Magna Concursos

Foram encontradas 80 questões.

2378400 Ano: 2008
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: UFF
Orgão: ANCINE
A Lei nº 11.437, de 28 de dezembro de 2006, altera a Medida Provisória nº 2.228-1, de 6 de setembro de 2001, e a Lei nº 8.685, de 20 de julho de 1993, prorrogando e instituindo mecanismos de fomento da atividade audiovisual. Entre essas alterações está a:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2378389 Ano: 2008
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: UFF
Orgão: ANCINE
O conceito de cota mínima é um instrumento de política pública cinematográfica que determina um:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

A BOLSA-GARGALHADA

Comentário cômico ao atual momento da vida nacional, tributo ao clássico modelo de nossa política, microcosmo de brasilidade emergente contemporânea, “Toma lá, dá cá” é o sucesso do momento na TV. Criado por Miguel Falabella, dirigido por Roberto Talma e com um sensacional elenco de comediantes, semanalmente nos oferecem uma generosa sessão de gargalhadas que aliviam, acalmam e até rejuvenescem, ainda mais no Brasil, onde a vida é tão dura e sofrida. Já dizia, sem demagogia, o goleador Dadá Maravilha: “Se o Dadá não pode dar comida ao povo, dá alegria”.

Por isso, sou imensamente grato aos artistas que me fazem rir, que se oferecem ao ridículo, ao constrangedor e ao grotesco, só para nos divertir, rindo deles - e de nós mesmos. É minha bolsa-gargalhada.

Além do talento e entrega do elenco, o melhor do “Toma lá, dá cá” é que ali ninguém vale nada, cada um é pior do que o outro, dependendo das circunstâncias e dos pontos de vista, mas ninguém escapa. No início, a esposinha correta e graciosa vivida por Adriana Esteves era o único bastião de honestidade e sanidade, como contraponto hilariante à cafajestice geral. Agora, até ela se entregou ao vale-tudo do Condomínio Jambalaia, engrossando uma galeria de personagens inescrupulosos, promíscuos, neuróticos e impagáveis, capazes das piores torpezas, vilanias e humilhações em busca... das nossas gargalhadas.

Escrachando valores familiares, sexuais, políticos e sociais, a comédia de Miguel Falabella e Maria Carmen Barbosa dispensa sutilezas e metáforas. Nada de braçada contra a corrente politicamente correta e usa a linguagem esculhambada de chanchada e do desenho animado adulto para criticar nossas fraquezas e hipocrisias - e nos libertar pelo riso. Diante das fragilidades e precariedades da condição humana, não é pouca coisa.

Por tudo isso, esses artistas populares merecem mais respeito e reconhecimento por serviços prestados ao público do que a maior parte das produções que nos vendem como artísticas e culturais, que ambicionam nos emocionar e nos fazer pensar, mas não conseguem sequer... prefiro não comentar.

(MOTTA, Nelson. O GLOBO, 05/11/08, Seção OPINIÃO, 1º Caderno, p. 7.)

Segundo o autor, a honestidade de determinada personagem representa um “CONTRAPONTO hilariante” (3º parágrafo) porque:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
New development in composer controversy
By IGN MOVIES
As was reported back in November, the Academy of Picture Arts and Sciences decided that The Dark Knight composers Hans Zimmer and James Newton Howard were not eligible for an Oscar because too many other people were also listed as composers on the film's score. Now, it appears they've reversed their decision.
Besides Zimmer and Newton, three others are officially on the credits as "composers" -- music editor Alex Gibson, ambient music designer MelWesson and composer Lorne Balfe. For a score to be considered by the academy, over 70-percent has to be attributable to the principle composers. All involved reportedly signed a document saying this was the case, but theAcademy initially remained unconvinced.
But according to Variety , Zimmer and Newton Howard are back in the Oscar race as the Music Branch Executive Committee has changed their mind. After reviewing all of the information submitted by the parties involved, the committee reportedly found that Zimmer and Howard were indeed responsible for the score.
Nomination ballots, Variety says, have not been distributed yet, but when they are The Dark Knight will be an option for Academy members.
The work this script made 2003 but it needs brushing .
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2377795 Ano: 2008
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFF
Orgão: ANCINE
Em termos globais, a indústria audiovisual organiza-se em três setores distintos e interdependentes - produção, distribuição e exibição. Sobre a dinâmica das relações entre esses setores, pode-se afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2377787 Ano: 2008
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFF
Orgão: ANCINE
Os programas “Cidade dos Homens” e “Central da Periferia” são dois exemplos que fazem parte de um novo cenário no qual a televisão aberta brasileira passa por transformações em sua programação. Como característica marcante dessa nova produção podemos citar a:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2377772 Ano: 2008
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFF
Orgão: ANCINE
A popularização da televisão no final da Segunda Guerra trouxe novas oportunidades e enormes desafios à indústria cinematográfica, já que os riscos dessa atividade mostraram-se bem menores que os do cinema. Por outro lado, o apetite da televisão por programas abriu um vasto mercado para os produtores de filmes. Uma das formas de Hollywood responder a esse novo cenário foi produzir filmes especificamente voltados para exibição na televisão, ação apoiada por uma regulamentação da Federal Comunications Comission vigente até 1993, que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

A BOLSA-GARGALHADA

Comentário cômico ao atual momento da vida nacional, tributo ao clássico modelo de nossa política, microcosmo de brasilidade emergente contemporânea, “Toma lá, dá cá” é o sucesso do momento na TV. Criado por Miguel Falabella, dirigido por Roberto Talma e com um sensacional elenco de comediantes, semanalmente nos oferecem uma generosa sessão de gargalhadas que aliviam, acalmam e até rejuvenescem, ainda mais no Brasil, onde a vida é tão dura e sofrida. Já dizia, sem demagogia, o goleador Dadá Maravilha: “Se o Dadá não pode dar comida ao povo, dá alegria”.

Por isso, sou imensamente grato aos artistas que me fazem rir, que se oferecem ao ridículo, ao constrangedor e ao grotesco, só para nos divertir, rindo deles - e de nós mesmos. É minha bolsa-gargalhada.

Além do talento e entrega do elenco, o melhor do “Toma lá, dá cá” é que ali ninguém vale nada, cada um é pior do que o outro, dependendo das circunstâncias e dos pontos de vista, mas ninguém escapa. No início, a esposinha correta e graciosa vivida por Adriana Esteves era o único bastião de honestidade e sanidade, como contraponto hilariante à cafajestice geral. Agora, até ela se entregou ao vale-tudo do Condomínio Jambalaia, engrossando uma galeria de personagens inescrupulosos, promíscuos, neuróticos e impagáveis, capazes das piores torpezas, vilanias e humilhações em busca... das nossas gargalhadas.

Escrachando valores familiares, sexuais, políticos e sociais, a comédia de Miguel Falabella e Maria Carmen Barbosa dispensa sutilezas e metáforas. Nada de braçada contra a corrente politicamente correta e usa a linguagem esculhambada de chanchada e do desenho animado adulto para criticar nossas fraquezas e hipocrisias - e nos libertar pelo riso. Diante das fragilidades e precariedades da condição humana, não é pouca coisa.

Por tudo isso, esses artistas populares merecem mais respeito e reconhecimento por serviços prestados ao público do que a maior parte das produções que nos vendem como artísticas e culturais, que ambicionam nos emocionar e nos fazer pensar, mas não conseguem sequer... prefiro não comentar.

(MOTTA, Nelson. O GLOBO, 05/11/08, Seção OPINIÃO, 1º Caderno, p. 7.)

O enunciado “Se o Dadá não pode dar comida ao povo, dá alegria” (1º parágrafo) foi utilizado no texto com a finalidade de estabelecer, com o programa em pauta, uma:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

A BOLSA-GARGALHADA

Comentário cômico ao atual momento da vida nacional, tributo ao clássico modelo de nossa política, microcosmo de brasilidade emergente contemporânea, “Toma lá, dá cá” é o sucesso do momento na TV. Criado por Miguel Falabella, dirigido por Roberto Talma e com um sensacional elenco de comediantes, semanalmente nos oferecem uma generosa sessão de gargalhadas que aliviam, acalmam e até rejuvenescem, ainda mais no Brasil, onde a vida é tão dura e sofrida. Já dizia, sem demagogia, o goleador Dadá Maravilha: “Se o Dadá não pode dar comida ao povo, dá alegria”.

Por isso, sou imensamente grato aos artistas que me fazem rir, que se oferecem ao ridículo, ao constrangedor e ao grotesco, só para nos divertir, rindo deles - e de nós mesmos. É minha bolsa-gargalhada.

Além do talento e entrega do elenco, o melhor do “Toma lá, dá cá” é que ali ninguém vale nada, cada um é pior do que o outro, dependendo das circunstâncias e dos pontos de vista, mas ninguém escapa. No início, a esposinha correta e graciosa vivida por Adriana Esteves era o único bastião de honestidade e sanidade, como contraponto hilariante à cafajestice geral. Agora, até ela se entregou ao vale-tudo do Condomínio Jambalaia, engrossando uma galeria de personagens inescrupulosos, promíscuos, neuróticos e impagáveis, capazes das piores torpezas, vilanias e humilhações em busca... das nossas gargalhadas.

Escrachando valores familiares, sexuais, políticos e sociais, a comédia de Miguel Falabella e Maria Carmen Barbosa dispensa sutilezas e metáforas. Nada de braçada contra a corrente politicamente correta e usa a linguagem esculhambada de chanchada e do desenho animado adulto para criticar nossas fraquezas e hipocrisias - e nos libertar pelo riso. Diante das fragilidades e precariedades da condição humana, não é pouca coisa.

Por tudo isso, esses artistas populares merecem mais respeito e reconhecimento por serviços prestados ao público do que a maior parte das produções que nos vendem como artísticas e culturais, que ambicionam nos emocionar e nos fazer pensar, mas não conseguem sequer... prefiro não comentar.

(MOTTA, Nelson. O GLOBO, 05/11/08, Seção OPINIÃO, 1º Caderno, p. 7.)

Embora o texto seja uma crônica, contém teor claramente argumentativo, pois defende a TESE de que o programa “Toma lá, dá cá” possui relevância social, uma vez que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2377487 Ano: 2008
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFF
Orgão: ANCINE
No novo ambiente de negócios da indústria audiovisual, em se tratando dos custos envolvidos na distribuição dos filmes, é correto afirmar que esses custos:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas