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POLUIÇÃO!
Sombras medonhas sobre os verdes mares
Ainda existem lugares privilegiados – como certos pontos do litoral brasileiro – em que se conseguem ver os mil matizes que o sol faz refletir nas ondas do mar: azul-regata, verde-jade, azul-celeste... verde-esmeralda.
Mas, na maioria das praias próximas às grandes cidades, as águas parecem doentes: estão ficando paradas, cinzentas. Estão ficando imóveis, estáticas, plúmbeas, podres.
Não poderia ser diferente: grande parte do lixo litorâneo acaba sendo lançada diretamente nos oceanos, acumulando-se nas zonas costeiras, onde sobrevivem a flora e a fauna dos mares.
Quando a poluição dos oceanos é feita por matéria orgânica – geralmente, esgotos não tratados – há uma violenta proliferação de bactérias e microorganismos patogênicos que atacam a saúde através de diarréias, hepatites, micoses e outras doenças.
A poluição orgânica dos mares faz ainda com que as águas fiquem turvas, baixando o teor de oxigênio e aumentando a acidez.(...) Muitas espécies desaparecem e outras proliferam rapidamente. Os primeiros a morrer são as esponjas, corais, polvos, estrelas, moluscos, camarões, lagostas. Já os siris e caranguejos – amantes da imundície – sobrevivem numa boa.
Mas a poluição mais grave do mar não é a orgânica – e sim a industrial – principalmente petróleo e seus derivados. Ela provoca efeitos imprevisíveis, porque as correntes marinhas, em sua dança louca, não a arrastam para o alto mar. Os escapamentos que podem ocorrer em milhares de novos poços de petróleo que estão sendo perfurados em todo o mundo certamente contribuirão para aumentar as “marés negras”, de forma inevitável, inexorável.
(...)
Apesar de tudo, a consciência ecológica está crescendo. É possível que os nossos verdes mares não deixem (nunca!) de refletir os raios de sol em suas ondas de águas estilhaçadas – no azul de suas ondas onduladas. Águas que correm, que escorrem, que sobem, que descem...
DERENGOSKI, Paulo Ramos. Jornal do Comércio.
25 jun. a 1 jul. 2000 (adaptado).
Em relação ao Texto I, NÃO é possível afirmar que:
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POLUIÇÃO!
Sombras medonhas sobre os verdes mares
Ainda existem lugares privilegiados – como certos pontos do litoral brasileiro – em que se conseguem ver os mil matizes que o sol faz refletir nas ondas do mar: azul-regata, verde-jade, azul-celeste... verde-esmeralda.
Mas, na maioria das praias próximas às grandes cidades, as águas parecem doentes: estão ficando paradas, cinzentas. Estão ficando imóveis, estáticas, plúmbeas, podres.
Não poderia ser diferente: grande parte do lixo litorâneo acaba sendo lançada diretamente nos oceanos, acumulando-se nas zonas costeiras, onde sobrevivem a flora e a fauna dos mares.
Quando a poluição dos oceanos é feita por matéria orgânica – geralmente, esgotos não tratados – há uma violenta proliferação de bactérias e microorganismos patogênicos que atacam a saúde através de diarréias, hepatites, micoses e outras doenças.
A poluição orgânica dos mares faz ainda com que as águas fiquem turvas, baixando o teor de oxigênio e aumentando a acidez.(...) Muitas espécies desaparecem e outras proliferam rapidamente. Os primeiros a morrer são as esponjas, corais, polvos, estrelas, moluscos, camarões, lagostas. Já os siris e caranguejos – amantes da imundície – sobrevivem numa boa.
Mas a poluição mais grave do mar não é a orgânica – e sim a industrial – principalmente petróleo e seus derivados. Ela provoca efeitos imprevisíveis, porque as correntes marinhas, em sua dança louca, não a arrastam para o alto mar. Os escapamentos que podem ocorrer em milhares de novos poços de petróleo que estão sendo perfurados em todo o mundo certamente contribuirão para aumentar as “marés negras”, de forma inevitável, inexorável.
(...)
Apesar de tudo, a consciência ecológica está crescendo. É possível que os nossos verdes mares não deixem (nunca!) de refletir os raios de sol em suas ondas de águas estilhaçadas – no azul de suas ondas onduladas. Águas que correm, que escorrem, que sobem, que descem...
DERENGOSKI, Paulo Ramos. Jornal do Comércio.
25 jun. a 1 jul. 2000 (adaptado).
As expressões que apresentam relação de sentido por oposição são:
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Observe a expressão abaixo, que relaciona uma taxa nominal anual de juros com a correspondente taxa efetiva, no caso de várias parcelas dentro do ano.
!$ x + 1 \left ( 1 + { \large Y \over Z}\right )^z !$
As variáveis X, Y e Z correspondem, respectivamente, a:
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|
Ano |
Investimento | Receita Bruta | Renda antes de Juros e Impostos | Renda depois de Juros e Impostos | Caixa Líquido |
Fluxo |
| 1 | 500 | 0 | 0 | 0 | 0 | -500 |
| 2 | 300 | 0 | 0 | 0 | 0 | -220 |
| 3 | 1.200 | 0 | 0 | 0 | 0 | -720 |
| 4 | 1.000 | 0 | 0 | 0 | 0 |
-764 |
| 5 | 2.300 | 2.900 | 1.625 | 975 | 1.450 | -310 |
| 6 | 900 | 2.900 | 1.523 | 914 | 1.491 | 911 |
| 7 | 0 | 3.170 | 1.993 | 1.196 | 1.503 | 1.503 |
| 8 | 0 | 3.170 | 2.043 | 1.226 | 1.483 | 1.483 |
| 9 | 0 | 3.170 | 2.079 | 1.240 | 1.468 | 1.468 |
| 10 | 0 | 1.570 | 1.051 | 631 | 720 | 720 |
| 11 | 0 | 1.570 | 1.051 | 631 | 720 | 720 |
| 12 | 0 | 1.570 | 1.095 | 657 | 702 | 702 |
| 13 | 0 | 1.570 | 1.140 | 684 | 684 | 684 |
| 14 | 0 | 1.570 | 1.140 | 684 | 684 | 684 |
Valores de moeda em milhões de reais.
Com base na planilha mostrada acima, prevista para o fluxo de caixa não descontado de um projeto de exploração e produção de petróleo, é correto afirmar que o:
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
O Decreto nº 1.171/94, que aprovou o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, prevê a criação de Comissão de Ética em todos os órgãos da Administração Pública Federal direta, indireta, autárquica e fundacional. As denúncias dirigidas a essa Comissão:
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