the controller may be. The jumpers exiting the aircraft also attempt to look for traffic prior to exiting. Additionally, the PIC of the jump aircraft typically reports the beginning of jump operations to ATC, and over the CTAF 1-2 minutes prior to the time when the first parachutist is to exit the aircraft. Radio calls made over CTAF usually include the airport where jump operations are taking place, the time until jumping will start, and the altitude the jumper(s) will exit. After the last parachutist exits the aircraft the jump pilot reports to ATC that jumping is completed.
Internet: <www.blincoe.org> (adapted).
According to the text, judge the following item.
Skydivers are a real hazard to airplanes.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
117334 Ano: 2009
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANAC
This text refer to item.
Skydive operations:
what the typical pilot should know
A bird strike by an aircraft can cause some damage to any aircraft, but what happens when that ‘bird’ weighs 170 or more pounds? The ‘birds I’m discussing in this article aren’t really birds at all, they are skydivers, or people jumping out of airplanes. The answer to the question is that the airplane will likely suffer damage sufficient enough to cause permanent loss of control of the aircraft, and thus, serious injury or death to all the aircraft’s occupants and the skydiver. In addition, a collision with a skydiver with an open parachute could be even worse, due to the intense drag created by the parachute entangled with the aircraft.
Now that we realize the dangers of mixing falling skydivers and flying aircraft one might wonder how to avoid such a conflict. During my initial flight training while studying sectional charts and the myriad of numbers, texts, and symbols, I remember seeing the icon that indicates parachute operations take place at an airport. That, however, was the extent of my knowledge of parachuting operations at airports (or drop zones as they are called in the sport.)
As a pilot for skydivers we constantly try to visually scan the intended jump area for aircraft in the area that may pose a threat, in addition we contact air traffic control (ATC) at least 5 minutes prior to the jump in order to get traffic advisories, though as a VFR operation, reports vary depending on how busy the controller may be. The jumpers exiting the aircraft also attempt to look for traffic prior to exiting. Additionally, the PIC of the jump aircraft typically reports the beginning of jump operations to ATC, and over the CTAF 1-2 minutes prior to the time when the first parachutist is to exit the aircraft. Radio calls made over CTAF usually include the airport where jump operations are taking place, the time until jumping will start, and the altitude the jumper(s) will exit. After the last parachutist exits the aircraft the jump pilot reports to ATC that jumping is completed.
Internet: <www.blincoe.org> (adapted).
According to the text, judge the following item.
There may be birds weighing more than 170 pounds.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
117333 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANAC

Nada ilustra melhor a aviação comercial do que a máxima de que a solução parcial de um problema acaba criando novos problemas. Essa condenação começou a se manifestar de maneira trágica com o primeiro jato comercial da história, o Comet, fabricado em 1949 pela Havilland. Ele veio resolver os problemas de conforto, privacidade e segurança dos seus antecessores a hélice, mas foi precocemente aposentado depois de um acidente — para ser mais preciso, depois de cinco acidentes. Os modelos Comet se desintegravam em pleno ar, à luz do dia, em perfeitas condições meteorológicas. Depois da mais extensa e cara investigação científica da história dos desastres aéreos, as autoridades inglesas concluíram que, para satisfazer o gosto dos viajantes, os projetistas desenharam janelas panorâmicas no Comet. Isso tornava as viagens mais agradáveis. Mas, como o vidro e o metal reagem de forma diferente às pressões aerodinâmicas, a estrutura do Comet acabava cedendo, e o avião se desintegrava.

O mais intrigante é que as modernas tecnologias digitais embarcadas, em vez de mitigar os desafios colocados aos projetistas, tornaram-nos ainda mais flagrantes. Uma dessas esteve no centro de algumas tragédias: o dispositivo digital projetado para impedir que os freios aerodinâmicos do avião, em especial aqueles que invertem o fluxo de ar das turbinas, os reversos, fossem acionados em pleno voo. Melhor: eles seriam acionados automaticamente quando do pouso. Os engenheiros basearam seu dispositivo no que parecia ser algo infalível. Um leitor digital de altitude trancava os reversos mesmo que o piloto os acionasse manualmente. A inovação destinada a resolver um problema acabaria criando vários. Em 1991, um Boeing 767 da Lauda Air caiu na Tailândia depois que, sem explicação aparente, os reversos se abriram em pleno voo. A investigação mostrou que o avião perdeu altitude em uma turbulência e o computador interpretou o fenômeno como um pouso, acionando os freios. Como resolver isso sem perder a automação? Os engenheiros modificaram o dispositivo de acionamento dos reversos, de modo que os sensores informariam ao computador para abri-los apenas depois que os dois conjuntos de pneus do trem de pouso tocassem o solo. A modificação foi considerada perfeita e adotada universalmente pelos fabricantes. Mas... e há sempre um mas... dois anos depois um Airbus A320 da Lufthansa não conseguiu acionar os reversos ao pousar na pista gelada do Aeroporto de Varsóvia, matando dois dos setenta passageiros. A causa? Ventos laterais fortes fizeram com que o trem de pouso da esquerda tocasse o solo nove segundos depois do da direita. O computador, fiel a sua programação, não acionou os reversos e impediu os pilotos de ativá-los até que todos os pneus tivessem tocado o solo. Mais uma modificação foi feita, então, no desenho do dispositivo. Agora ele apenas informa o piloto, que decide quando acionar os freios.

Na cauda do Comet. In: Veja, ano 42, n.º 23, 10/6/2009 (com adaptações) .

Acerca das ideias expressas no texto acima, julgue o seguinte item.

O texto permite inferir que o aperfeiçoamento da segurança nas aeronaves ocorre com base nos erros já cometidos.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
117332 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANAC

Nada ilustra melhor a aviação comercial do que a máxima de que a solução parcial de um problema acaba criando novos problemas. Essa condenação começou a se manifestar de maneira trágica com o primeiro jato comercial da história, o Comet, fabricado em 1949 pela Havilland. Ele veio resolver os problemas de conforto, privacidade e segurança dos seus antecessores a hélice, mas foi precocemente aposentado depois de um acidente — para ser mais preciso, depois de cinco acidentes. Os modelos Comet se desintegravam em pleno ar, à luz do dia, em perfeitas condições meteorológicas. Depois da mais extensa e cara investigação científica da história dos desastres aéreos, as autoridades inglesas concluíram que, para satisfazer o gosto dos viajantes, os projetistas desenharam janelas panorâmicas no Comet. Isso tornava as viagens mais agradáveis. Mas, como o vidro e o metal reagem de forma diferente às pressões aerodinâmicas, a estrutura do Comet acabava cedendo, e o avião se desintegrava.

O mais intrigante é que as modernas tecnologias digitais embarcadas, em vez de mitigar os desafios colocados aos projetistas, tornaram-nos ainda mais flagrantes. Uma dessas esteve no centro de algumas tragédias: o dispositivo digital projetado para impedir que os freios aerodinâmicos do avião, em especial aqueles que invertem o fluxo de ar das turbinas, os reversos, fossem acionados em pleno voo. Melhor: eles seriam acionados automaticamente quando do pouso. Os engenheiros basearam seu dispositivo no que parecia ser algo infalível. Um leitor digital de altitude trancava os reversos mesmo que o piloto os acionasse manualmente. A inovação destinada a resolver um problema acabaria criando vários. Em 1991, um Boeing 767 da Lauda Air caiu na Tailândia depois que, sem explicação aparente, os reversos se abriram em pleno voo. A investigação mostrou que o avião perdeu altitude em uma turbulência e o computador interpretou o fenômeno como um pouso, acionando os freios. Como resolver isso sem perder a automação? Os engenheiros modificaram o dispositivo de acionamento dos reversos, de modo que os sensores informariam ao computador para abri-los apenas depois que os dois conjuntos de pneus do trem de pouso tocassem o solo. A modificação foi considerada perfeita e adotada universalmente pelos fabricantes. Mas... e há sempre um mas... dois anos depois um Airbus A320 da Lufthansa não conseguiu acionar os reversos ao pousar na pista gelada do Aeroporto de Varsóvia, matando dois dos setenta passageiros. A causa? Ventos laterais fortes fizeram com que o trem de pouso da esquerda tocasse o solo nove segundos depois do da direita. O computador, fiel a sua programação, não acionou os reversos e impediu os pilotos de ativá-los até que todos os pneus tivessem tocado o solo. Mais uma modificação foi feita, então, no desenho do dispositivo. Agora ele apenas informa o piloto, que decide quando acionar os freios.

Na cauda do Comet. In: Veja, ano 42, n.º 23, 10/6/2009 (com adaptações) .

Acerca das ideias expressas no texto acima, julgue o seguinte item.

Depreende-se do texto que, na aviação civil, a automação é importante, mas não se deve desprezar a ação humana.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
117331 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANAC

Nada ilustra melhor a aviação comercial do que a máxima de que a solução parcial de um problema acaba criando novos problemas. Essa condenação começou a se manifestar de maneira trágica com o primeiro jato comercial da história, o Comet, fabricado em 1949 pela Havilland. Ele veio resolver os problemas de conforto, privacidade e segurança dos seus antecessores a hélice, mas foi precocemente aposentado depois de um acidente — para ser mais preciso, depois de cinco acidentes. Os modelos Comet se desintegravam em pleno ar, à luz do dia, em perfeitas condições meteorológicas. Depois da mais extensa e cara investigação científica da história dos desastres aéreos, as autoridades inglesas concluíram que, para satisfazer o gosto dos viajantes, os projetistas desenharam janelas panorâmicas no Comet. Isso tornava as viagens mais agradáveis. Mas, como o vidro e o metal reagem de forma diferente às pressões aerodinâmicas, a estrutura do Comet acabava cedendo, e o avião se desintegrava.

O mais intrigante é que as modernas tecnologias digitais embarcadas, em vez de mitigar os desafios colocados aos projetistas, tornaram-nos ainda mais flagrantes. Uma dessas esteve no centro de algumas tragédias: o dispositivo digital projetado para impedir que os freios aerodinâmicos do avião, em especial aqueles que invertem o fluxo de ar das turbinas, os reversos, fossem acionados em pleno voo. Melhor: eles seriam acionados automaticamente quando do pouso. Os engenheiros basearam seu dispositivo no que parecia ser algo infalível. Um leitor digital de altitude trancava os reversos mesmo que o piloto os acionasse manualmente. A inovação destinada a resolver um problema acabaria criando vários. Em 1991, um Boeing 767 da Lauda Air caiu na Tailândia depois que, sem explicação aparente, os reversos se abriram em pleno voo. A investigação mostrou que o avião perdeu altitude em uma turbulência e o computador interpretou o fenômeno como um pouso, acionando os freios. Como resolver isso sem perder a automação? Os engenheiros modificaram o dispositivo de acionamento dos reversos, de modo que os sensores informariam ao computador para abri-los apenas depois que os dois conjuntos de pneus do trem de pouso tocassem o solo. A modificação foi considerada perfeita e adotada universalmente pelos fabricantes. Mas... e há sempre um mas... dois anos depois um Airbus A320 da Lufthansa não conseguiu acionar os reversos ao pousar na pista gelada do Aeroporto de Varsóvia, matando dois dos setenta passageiros. A causa? Ventos laterais fortes fizeram com que o trem de pouso da esquerda tocasse o solo nove segundos depois do da direita. O computador, fiel a sua programação, não acionou os reversos e impediu os pilotos de ativá-los até que todos os pneus tivessem tocado o solo. Mais uma modificação foi feita, então, no desenho do dispositivo. Agora ele apenas informa o piloto, que decide quando acionar os freios.

Na cauda do Comet. In: Veja, ano 42, n.º 23, 10/6/2009 (com adaptações) .

Acerca das ideias expressas no texto acima, julgue o seguinte item.

No âmbito da aviação civil, as inovações digitais são sempre determinantes para a solução de problemas encontrados nas aeronaves.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
117330 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANAC

Nada ilustra melhor a aviação comercial do que a máxima de que a solução parcial de um problema acaba criando novos problemas. Essa condenação começou a se manifestar de maneira trágica com o primeiro jato comercial da história, o Comet, fabricado em 1949 pela Havilland. Ele veio resolver os problemas de conforto, privacidade e segurança dos seus antecessores a hélice, mas foi precocemente aposentado depois de um acidente — para ser mais preciso, depois de cinco acidentes. Os modelos Comet se desintegravam em pleno ar, à luz do dia, em perfeitas condições meteorológicas. Depois da mais extensa e cara investigação científica da história dos desastres aéreos, as autoridades inglesas concluíram que, para satisfazer o gosto dos viajantes, os projetistas desenharam janelas panorâmicas no Comet. Isso tornava as viagens mais agradáveis. Mas, como o vidro e o metal reagem de forma diferente às pressões aerodinâmicas, a estrutura do Comet acabava cedendo, e o avião se desintegrava.

O mais intrigante é que as modernas tecnologias digitais embarcadas, em vez de mitigar os desafios colocados aos projetistas, tornaram-nos ainda mais flagrantes. Uma dessas esteve no centro de algumas tragédias: o dispositivo digital projetado para impedir que os freios aerodinâmicos do avião, em especial aqueles que invertem o fluxo de ar das turbinas, os reversos, fossem acionados em pleno voo. Melhor: eles seriam acionados automaticamente quando do pouso. Os engenheiros basearam seu dispositivo no que parecia ser algo infalível. Um leitor digital de altitude trancava os reversos mesmo que o piloto os acionasse manualmente. A inovação destinada a resolver um problema acabaria criando vários. Em 1991, um Boeing 767 da Lauda Air caiu na Tailândia depois que, sem explicação aparente, os reversos se abriram em pleno voo. A investigação mostrou que o avião perdeu altitude em uma turbulência e o computador interpretou o fenômeno como um pouso, acionando os freios. Como resolver isso sem perder a automação? Os engenheiros modificaram o dispositivo de acionamento dos reversos, de modo que os sensores informariam ao computador para abri-los apenas depois que os dois conjuntos de pneus do trem de pouso tocassem o solo. A modificação foi considerada perfeita e adotada universalmente pelos fabricantes. Mas... e há sempre um mas... dois anos depois um Airbus A320 da Lufthansa não conseguiu acionar os reversos ao pousar na pista gelada do Aeroporto de Varsóvia, matando dois dos setenta passageiros. A causa? Ventos laterais fortes fizeram com que o trem de pouso da esquerda tocasse o solo nove segundos depois do da direita. O computador, fiel a sua programação, não acionou os reversos e impediu os pilotos de ativá-los até que todos os pneus tivessem tocado o solo. Mais uma modificação foi feita, então, no desenho do dispositivo. Agora ele apenas informa o piloto, que decide quando acionar os freios.

Na cauda do Comet. In: Veja, ano 42, n.º 23, 10/6/2009 (com adaptações) .

Acerca das ideias expressas no texto acima, julgue o seguinte item.

A preocupação com o conforto dos passageiros em detrimento de sua segurança foi a causa da condenação do Comet.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
117329 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANAC

Nada ilustra melhor a aviação comercial do que a máxima de que a solução parcial de um problema acaba criando novos problemas. Essa condenação começou a se manifestar de maneira trágica com o primeiro jato comercial da história, o Comet, fabricado em 1949 pela Havilland. Ele veio resolver os problemas de conforto, privacidade e segurança dos seus antecessores a hélice, mas foi precocemente aposentado depois de um acidente — para ser mais preciso, depois de cinco acidentes. Os modelos Comet se desintegravam em pleno ar, à luz do dia, em perfeitas condições meteorológicas. Depois da mais extensa e cara investigação científica da história dos desastres aéreos, as autoridades inglesas concluíram que, para satisfazer o gosto dos viajantes, os projetistas desenharam janelas panorâmicas no Comet. Isso tornava as viagens mais agradáveis. Mas, como o vidro e o metal reagem de forma diferente às pressões aerodinâmicas, a estrutura do Comet acabava cedendo, e o avião se desintegrava.

O mais intrigante é que as modernas tecnologias digitais embarcadas, em vez de mitigar os desafios colocados aos projetistas, tornaram-nos ainda mais flagrantes. Uma dessas esteve no centro de algumas tragédias: o dispositivo digital projetado para impedir que os freios aerodinâmicos do avião, em especial aqueles que invertem o fluxo de ar das turbinas, os reversos, fossem acionados em pleno voo. Melhor: eles seriam acionados automaticamente quando do pouso. Os engenheiros basearam seu dispositivo no que parecia ser algo infalível. Um leitor digital de altitude trancava os reversos mesmo que o piloto os acionasse manualmente. A inovação destinada a resolver um problema acabaria criando vários. Em 1991, um Boeing 767 da Lauda Air caiu na Tailândia depois que, sem explicação aparente, os reversos se abriram em pleno voo. A investigação mostrou que o avião perdeu altitude em uma turbulência e o computador interpretou o fenômeno como um pouso, acionando os freios. Como resolver isso sem perder a automação? Os engenheiros modificaram o dispositivo de acionamento dos reversos, de modo que os sensores informariam ao computador para abri-los apenas depois que os dois conjuntos de pneus do trem de pouso tocassem o solo. A modificação foi considerada perfeita e adotada universalmente pelos fabricantes. Mas... e há sempre um mas... dois anos depois um Airbus A320 da Lufthansa não conseguiu acionar os reversos ao pousar na pista gelada do Aeroporto de Varsóvia, matando dois dos setenta passageiros. A causa? Ventos laterais fortes fizeram com que o trem de pouso da esquerda tocasse o solo nove segundos depois do da direita. O computador, fiel a sua programação, não acionou os reversos e impediu os pilotos de ativá-los até que todos os pneus tivessem tocado o solo. Mais uma modificação foi feita, então, no desenho do dispositivo. Agora ele apenas informa o piloto, que decide quando acionar os freios.

Na cauda do Comet. In: Veja, ano 42, n.º 23, 10/6/2009 (com adaptações) .

Acerca das ideias expressas no texto acima, julgue o seguinte item.

Até os mais recentes avanços tecnológicos são passíveis de falibilidade.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
117328 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANAC

Os motoristas que circulam nas grandes cidades brasileiras costumam se colocar na posição de sentinela prestes a enfrentar o inimigo. Qualquer comportamento considerado inadequado de outro motorista é motivo para o sangue subir à cabeça — e para o destempero que se traduz em buzinadas impacientes, fechadas, palavras e gestos ofensivos. Muitas vezes o motorista considera intolerável uma pequena infração que ele próprio costuma cometer. Eu posso, mas os outros não podem, é o argumento — quase sempre inconsciente — nesses casos. Por trás da selva em que se transformou o trânsito repousa uma questão intrigante. A maioria dos motoristas só se comporta de forma agressiva quando está no carro. Fora dele, são pessoas de temperamento moderado. Por que, então, perdem a compostura e se tornam feras ao volante? As explicações mais comuns para essa mudança de atitude dizem respeito à irritação causada por congestionamentos cada vez mais frequentes, à pressa e ao estresse da vida moderna. Esses componentes certamente fazem parte da fúria motorizada, mas não são suficientes para justificá-la. Segundo estudiosos do comportamento humano, há outras forças que contribuem para a agressividade no trânsito. As normas de civilidade são mais frouxas no trânsito porque, dentro do carro, quem está ao volante se torna anônimo e tem a sensação de que jamais vai cruzar novamente com os motoristas que encontra nas ruas. Sob o anonimato, certas noções que formam a base da convivência humana se enfraquecem. O contato com olhos nos olhos, fator que sabidamente aumenta a chance de cooperação entre pessoas, é inexistente. Como resultado, atitudes intoleráveis na maioria das interações sociais, como a agressão verbal e o revide a ela, são praticadas com maior liberdade. Para explicar esse comportamento, o psicólogo canadense David Wiesenthal, da Universidade York, em Toronto, faz uma analogia com a sala de aula de uma escola infantil. Quando a professora apaga a luz para passar um filme, os alunos começam a fazer mais barulho, pois sabem que será mais difícil identificá-los no escuro. “O anonimato protege os motoristas das consequências negativas de suas infrações”, disse o psicólogo.

Renata Moraes. Motoristas movidos a fúria. In: Veja, ano 42, n.º 17, 29/4/2009 (com adaptações).

Julgue o item a seguir, relativo às ideias do texto acima.

Existe uma relação de conformidade entre adultos ao volante e crianças que assistem a um filme na escola, com a luz apagada.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
117327 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANAC

Os motoristas que circulam nas grandes cidades brasileiras costumam se colocar na posição de sentinela prestes a enfrentar o inimigo. Qualquer comportamento considerado inadequado de outro motorista é motivo para o sangue subir à cabeça — e para o destempero que se traduz em buzinadas impacientes, fechadas, palavras e gestos ofensivos. Muitas vezes o motorista considera intolerável uma pequena infração que ele próprio costuma cometer. Eu posso, mas os outros não podem, é o argumento — quase sempre inconsciente — nesses casos. Por trás da selva em que se transformou o trânsito repousa uma questão intrigante. A maioria dos motoristas só se comporta de forma agressiva quando está no carro. Fora dele, são pessoas de temperamento moderado. Por que, então, perdem a compostura e se tornam feras ao volante? As explicações mais comuns para essa mudança de atitude dizem respeito à irritação causada por congestionamentos cada vez mais frequentes, à pressa e ao estresse da vida moderna. Esses componentes certamente fazem parte da fúria motorizada, mas não são suficientes para justificá-la. Segundo estudiosos do comportamento humano, há outras forças que contribuem para a agressividade no trânsito. As normas de civilidade são mais frouxas no trânsito porque, dentro do carro, quem está ao volante se torna anônimo e tem a sensação de que jamais vai cruzar novamente com os motoristas que encontra nas ruas. Sob o anonimato, certas noções que formam a base da convivência humana se enfraquecem. O contato com olhos nos olhos, fator que sabidamente aumenta a chance de cooperação entre pessoas, é inexistente. Como resultado, atitudes intoleráveis na maioria das interações sociais, como a agressão verbal e o revide a ela, são praticadas com maior liberdade. Para explicar esse comportamento, o psicólogo canadense David Wiesenthal, da Universidade York, em Toronto, faz uma analogia com a sala de aula de uma escola infantil. Quando a professora apaga a luz para passar um filme, os alunos começam a fazer mais barulho, pois sabem que será mais difícil identificá-los no escuro. “O anonimato protege os motoristas das consequências negativas de suas infrações”, disse o psicólogo.

Renata Moraes. Motoristas movidos a fúria. In: Veja, ano 42, n.º 17, 29/4/2009 (com adaptações).

Julgue o item a seguir, relativo às ideias do texto acima.

Brigas no trânsito que se caracterizam por agressões verbais são atitudes frequentes por parte dos motoristas e consideradas aceitáveis pela sociedade.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
117326 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANAC

Os motoristas que circulam nas grandes cidades brasileiras costumam se colocar na posição de sentinela prestes a enfrentar o inimigo. Qualquer comportamento considerado inadequado de outro motorista é motivo para o sangue subir à cabeça — e para o destempero que se traduz em buzinadas impacientes, fechadas, palavras e gestos ofensivos. Muitas vezes o motorista considera intolerável uma pequena infração que ele próprio costuma cometer. Eu posso, mas os outros não podem, é o argumento — quase sempre inconsciente — nesses casos. Por trás da selva em que se transformou o trânsito repousa uma questão intrigante. A maioria dos motoristas só se comporta de forma agressiva quando está no carro. Fora dele, são pessoas de temperamento moderado. Por que, então, perdem a compostura e se tornam feras ao volante? As explicações mais comuns para essa mudança de atitude dizem respeito à irritação causada por congestionamentos cada vez mais frequentes, à pressa e ao estresse da vida moderna. Esses componentes certamente fazem parte da fúria motorizada, mas não são suficientes para justificá-la. Segundo estudiosos do comportamento humano, há outras forças que contribuem para a agressividade no trânsito. As normas de civilidade são mais frouxas no trânsito porque, dentro do carro, quem está ao volante se torna anônimo e tem a sensação de que jamais vai cruzar novamente com os motoristas que encontra nas ruas. Sob o anonimato, certas noções que formam a base da convivência humana se enfraquecem. O contato com olhos nos olhos, fator que sabidamente aumenta a chance de cooperação entre pessoas, é inexistente. Como resultado, atitudes intoleráveis na maioria das interações sociais, como a agressão verbal e o revide a ela, são praticadas com maior liberdade. Para explicar esse comportamento, o psicólogo canadense David Wiesenthal, da Universidade York, em Toronto, faz uma analogia com a sala de aula de uma escola infantil. Quando a professora apaga a luz para passar um filme, os alunos começam a fazer mais barulho, pois sabem que será mais difícil identificá-los no escuro. “O anonimato protege os motoristas das consequências negativas de suas infrações”, disse o psicólogo.

Renata Moraes. Motoristas movidos a fúria. In: Veja, ano 42, n.º 17, 29/4/2009 (com adaptações).

Julgue o item a seguir, relativo às ideias do texto acima.

A anonímia que os motoristas se atribuem quando estão dirigindo influencia o desrespeito que demonstram aos valores sociais vigentes.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas