Magna Concursos

Foram encontradas 600 questões.

João, servidor público civil da União, ocupante de cargo efetivo, decide visitar sua namorada em outra cidade, pretendendo ausentar-se intencionalmente do serviço por 10 (dez) dias. Sua namorada o convence a ficar mais tempo na visita e João somente retorna ao serviço após 35 (trinta e cinco) dias consecutivos de falta intencional e injustificada.

Nesse caso, a penalidade disciplinar aplicável a João será:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

São requisitos para investidura em cargo público:

I - nacionalidade brasileira;

II - gozo dos direitos políticos;

III - idade mínima de 18 (dezoito) anos;

IV - idade máxima de 65 (sessenta e cinco) anos.

Estão corretos os itens:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Para a aquisição de estabilidade, quantos anos de efetivo exercício são necessários aos servidores nomeados para cargos de provimento efetivo, em virtude de concurso público?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A Constituição Federal estabelece que os recursos minerais, inclusive os do subsolo, são bens da(o):

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Para legislar sobre jazidas, minas e outros recursos minerais, a Constituição Federal de 1988 outorga competência:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2372669 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: ANM

Na idade da pedra lascada

Outro dia um leitor me dizia que me considerava muito moderna. Escrever em jornal tem dessas coisas, acabamos passando uma imagem que nem sempre corresponde ao que a gente é de fato.

Naturalmente que não sou uma cabeça dura, fechada. E me considero até bem aberta para as novidades e as possibilidades que a vida coloca em nosso caminho. Mas para merecer o título de moderna, pra valer, eu já deveria ao menos ter-me rendido à tecnologia.

E, neste quesito, eu sigo na idade da pedra lascada.

Por exemplo, tenho a maior dificuldade em mandar mensagem pelo celular. (...) Outro dia recebi uma mensagem de uma amiga, fui tentar responder e perdi meu sábado inteiro.

Computador? Estou em frente a um no momento.

Além de escrever, sei abrir e-mails e responder a eles.

Arquivos eu só abro de quem conheço e mesmo assim torcendo para que não seja algum famigerado power point.

Entro no Google para algumas pesquisas. Confiro a previsão do tempo. Orkut? MSN? Passo ao largo. Não tenho tempo, nem vontade, nem curiosidade. Ainda sinto saudades das cartas enviadas pelo correio normal, escritas à mão. Tá bom, podiam ser datilografadas. Não sou tãããão antiga.

Hoje, toda mulher descolada leva na bolsa um iPod.

Acho chique à beça. Um dia vou descobrir o que é isto e ter um. Mas a prova irrefutável do meu atraso mental são as máquinas fotográficas digitais. Comprei uma bem bacana e nunca usei, está mofando numa gaveta. Fotografar é um ritual, exige dedicação, sensibilidade, afeto e ajuste de foco. Assim era, ao menos. Agora todo mundo sai clicando histericamente, em qualquer lugar, sem a menor reverência ao ato. Se a foto ficou ruim, apaga-se; se ficou boa, arquiva-se no micro. Brrrrrr. Gélido.

Ah, temos em casa uma filmadora também. Dei de Natal, anos atrás, para o meu marido. Assim que ele a retirou da caixa, foi para a sacada testá-la. A primeira coisa que ele viu foi uma briga em frente ao nosso prédio.

Foi sua primeira e última experiência como cinegrafista amador: acabou filmando um garoto recebendo uma garrafada na cabeça, o sangue jorrando, a polícia chegando, tudo num perfeito espírito natalino. No dia seguinte as crianças ainda brincaram um pouco com a câmera e depois, adeus! Foi pra gaveta dos objetos inúteis. Ela e a máquina fotográfica digital dividem a mesma cela.

CD eu gosto. DVD também. Já existe algo mais revolucionário que isso? Não me informe, não me informe.

Que decepção devo estar causando àquele leitor que me julgava uma mulher à frente do meu tempo. Logo eu que acho microondas uma invenção desprezível. Que só entro num helicóptero em caso de resgate. Que desconfio de carro hidramático. Que prefiro relógio com ponteiros. Não sinto orgulho algum por esta minha falta de encanto pelo high tech, mas culpa, tampouco. Sentir culpa é coisa de mulher careta – e em alguma coisa tinha que ser moderna.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo. 30 out. 2005 (com adaptações)

Assinale a frase inteiramente correta quanto à ortografia.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2372668 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: ANM

Na idade da pedra lascada

Outro dia um leitor me dizia que me considerava muito moderna. Escrever em jornal tem dessas coisas, acabamos passando uma imagem que nem sempre corresponde ao que a gente é de fato.

Naturalmente que não sou uma cabeça dura, fechada. E me considero até bem aberta para as novidades e as possibilidades que a vida coloca em nosso caminho. Mas para merecer o título de moderna, pra valer, eu já deveria ao menos ter-me rendido à tecnologia.

E, neste quesito, eu sigo na idade da pedra lascada.

Por exemplo, tenho a maior dificuldade em mandar mensagem pelo celular. (...) Outro dia recebi uma mensagem de uma amiga, fui tentar responder e perdi meu sábado inteiro.

Computador? Estou em frente a um no momento.

Além de escrever, sei abrir e-mails e responder a eles.

Arquivos eu só abro de quem conheço e mesmo assim torcendo para que não seja algum famigerado power point.

Entro no Google para algumas pesquisas. Confiro a previsão do tempo. Orkut? MSN? Passo ao largo. Não tenho tempo, nem vontade, nem curiosidade. Ainda sinto saudades das cartas enviadas pelo correio normal, escritas à mão. Tá bom, podiam ser datilografadas. Não sou tãããão antiga.

Hoje, toda mulher descolada leva na bolsa um iPod.

Acho chique à beça. Um dia vou descobrir o que é isto e ter um. Mas a prova irrefutável do meu atraso mental são as máquinas fotográficas digitais. Comprei uma bem bacana e nunca usei, está mofando numa gaveta. Fotografar é um ritual, exige dedicação, sensibilidade, afeto e ajuste de foco. Assim era, ao menos. Agora todo mundo sai clicando histericamente, em qualquer lugar, sem a menor reverência ao ato. Se a foto ficou ruim, apaga-se; se ficou boa, arquiva-se no micro. Brrrrrr. Gélido.

Ah, temos em casa uma filmadora também. Dei de Natal, anos atrás, para o meu marido. Assim que ele a retirou da caixa, foi para a sacada testá-la. A primeira coisa que ele viu foi uma briga em frente ao nosso prédio.

Foi sua primeira e última experiência como cinegrafista amador: acabou filmando um garoto recebendo uma garrafada na cabeça, o sangue jorrando, a polícia chegando, tudo num perfeito espírito natalino. No dia seguinte as crianças ainda brincaram um pouco com a câmera e depois, adeus! Foi pra gaveta dos objetos inúteis. Ela e a máquina fotográfica digital dividem a mesma cela.

CD eu gosto. DVD também. Já existe algo mais revolucionário que isso? Não me informe, não me informe.

Que decepção devo estar causando àquele leitor que me julgava uma mulher à frente do meu tempo. Logo eu que acho microondas uma invenção desprezível. Que só entro num helicóptero em caso de resgate. Que desconfio de carro hidramático. Que prefiro relógio com ponteiros. Não sinto orgulho algum por esta minha falta de encanto pelo high tech, mas culpa, tampouco. Sentir culpa é coisa de mulher careta – e em alguma coisa tinha que ser moderna.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo. 30 out. 2005 (com adaptações)

Marque a opção em que NÃO é possível substituir o pronome pessoal oblíquo destacado por um pronome possessivo.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2372667 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: ANM

Na idade da pedra lascada

Outro dia um leitor me dizia que me considerava muito moderna. Escrever em jornal tem dessas coisas, acabamos passando uma imagem que nem sempre corresponde ao que a gente é de fato.

Naturalmente que não sou uma cabeça dura, fechada. E me considero até bem aberta para as novidades e as possibilidades que a vida coloca em nosso caminho. Mas para merecer o título de moderna, pra valer, eu já deveria ao menos ter-me rendido à tecnologia.

E, neste quesito, eu sigo na idade da pedra lascada.

Por exemplo, tenho a maior dificuldade em mandar mensagem pelo celular. (...) Outro dia recebi uma mensagem de uma amiga, fui tentar responder e perdi meu sábado inteiro.

Computador? Estou em frente a um no momento.

Além de escrever, sei abrir e-mails e responder a eles.

Arquivos eu só abro de quem conheço e mesmo assim torcendo para que não seja algum famigerado power point.

Entro no Google para algumas pesquisas. Confiro a previsão do tempo. Orkut? MSN? Passo ao largo. Não tenho tempo, nem vontade, nem curiosidade. Ainda sinto saudades das cartas enviadas pelo correio normal, escritas à mão. Tá bom, podiam ser datilografadas. Não sou tãããão antiga.

Hoje, toda mulher descolada leva na bolsa um iPod.

Acho chique à beça. Um dia vou descobrir o que é isto e ter um. Mas a prova irrefutável do meu atraso mental são as máquinas fotográficas digitais. Comprei uma bem bacana e nunca usei, está mofando numa gaveta. Fotografar é um ritual, exige dedicação, sensibilidade, afeto e ajuste de foco. Assim era, ao menos. Agora todo mundo sai clicando histericamente, em qualquer lugar, sem a menor reverência ao ato. Se a foto ficou ruim, apaga-se; se ficou boa, arquiva-se no micro. Brrrrrr. Gélido.

Ah, temos em casa uma filmadora também. Dei de Natal, anos atrás, para o meu marido. Assim que ele a retirou da caixa, foi para a sacada testá-la. A primeira coisa que ele viu foi uma briga em frente ao nosso prédio.

Foi sua primeira e última experiência como cinegrafista amador: acabou filmando um garoto recebendo uma garrafada na cabeça, o sangue jorrando, a polícia chegando, tudo num perfeito espírito natalino. No dia seguinte as crianças ainda brincaram um pouco com a câmera e depois, adeus! Foi pra gaveta dos objetos inúteis. Ela e a máquina fotográfica digital dividem a mesma cela.

CD eu gosto. DVD também. Já existe algo mais revolucionário que isso? Não me informe, não me informe.

Que decepção devo estar causando àquele leitor que me julgava uma mulher à frente do meu tempo. Logo eu que acho microondas uma invenção desprezível. Que só entro num helicóptero em caso de resgate. Que desconfio de carro hidramático. Que prefiro relógio com ponteiros. Não sinto orgulho algum por esta minha falta de encanto pelo high tech, mas culpa, tampouco. Sentir culpa é coisa de mulher careta – e em alguma coisa tinha que ser moderna.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo. 30 out. 2005 (com adaptações)

Coloque C ou E nos parênteses, conforme esteja certa ou errada a concordância nominal realizada.

( ) Precisamos aceitar os fatos tais quais eles são.

( ) Não admirava nem um nem outro inventos.

( ) Comprou máquina fotográfica e celular moderno.

Assinale a seqüência correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2372666 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: ANM

Na idade da pedra lascada

Outro dia um leitor me dizia que me considerava muito moderna. Escrever em jornal tem dessas coisas, acabamos passando uma imagem que nem sempre corresponde ao que a gente é de fato.

Naturalmente que não sou uma cabeça dura, fechada. E me considero até bem aberta para as novidades e as possibilidades que a vida coloca em nosso caminho. Mas para merecer o título de moderna, pra valer, eu já deveria ao menos ter-me rendido à tecnologia.

E, neste quesito, eu sigo na idade da pedra lascada.

Por exemplo, tenho a maior dificuldade em mandar mensagem pelo celular. (...) Outro dia recebi uma mensagem de uma amiga, fui tentar responder e perdi meu sábado inteiro.

Computador? Estou em frente a um no momento.

Além de escrever, sei abrir e-mails e responder a eles.

Arquivos eu só abro de quem conheço e mesmo assim torcendo para que não seja algum famigerado power point.

Entro no Google para algumas pesquisas. Confiro a previsão do tempo. Orkut? MSN? Passo ao largo. Não tenho tempo, nem vontade, nem curiosidade. Ainda sinto saudades das cartas enviadas pelo correio normal, escritas à mão. Tá bom, podiam ser datilografadas. Não sou tãããão antiga.

Hoje, toda mulher descolada leva na bolsa um iPod.

Acho chique à beça. Um dia vou descobrir o que é isto e ter um. Mas a prova irrefutável do meu atraso mental são as máquinas fotográficas digitais. Comprei uma bem bacana e nunca usei, está mofando numa gaveta. Fotografar é um ritual, exige dedicação, sensibilidade, afeto e ajuste de foco. Assim era, ao menos. Agora todo mundo sai clicando histericamente, em qualquer lugar, sem a menor reverência ao ato. Se a foto ficou ruim, apaga-se; se ficou boa, arquiva-se no micro. Brrrrrr. Gélido.

Ah, temos em casa uma filmadora também. Dei de Natal, anos atrás, para o meu marido. Assim que ele a retirou da caixa, foi para a sacada testá-la. A primeira coisa que ele viu foi uma briga em frente ao nosso prédio.

