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Foram encontradas 120 questões.

3217134 Ano: 2015
Disciplina: Direito Penal
Banca: FUNCAB
Orgão: ANS

O funcionário público que se apropriar de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio, comete crime de:

 

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3217133 Ano: 2015
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: FUNCAB
Orgão: ANS

Com relação à ética no setor público, e de acordo com os termos do Decreto n° 1.171/1994 (Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal), é correto afirmar que:

 

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3217132 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNCAB
Orgão: ANS

Com relação aos direitos e deveres individuais e coletivos previstos na Constituição Federal, indique a alternativa correta.

 

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3217131 Ano: 2015
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: FUNCAB
Orgão: ANS

Considerando que a Administração Pública é o instrumental de que dispõe o Estado para por em prática suas decisões políticas, e que o Estado, para atingir seus objetivos e promover justiça social, deve contar com uma máquina administrativa que trabalhe com eficiência, ética e responsabilidade, pode-se apontar como INCORRETA a seguinte afirmação quanto à ética na Administração Pública:

 

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3217130 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCAB
Orgão: ANS

Em um grupo com 20 pacientes, infectados com um único vírus cada um, tem-se 50% com dengue, 30% com febre chikungunya e o restante com zika vírus.

Examinados três desses pacientes, ao acaso, a probabilidade de pelo menos um deles estar infectado com o zika vírus é, aproximadamente:

 

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3217129 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNCAB
Orgão: ANS

A negação de afirmação condicional “Se o beneficiário estiver acima do peso, ele é sedentário" é:

 

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3217128 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCAB
Orgão: ANS

Foram visitadas algumas residências de uma rua e em todas foram encontrados pelo menos um criadouro com larvas do mosquito Aedes aegypti. Os criadouros encontrados foram listados na tabela a seguir:

P. pratinhos com água embaixo de vasos de planta.
R. ralos entupidos com água acumulada.
K. caixas de água destampadas

Número de criadouros
P 103
R 124
K 98
P e R 47
P e K 43
R e K 60
P,R e K 25

De acordo com a tabela, o número de residências visitadas foi:

 

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3217127 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNCAB
Orgão: ANS

Um médico atende três pacientes. Um deles está com dengue, outro com zika vírus e o outro com febre chikungunya. O médico sabe que um deles se chama Bernardo, outro se chama Elton e o outro se chama Sílvio. Sabe, ainda, que cada um deles foi infectado pelo mosquito Aedes aegypti, em um estado diferente do Brasil: um deles no Rio de Janeiro, outro em São Paulo e o outro no Espírito Santo. Ao médico, que queria identificar o nome e o estado onde cada um foi infectado, eles deram as seguintes informações:

O contaminado com a dengue: “não me infectei no estado de São Paulo, nem no do Rio de Janeiro”.
O contaminado com a febre chikungunya: “meu nome não é Elton nem Silvio.”
O contaminado com o zika vírus: “nem eu nem o Elton fomos infectados no estado de São Paulo”

O médico concluiu, corretamente, que o contaminado com a(o):

 

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3217126 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: ANS

Só! Achava-se outra vez só! Outra vez no meio do silêncio, em frente do nada!...[...]

A ideia do suicídio, repelida pelo amigo, afastada pela sua presença, veio então erguer-se outra vez como um fantasma ao pé do cadáver de Faria. [...]

Morrer!... oh! não, não!-exclamou!;-não valia a pena ter vivido tanto tempo, padecido tanto, para morrer agora! Morrer era bom, quando o revolvi em outro tempo, há muitos anos; mas hoje seria realmente auxiliar muito o meu miserável destino. Não, quero viver; quero lutar até ao fim; quero reconquistar a ventura que me foi roubada. Antes de morrer esquecia-me que tenho de vingar-me dos meus algozes, e talvez, quem sabe? de recompensar alguns amigos. [...]

Puseram o suposto morto na padiola. Edmundo entesou-se para melhor figurar de defunto. O cortejo, alumiado pelo homem da lanterna, que ia adiante, subiu a escada.

De súbito, o ar frio e forte da noite banhou o prisioneiro, que logo reconheceu o vento do nordeste. Foi uma repentina sensação, repassada de angústias e de delícias. [...]

E logo Dantès sentiu-se atirado para um enorme vácuo, atravessando os ares como um pássaro ferido, caindo, sempre com um terror indescritível que lhe gelava o coração. Embora puxado para baixo por algum objeto que lhe acelerava o rápido voo, pareceu-lhe, contudo, que essa queda durava um século. Por fim, com pavoroso ruído, entrou como uma seta na água gelada, que lhe fez dar um grito, sufocado imediatamente pela imersão.

Dantès tinha caído ao mar, para o fundo do qual o puxava uma bala de 36, presa aos pés.

O mar era o cemitério da fortaleza de lf. [...]

Dantès, atordoado, quase sufocado, teve, entretanto, a presença de espírito de conter a respiração; e como na mão direita, preparado, como dissemos que estava, para todas as eventualidades, levava a faca, rasgou rapidamente o saco, tirou o braço e depois a cabeça; apesar, porém, dos seus movimentos para levantar a bala, continuou a sentir-se puxado para baixo; então vergou o corpo, procurando a corda que lhe amarrava as pernas, e com um esforço supremo conseguiu cortála no momento em que se sentia asfixiar. Depois, dando-lhe um pontapé, subiu livre à tona da água, enquanto a bala levava para desconhecidos abismos a serapilheira que ia sendo a sua mortalha.

DUMAS, Alexandre. O conde de Monte Cristo. Porto: Lello & Irmão, s/d. p.178-182; p. 183. (Fragmento).

Tendo em vista o enunciado “Embora puxado para baixo por algum objeto que lhe acelerava o rápido voo, pareceu-lhe, contudo, que essa queda durava um século.'', pode-se afirmar que, de acordo com a norma culta:

 

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3217125 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: ANS

Só! Achava-se outra vez só! Outra vez no meio do silêncio, em frente do nada!...[...]

A ideia do suicídio, repelida pelo amigo, afastada pela sua presença, veio então erguer-se outra vez como um fantasma ao pé do cadáver de Faria. [...]

Morrer!... oh! não, não!-exclamou!;-não valia a pena ter vivido tanto tempo, padecido tanto, para morrer agora! Morrer era bom, quando o revolvi em outro tempo, há muitos anos; mas hoje seria realmente auxiliar muito o meu miserável destino. Não, quero viver; quero lutar até ao fim; quero reconquistar a ventura que me foi roubada. Antes de morrer esquecia-me que tenho de vingar-me dos meus algozes, e talvez, quem sabe? de recompensar alguns amigos. [...]

Puseram o suposto morto na padiola. Edmundo entesou-se para melhor figurar de defunto. O cortejo, alumiado pelo homem da lanterna, que ia adiante, subiu a escada.

De súbito, o ar frio e forte da noite banhou o prisioneiro, que logo reconheceu o vento do nordeste. Foi uma repentina sensação, repassada de angústias e de delícias. [...]

E logo Dantès sentiu-se atirado para um enorme vácuo, atravessando os ares como um pássaro ferido, caindo, sempre com um terror indescritível que lhe gelava o coração. Embora puxado para baixo por algum objeto que lhe acelerava o rápido voo, pareceu-lhe, contudo, que essa queda durava um século. Por fim, com pavoroso ruído, entrou como uma seta na água gelada, que lhe fez dar um grito, sufocado imediatamente pela imersão.

Dantès tinha caído ao mar, para o fundo do qual o puxava uma bala de 36, presa aos pés.

O mar era o cemitério da fortaleza de lf. [...]

Dantès, atordoado, quase sufocado, teve, entretanto, a presença de espírito de conter a respiração; e como na mão direita, preparado, como dissemos que estava, para todas as eventualidades, levava a faca, rasgou rapidamente o saco, tirou o braço e depois a cabeça; apesar, porém, dos seus movimentos para levantar a bala, continuou a sentir-se puxado para baixo; então vergou o corpo, procurando a corda que lhe amarrava as pernas, e com um esforço supremo conseguiu cortála no momento em que se sentia asfixiar. Depois, dando-lhe um pontapé, subiu livre à tona da água, enquanto a bala levava para desconhecidos abismos a serapilheira que ia sendo a sua mortalha.

DUMAS, Alexandre. O conde de Monte Cristo. Porto: Lello & Irmão, s/d. p.178-182; p. 183. (Fragmento).

Observe as frases:

I. “há muitos anos"
II. “mas hoje seria realmente auxiliar muito."

Sobre a palavra MUITO(S), pode-se afirmar que:

 

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