Foi sua primeira e última experiência como cinegrafista amador: acabou filmando um garoto recebendo uma garrafada na cabeça, o sangue jorrando, a polícia chegando, tudo num perfeito espírito natalino. No dia seguinte as crianças ainda brincaram um pouco com a câmera e depois, adeus! Foi pra gaveta dos objetos inúteis. Ela e a máquina fotográfica digital dividem a mesma cela.

CD eu gosto. DVD também. Já existe algo mais revolucionário que isso? Não me informe, não me informe.

Que decepção devo estar causando àquele leitor que me julgava uma mulher à frente do meu tempo. Logo eu que acho microondas uma invenção desprezível. Que só entro num helicóptero em caso de resgate. Que desconfio de carro hidramático. Que prefiro relógio com ponteiros. Não sinto orgulho algum por esta minha falta de encanto pelo high tech, mas culpa, tampouco. Sentir culpa é coisa de mulher careta – e em alguma coisa tinha que ser moderna.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo. 30 out. 2005 (com adaptações)

Em “...dizia que me considerava muito moderna.”

A função sintática do termo em negrito é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2372665 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: ANM

Na idade da pedra lascada

Outro dia um leitor me dizia que me considerava muito moderna. Escrever em jornal tem dessas coisas, acabamos passando uma imagem que nem sempre corresponde ao que a gente é de fato.

Naturalmente que não sou uma cabeça dura, fechada. E me considero até bem aberta para as novidades e as possibilidades que a vida coloca em nosso caminho. Mas para merecer o título de moderna, pra valer, eu já deveria ao menos ter-me rendido à tecnologia.

E, neste quesito, eu sigo na idade da pedra lascada.

Por exemplo, tenho a maior dificuldade em mandar mensagem pelo celular. (...) Outro dia recebi uma mensagem de uma amiga, fui tentar responder e perdi meu sábado inteiro.

Computador? Estou em frente a um no momento.

Além de escrever, sei abrir e-mails e responder a eles.

Arquivos eu só abro de quem conheço e mesmo assim torcendo para que não seja algum famigerado power point.

Entro no Google para algumas pesquisas. Confiro a previsão do tempo. Orkut? MSN? Passo ao largo. Não tenho tempo, nem vontade, nem curiosidade. Ainda sinto saudades das cartas enviadas pelo correio normal, escritas à mão. Tá bom, podiam ser datilografadas. Não sou tãããão antiga.

Hoje, toda mulher descolada leva na bolsa um iPod.

Acho chique à beça. Um dia vou descobrir o que é isto e ter um. Mas a prova irrefutável do meu atraso mental são as máquinas fotográficas digitais. Comprei uma bem bacana e nunca usei, está mofando numa gaveta. Fotografar é um ritual, exige dedicação, sensibilidade, afeto e ajuste de foco. Assim era, ao menos. Agora todo mundo sai clicando histericamente, em qualquer lugar, sem a menor reverência ao ato. Se a foto ficou ruim, apaga-se; se ficou boa, arquiva-se no micro. Brrrrrr. Gélido.

Ah, temos em casa uma filmadora também. Dei de Natal, anos atrás, para o meu marido. Assim que ele a retirou da caixa, foi para a sacada testá-la. A primeira coisa que ele viu foi uma briga em frente ao nosso prédio.

Foi sua primeira e última experiência como cinegrafista amador: acabou filmando um garoto recebendo uma garrafada na cabeça, o sangue jorrando, a polícia chegando, tudo num perfeito espírito natalino. No dia seguinte as crianças ainda brincaram um pouco com a câmera e depois, adeus! Foi pra gaveta dos objetos inúteis. Ela e a máquina fotográfica digital dividem a mesma cela.

CD eu gosto. DVD também. Já existe algo mais revolucionário que isso? Não me informe, não me informe.

Que decepção devo estar causando àquele leitor que me julgava uma mulher à frente do meu tempo. Logo eu que acho microondas uma invenção desprezível. Que só entro num helicóptero em caso de resgate. Que desconfio de carro hidramático. Que prefiro relógio com ponteiros. Não sinto orgulho algum por esta minha falta de encanto pelo high tech, mas culpa, tampouco. Sentir culpa é coisa de mulher careta – e em alguma coisa tinha que ser moderna.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo. 30 out. 2005 (com adaptações)

“Mas a prova irrefutável do meu atraso mental são as máquinas fotográficas digitais.”

A palavra que, pelo sentido, se opõe a irrefutável é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas